A presença dos nacionalismos para a compreensão das disputas que marcam o nosso tempo. É este o cenário sobre o qual se debruça a 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas, que ocorre de 9 de outubro de 2019 a 2 de fevereiro de 2020, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, reunindo mais de 60 obras e duas coleções, 55 artistas de 28 países, entre vídeos, pinturas, fotografia e instalação.
19:00 - 18:00
De 9 de outubro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
Rafael Vogt Maia Rosa: Senhor das Nuvens Galeria São Paulo Flutuante , Rua Estados Unidos, 2186 – Jd. América – São Paulo
O crítico de arte e curador Rafael Vogt Maia Rosa apresenta sua primeira exposição autoral, “Senhor das Nuvens”, entre os dias 10 de outubro e 14 de novembro de 2019, na Galeria São Paulo Flutuante. A mostra reúne um conjunto de 70 aquarelas e vídeos, realizado nos últimos quatro anos, abordando as relações entre natureza e cultura na arte contemporânea.
19:00 - 18:00
De 10 de outubro de 2019
a 14 de novembro de 2019
Carlos Motta – NÓS, X INIMIGX – WE THE ENEMY Galeria Vermelho , Rua Minas Gerais, 350
A Vermelho apresenta, de 08 de outubro a 10 de novembro, CARLOS MOTTA: NÓS, X INIMIGX, a primeira exposição individual do artista no Brasil. Através de vídeos, fotografias, esculturas e instalações, Carlos Motta aborda e documenta criticamente as condições sociais e as lutas políticas históricas e atuais das minorias sexuais, de gênero e étnicas, a fim de desafiar os discursos dominantes e normativos por meio da visibilidade e da auto-representação.
20:00 - 17:00
De 8 de outubro de 2019
a 10 de novembro de 2019
Flávia Junqueira: O Absurdo e a Graça Zipper Galeria , Jardim América: r. Estados Unidos, 1.494
Em “O Absurdo e a Graça”, a artista Flávia Junqueira leva a fotografia encenada para a sua fonte mais primordial: o espaço de espetáculo, encenação e contemplação. Terceira individual da artista na Zipper Galeria, a exposição reúne trabalhos realizados a partir da apropriação pela artista de exemplares arquitetônicos do patrimônio histórico nacional – de teatros representativos da Belle Époque brasileira, do final do século 19, à arquitetura modernista do Pavilhão da Bienal, de meados do século 20 – nos quais ela constrói cenários ficcionais permeados por luxo e suntuosidade, ainda que de maneira irônica. Com texto crítico assinado pelo escritor Julián Fuks, a mostra inaugura no dia 12 de outubro, às 12h.
12:00 - 17:00
De 12 de outubro de 2019
a 16 de novembro de 2019
Bruno Tamboreno: Venezia Galeria de Arte Ibeu , R. Maria Angélica, 168 - Lagoa, Rio de Janeiro - RJ, 22470-201
A cidade vista pela janela do atelier do artista gaúcho Bruno Tamboreno, no Centro Histórico de Porto Alegre, inspirou a exposição “Venezia”, que será inaugurada no dia 10 de outubro, às 18h30, na Galeria de Arte Ibeu. Sob curadoria de Cesar Kiraly, a mostra apresenta um recorte da produção de Tamboreno nos últimos três anos, com trabalhos que dialogam dentro de uma mesma estrutura poética e que utilizam a linguagem do desenho e da gravura. 
