Acervo Comentado VB: Liu Wei por Márcio Seligmann-Silva
Obra do cineasta chinês compara o poder do vírus da Sars, pneumonia que se alastrou a partir do sul da China e infectou milhares em 2003, ao da mídia chinesa. Comparando a epidemia de Sars à da Covid-19, Seligmann-Silva reflete sobre as relações entre arte e política
A Modernidade em questão
Exposição "A parábola do progresso" revê mitos e legado da Independência do Brasil e do Modernismo, a partir da produção artística contemporânea
Nheë Nheë Nheë, Genealogia do Ócio Tropical
Lúdico, corajoso e existencial, Márcio Almeida recomenda o ócio para chegar a um momento criativo de verdade
Da fervura do feijão à fervura de uma carreira
Água de feijão preto, terra de diferentes cores e texturas, açafrão, polvilho, bambu, carvão, folha de mangueira, nódoa de banana, erva de passarinho, eucalipto...
Diretor do Museu Afro Brasil, Hélio Menezes defende ‘tratar do racismo...
Frequentador e pesquisador no Museu Afro Brasil há cerca de 12 anos, o curador, gestor cultural e doutorando em Antropologia Hélio Menezes, 37, assumiu...
MoMA adequará espaço para dar atenção a minorias
Última fase de reforma deixará o museu fechado de junho a outubro
Cinco décadas de realismo em mostra internacional
A mostra 50 Anos de Realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual - parece impor a ideia de que a natureza não é mais que...
Paulo Mendes da Rocha e o amplo sentido da arquitetura
No contexto de sua morte, relembramos entrevista dada pelo arquiteto à arte!brasileiros em 2016. Nela, o arquiteto critica a construção de Brasília, o discurso da “arquitetura verde”, a ideia de habitação popular e o sistema educacional; fala sobre natureza, arte e urbanismo e mostra que um arquiteto deve ser, mais que especialista, um pensador do mundo
Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto tem inscrições abertas para...
Até o dia 13 de fevereiro, o Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto (ia) tem inscrições abertas para a primeira edição do Programa...
Uma chapa só
Mostra de Chichico Alkmim no IMS de São Paulo encanta pela qualidade da obra e da curadoria e por trazer a constatação do contraste entre os retratos – belos, solenes e meticulosos – e nossos selfies abusados