18:00 - 18:00
De 10 de outubro de 2019
a 8 de novembro de 2019
Sarah Morris: Today we find ourselves at an impasse Carpintaria , Rua Jardim Botânico 971, Rio de Janeiro
 A artista apresenta pinturas inéditas, além de desenhos sobre pôsteres de filmes históricos. O título da mostra – Hoje nos encontramos em um impasse, em tradução livre – deriva do título de uma das pinturas da série Sound Graph [Gráfico de Som], em que a artista emprega uma arquitetura de formas abstratas vívidas, provocando o senso de reconhecimento visual do espectador. A mais recente série de pinturas de Morris tem origem em fragmentos de gravações de conversas. Os Gráficos de Som são interpretados através de esmalte sobre tela, expandindo o vocabulário da artista sobre linguagem, tecnologia e monitoramento. O discurso torna-se imagem, reimaginado por ela. Os títulos são retirados de fontes diversas: de uma célebre citação de Tristes Trópicos (1955) do antropólogo Claude Lévi-Strauss – que também é aludida na canção Fora de Ordem de Caetano Veloso –, ao famigerado diálogo entre o ex-senador Romero Jucá e o empresário Sérgio Machado antes do impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016. As pinturas utilizam uma vasta gama de referências, que vai da arquitetura ao desenho industrial, passando pela iconografia cartográfica, pela linguagem, pelos diagramas sociológicos, e pelas teorias dos sistemas e dos jogos. Morris também retrata o calendário lunar em um grid colorido que marca o tempo real e o contexto da exposição. Agosto de 2019 [Rio] faz parte desta série em andamento. Em Dígitos, uma pintura baseada na intensidade e na poesia das mãos de Niemeyer, a composição concêntrica sugere uma ilusão e suas soluções. Inspirando-se em Roberto Burle Marx, Lina Bo Bardi, Oscar Niemeyer, em frutas, e até mesmo em capas de discos da Bossa Nova, suas telas são realizadas a partir de composições brilhantes, cujas curvas, vetores e esferas interligadas referem-se aos acentuados contrastes das muitas formas sociais do Brasil. Realçando a tensão entre ficção e realidade, imagem e abstração, Morris também usa nanquim e guache para desenhar sobre pôsteres icônicos de cinema, como Todos os homens do presidente (1976), do lendário diretor norte-americano Alan J. Pakula. A trama acompanha os jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, que investigam e denunciam no Washington Post o escândalo de Watergate, o que eventualmente leva à renúncia do presidente Richard Nixon, estabelecendo uma impressionante conexão com as pinturas da série Sound Graph. Curiosamente, foi a voz de Nixon gravada nas fitas de áudio que acabou derrubando-o. Desde meados dos anos 1990, Morris mantém uma relação de proximidade com o Brasil através de visitas frequentes e participações em bienais e exposições. Em 2002, a artista inglesa integrou a seleção da 25ª Bienal de São Paulo, com curadoria de Alfons Hug. No ano seguinte, participou da coletiva A Nova Geometria, com curadoria de Adriano Pedrosa na Galeria Fortes Vilaça, em São Paulo. Em 2012, seu interesse pelo país deu origem a seu décimo primeiro filme, Rio, rodado na capital carioca e filmado em muitas locações, incluindo o escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (pouco antes de seu falecimento), a sede da prefeitura de Eduardo Paes, o desfile das campeãs no Sambódromo, e a Cidade de Deus. Coproduzido pela Fortes Vilaça e pela White Cube, o filme foi exibido em 2013 na individual Bye Bye Brazil, em Londres, e em 2015, em São Paulo, simultaneamente nas duas galerias. Sarah Morris nasceu em 1967, no Reino Unido, e vive e trabalha em Nova York. Dentre suas exposições individuais de destaque estão Ullens Center for Contemporary Art (Pequim, 2018); Espoo Museum of Modern Art (Finlândia, 2017); M-Museum (Lovaina, Bélgica, 2015); Kunsthalle Bremen (Bremen, 2013); Wexner Center for the Arts (Columbus, 2012); Fondation Beyeler (Basel, 2008); Museum Boijmans van Beuningen (Roterdã, 2006); Palais de Tokyo (Paris, 2005); Hamburger Bahnhof (Berlim, 2001); Modern Art Oxford (Reino Unido, 1999). Entre as coletivas, destacam-se suas participações em: Solomon R. Guggenheim Museum (Nova York, 2017); Tate Triennial, Tate Britain (Londres, 2003); 25ª Bienal de São Paulo (2002); 4º Site Santa Fe Biennial (Novo México, 2001).
19:00 - 18:00
De 27 de setembro de 2019
a 19 de outubro de 2019
Vivian Caccuri: Febre Amarela A Gentil Carioca , Rua Gonçalves Lédo, 17 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20060-020
Em "Febre Amarela", Vivian Caccuri propõe uma nova relação ambiental com os mosquitos. O mosquito, que foi pivô das maiores epidemias do Brasil ao longo de toda sua história – a febre amarela, a dengue, a zika –, está de novo no centro das angústias, medos, crises urbanas e ambientais, seja como um resultado inevitável do desflorestamento ou como forma de vida quase inquestionável das grandes cidades brasileiras. Porém, em "Febre Amarela" o brasileiro é uma nova cultura que venceu o medo dos mosquitos – a começar por seu incômodo som, superou as doenças e aprendeu a lidar com estes insetos em um novo mundo tomado por eles, desenvolvendo uma nova imunidade.
19:00 - 19:00
De 21 de setembro de 2019
a 1 de novembro de 2019
André Griffo: A quem devo pagar minha indulgência? Galeria Athena , R. Estácio Coimbra, 50 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ, 22260-010
A Galeria Athena apresenta, a partir de 12 de setembro, a exposição individual A quem devo pagar minha indulgência?, do artista visual André Griffo. São 11 pinturas inéditas que ocupam todo o espaço expositivo da galeria. Produzidas neste ano, as obras são resultados da pesquisa do artista que relaciona questões sociais à História da Arte e da Arquitetura. Religião, poder e violência são alguns dos temas centrais dos trabalhos. As pinturas selecionadas especialmente para a exposição apontam o interesse de Griffo pela apropriação de espaços que, embora não se revelem identificáveis num primeiro olhar, são criados e impregnados com elementos contemporâneos. Lugares inabitados, de passagem ou mesmo pinturas ícones da História da Arte ocidental são recriados pictoricamente pelo artista, que os recontextualiza para a conjuntura atual. De acordo com André Griffo “ao cruzar informações, tento falar sobre a estrutura social e religiosa, eventos políticos recentes, e, principalmente, valores historicamente consolidados”.
19:00 - 18:00
De 12 de setembro de 2019
a 19 de outubro de 2019
Lygia Clark: Respire Comigo OM.art , R. Jardim Botânico, 997 - Jardim Botânico, Rio de Janeiro - RJ, 22470-051
Com data de abertura confirmada para 17 de setembro,  durante a abertura no preview do ArtRio, dentro da programação oficial da feira, a exposição “Respire Comigo - Lygia Clark” apresenta a artista através de seus escritos, diários e proposições. Com apoio curatorial de Felipe Scovino e idealização de Ale Clark e Carolyna Aguiar, a exposição apresentará o pensamento de Lygia, reiterando o conceito de que o suporte da obra de arte é o corpo. O ano de 2019 marca o centenário de Lygia Clark e a exposição no studio OM.art será o marco inicial das comemorações, com o lançamento do Selo Comemorativo / Centenário Lygia Clark e a apresentação do calendário de atividades do centenário no mundo, com exposições individuais em 2020 no Guggenheim Bilbao em março, Arco Lisboa em maio e no Peggy Guggenheim Collection – Veneza, em julho.  Durante o período expositivo serão realizados encontros práticos e teóricos como proposições, experiências, encenações e debates com curadores, críticos e artistas sobre o trabalho de Lygia Clark e seus desdobramentos na contemporaneidade. A exposição encerra no dia 27 de outubro.
18:00 - 18:00
De 17 de setembro de 2019
a 27 de outubro de 2019
Zanine 100 anos: Forma e Resistência Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) , Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro - RJ
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta a partir de 14 de setembro de 2019 a exposição “Zanine 100 anos – Forma e Resistência”, com 18 obras feitas pelo consagrado arquiteto, designer, artista, paisagista e professor José Zanine Caldas (1919-2001), dentro de sua profunda pesquisa sobre nossas madeiras. Com curadoria de Tulio Mariante, curador de design do MAM, as obras selecionadas integram a emblemática e profícua produção de Zanine entre o final dos anos 1960 e 1980, conhecida como “móvel-denúncia”. As peças, feitas em madeira maciça, denunciavam de maneira pioneira o desmatamento das florestas brasileiras. Tulio Mariante destaca que Zanine “coletava as madeiras em restos de abates, muitas vezes irregulares, como forma de denúncia, como forma de resistência”.  Mais do que apenas móveis, os especialistas consideram esses trabalhos como esculturas funcionais, maneira de o artista expressar sua percepção de nossa cultura. O processo de criação era lento, com a utilização de ferramentas tradicionais como serrote, enchó, formão, plaina, e tendo como mão de obra os canoeiros da Bahia. Várias das peças expostas foram criadas no período em que Zanine Caldas viveu em Nova Viçosa, Bahia, anos 1970 até 1980, onde instalou uma oficina que se tornou ponto de encontro de grandes nomes da cultura brasileira, como Oscar Niemeyer, Carlos Vergara, Chico Buarque, Amelia Toledo, Odete Lara entre outros. Lá, ele construiu a famosa casa na árvore para o artista Frans Krajcberg. Com esta homenagem, é a terceira vez que o MAM realiza uma exposição sobre José Zanine Caldas. Sua primeira mostra individual no Museu foi em 1975, e a segunda em 1983, quando construiu, junto aos jardins, uma casa de madeira. A produção de “Zanine 100 anos – Forma e Resistência” é da família de Zanine Caldas, com o apoio de Etel Design e Escritório de Arte Marcela Bartolomeo. São destaques da exposição as peças “Namoradeira”, o “Redário”, a escultura em madeira pequi, a mesa de jantar e o aparador com tampo de vidro criados em Nova Viçosa nos anos 1970, o sofá feito em ilhéus em 1980, entre outras.
15:00 - 18:00
De 14 de setembro de 2019
a 17 de novembro de 2019
Leonilson por Antonio Dias – Perfil de uma coleção Pinakotheke Cultural , R. São Clemente, 300 - Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
A Pinakotheke Cultural abre para o público a partir de 13 de setembro de 2019 a exposição “Leonilson por Antonio Dias – Perfil de uma coleção”, que reúne 38 desenhos e pinturas de Leonilson (1957-1993) que pertenciam a seu amigo Antonio Dias (1944-2018). A ideia da exposição surgiu em outubro de 2015, em Fortaleza, quando Antonio Dias preparava sua individual na Galeria Multiarte. Na ocasião, ele, sua mulher Paola Chieregato e Max Perlingeiro deram partida ao projeto. Complementam a mostra quatro obras pertencentes a outras coleções particulares. A exposição é acompanhada de um livro com capa dura, bilíngue (port/ingl), 120 páginas, com textos de Paola Chieregato e Max Perlingeiro. O livro conterá ainda uma entrevista com Luiz Zerbini, também amigo do artista, e uma cronologia da trajetória de Leonilson, além das imagens das obras da exposição. A mostra dá sequência à programação da Pinakotheke que aborda a amizade entre artistas.
10:00 - 18:00
De 13 de setembro de 2019
a 16 de novembro de 2019
Ester Grinspum: Duplos os Lugares  Galeria Raquel Arnaud , R. Fidalga, 125 - Vila Madalena, São Paulo - SP, 05432-070
A mostra Duplos os Lugares traz os mesmos títulos de duas exposições (Os Duplos, de 1989) e (Do Lugar, de 1997) realizadas por Ester Grinspum entre os anos 80 e 90. A Galeria Raquel Arnaud reúne quatro pares de esculturas em ferro, quatro desenhos em nanquim que conversam entre si, e um desenho em bastão de óleo, síntese dos diálogos em nanquim. Já é reconhecido como o desenho é pensamento seminal na obra de Grinspum, de seu trabalho gráfico às esculturas. Sônia Salztein, em seu texto para a exposição, acrescenta: “Talvez se possa mesmo dizer que essa obra se realiza numa região indefinida entre o desenho e a escultura, e que seu desafio crucial seja manter-se numa tensão controlada entre esses dois lugares”. A mostra aponta outras questões, como diálogo e delimitação, que também marcam a produção da artista.
19:00 - 18:00
De 4 de setembro de 2019
a 19 de outubro de 2019
Studio Experience – SIM Galeria SIM Galeria , R. Sarandi, 113a - Cerqueira César, São Paulo - SP, 01414-010
Em mais uma iniciativa que busca aproximar público e artistas, os irmãos Laura e Guilherme Simões de Assis, da SIM Galeria, promovem ao logo desse semestre uma série de cinco visitas, uma a cada mês, aos ateliês de Julia Kater (17/08), Ricardo Alcaide (14/09), Marcelo Moscheta (05/10), Rodrigo Bivar (09/11) e Marina Weffort (07/12). O segundo encontro será com Ricardo Alcaide, no próximo sábado, dia 14 de setembro, às 11h. As inscrições podem ser realizadas até amanhã, sexta-feira, dia 13 pelo e-mail institucional@simgaleria.com. Quem participar terá a chance de conhecer o espaço de trabalho do artista e saber mais sobre sua carreira, inspirações, processo criativo e demais aspectos que permeiam seu trabalho.
11:00 - 11:00
De 17 de agosto de 2019
a 7 de dezembro de 2019
J. Carlos: originais + Harun Farocki: quem é responsável? Instituto Moreira Salles , Avenida Paulista, 2424 - São Paulo/SP
O IMS Paulista abre duas novas exposições: J. CARLOS: ORIGINAIS e HARUN FAROCKI: QUEM É RESPONSÁVEL?. A primeira apresenta a obra do ilustrador e cartunista J. Carlos (1884-1950), autor de uma das mais poderosas crônicas visuais do Brasil na primeira metade do século XX. A segunda, por sua vez, traz o trabalho do artista e cineasta alemão Harun Farocki (1944-2014), referência no campo da videoarte.
18:00 - 20:00
De 17 de setembro de 2019
a 26 de janeiro de 2020
Carlos Vergara: Prospectiva Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) , Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro - RJ
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro apresenta a partir de 14 de setembro de 2019 em seu Espaço Monumental a exposição “Carlos Vergara – Prospectiva”, que percorre a produção do celebrado artista, desde 2003 até obras recentes e inéditas, como as pinturas em grande formato – as maiores já realizadas por ele – a partir de monotipias feitas no Cais do Valongo e nos trilhos do bonde em Santa Teresa, bairro carioca onde mantém seu ateliê, no Rio de Janeiro. Outros destaques da exposição são as novas obras da série “Sudário”, com monotipias colhidas em sua viagem ao sul da França em maio último, quando percorreu o caminho do sagrado feminino, que teria sido trilhado pelas Três Marias – Maria Madalena, Maria Jacobé (ou Jacobina, mãe de Tiago), e Maria Salomé – e Santa Sara, a escrava egípcia que se tornou padroeira dos ciganos, em fuga dos romanos. A curadoria da exposição é de Carlos Vergara.
14:00 - 18:00
De 14 de setembro de 2019
a 12 de janeiro de 2020
Christian Cravo: Mariana Instituto Tomie Ohtake , Rua Coropé, 88 - Pinheiros, São Paulo
A exposição Mariana, homônima ao livro de Christian Cravo, com curadoria de Adriana Cravo, chega a São Paulo depois de passar por Salvador e Fortaleza, ambas na Caixa Cultural. Nesta segunda individual do fotógrafo baiano no Instituto Tomie Ohtake (a anterior foi Nos Jardins do Éden, em 2011), estão reunidas 26 fotografias impressas em fine art, que retratam as memórias humanas da maior tragédia ambiental do país: o rompimento da barragem de Fundão, que vitimou fatalmente 19 pessoas e desabrigou centenas de famílias em Mariana - Minas Gerais, em 2015. “A escolha das imagens, assim como o título que cada uma delas recebeu, teve a intenção de gerar empatia e aproximar o público do cotidiano roubado das pessoas que ali viviam até o momento da tragédia", explica a curadora.
19:00 - 18:00
De 18 de setembro de 2019
a 27 de setembro de 2020
36º Panorama da Arte Brasileira: Sertão MAM , Parque Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, s/n° - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04094-000
Sertão" é o título e o conceito proposto pela curadora Júlia Rebouças para articular o 36o Panorama, do qual participarão 29 artistas e coletivos, e que tem assistência curatorial de Maria Catarina Duncan. Após um extenso processo de pesquisa e viagens por diversas regiões do Brasil, incluindo cidades como Cachoeira (BA), Recife (PE), Brasília (DF), Florianópolis (SC), São Paulo e a região do Cariri cearense, a curadora convidou artistas que se relacionam com o conceito, entendendo a própria arte como “sertão” – em sua instância de experimentação e resistência –, contestando, portanto, o viés restritivamente geográfico facilmente associado à palavra. Sertão é apresentado nesta exposição como um modo de pensar e de agir, que tem a criação artística como um de seus importantes aspectos definidores.
10:00 - 18:00
De 17 de agosto de 2019
a 15 de novembro de 2019
NUNO – Poéticas têxteis contemporâneas Japan House , Av. Paulista, 52 - Bela Vista, São Paulo - SP
O universo têxtil japonês com sua riqueza e variedade de tecidos e estampas é a nova vertente da cultura japonesa a ser apresentada na Japan House São Paulo por meio da exposição ‘NUNO – Poéticas têxteis contemporâneas’, em cartaz de 20 de agosto a 27 de outubro de 2019. A mostra destaca peças criadas pela designer japonesa Reiko Sudo, da marca NUNO (palavra que significa tecido, em japonês) que desenvolve linhas estéticas, materiais e técnicas, muitas vezes reinterpretando a tradição têxtil do Japão para o mundo contemporâneo. Na exposição, com curadoria de Adélia Borges, crítica e historiadora de design; e de Mayumi Ito, consultora e fundadora do projeto comunitário Amaria, serão exibidos 35 diferentes tecidos feitos a partir de matérias-primas que vão de bashofu (fibra de bananeira produzida em Okinawa, no Japão), a páginas de jornais, passando por washi (papel japonês), cobre, plástico, borrachas, penas até materiais tradicionais, como algodão, seda, poliéster, lãs e feltro. A mostra ressalta a contribuição singular da NUNO para o design mundial contemporâneo com uma seleção de tecidos que evidencia a diversidade das técnicas, texturas, materiais e cores, incluindo as formas de produção artesanal, semi-industrial e industrial. Para expor tão rica extensa variedade de peças, o arquiteto Pedro Mendes da Rocha, responsável pela expografia da mostra, se inspirou na organicidade da vida e para apresentar uma grande árvore no térreo do centro cultural, cujos ‘galhos’ e ‘folhagens’ são representados por painéis, de 3,5m de largura, cada qual com um diferente tecido.
19:00 - 18:00
De 19 de agosto de 2019
a 27 de outubro de 2019
Histórias das Mulheres, Histórias Feministas MASP - Museu de Arte de São Paulo , Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP
Com curadoria de Julia Bryan-Wilson, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea do MASP, Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias e narrativas, e Mariana Leme, curadora assistente do museu, Histórias das mulheres: artistas antes de 1900 busca reposicionar a obra de artistas que trabalharam até o final do século 19, ao discutir a diferença de valor entre o universo masculino e o feminino e também entre arte e artesanato. A mostra terá nomes como Sofonisba Anguissola (circa 1532-1625), Artemisia Gentileschi (1593-1653), Judith Leyster (1609-1660), Angelica Kauffmann (1741-1804), Elisabeth-Louise Vigée-Lebrun (1755-1842) e Eva Gonzalès (1849-1883), além de pioneiras latino-americanas como Magdalena Mira Mena (1859-1930), Abigail de Andrade (1864-1890) e Berthe Worms (1868-1937). Além de pinturas que fazem parte do cânone da história da arte ocidental, a exposição apresentará uma série de têxteis de autoria desconhecida, cujos registros permitem afirmar que foram feitos por uma mulher, ou por mulheres, coletivamente. São trabalhos produzidos na Inglaterra, nos Estados Unidos, nos Andes latino-americanos, na Índia, no antigo Império Otomano, em dois países da África Mediterrânea (Marrocos e Egito) e também na Ásia (Filipinas e atual Uzbequistão). Já Histórias Feministas: artistas depois dos anos 2000 tem curadoria de Isabella Rjeille, curadora assistente do MASP, é um contraponto à mostra Histórias das mulheres: artistas antes de 1900, que busca reposicionar a obra de artistas que trabalharam até o final do século 19, ao discutir a diferença de valor entre o universo masculino e o feminino e também entre arte e artesanato. Histórias feministas: artistas depois de 2000 é um desdobramento do ciclo de 2017, Histórias da sexualidade, e não se propõe a esgotar um assunto tão extenso e complexo como a relação entre arte e feminismo, mas incitar novos debates a partir da produção de artistas cujas produções emergiram no século 21.
19:00 - 18:00
De 22 de agosto de 2019
a 19 de outubro de 2019
Flávio de Carvalho Galeria Almeida e Dale , R. Caconde, 152 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 01425-011
Uma das mais importantes referências da vanguarda brasileira do Séc. XX, a extensa obra do artista Flávio de Carvalho (1899-1973) estará em exposição, de 17 de agosto a 19 de outubro, na Galeria Almeida e Dale, em São Paulo. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli, a mostra foi originalmente apresentada na Sotheby's S2 Gallery, em Londres, em abril deste ano, sendo a primeira exposição individual dedicada a Flávio de Carvalho no Reino Unido, país onde viveu de 1914 a 1922.
10:00 - 18:00
De 17 de agosto de 2019
a 19 de outubro de 2019
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