“Chuck Coma sofreu uma lesão cerebral por hipóxia depois que seu colega de cela o estrangulou na penitenciária federal em Lewisburg, Pensilvânia, privando seu cérebro de oxigênio. Desde então, ele tem sofrido de perda de memória, alterações extremas de humor e tremores ocasionais. No momento de sua prisão, Coma estava lutando contra um grave PTSD devido ao serviço militar no Panamá e na Guerra do Golfo. Antes das guerras, ele era um pouco encrenqueiro, mas não tinha problemas sérios com a lei. Quando ele deixou o serviço, não conseguiu segurar um emprego e começou a assaltar bancos”. Shelton, Washington. EUA. 2019. | Crédito: Peter van Agtmael/Magnum Photos. Cortesia do fotógrafo.

O que acontece quando nós desfazemos o mundo?

Trabalhos de Peter van Agtmael, Steve McQueen e Emily Jacir refletem sobre conflito e não nos deixam esquecer de suas consequências cruéis

Colaboradores da edição #55

Veja quem são alguns dos colaboradores da edição #55 da arte!brasileiros
Ateliê do Jardim Miriam Arte Clube

Coletivos de artistas refletem espírito do tempo

Tanto a escolha de cinco coletivos como indicados para o Turner Prize, em 2021, como o anúncio de 14 coletivos como primeiros participantes da...

Maxwell Alexandre: ‘Pardo é Papel’ ou a grandeza épica de um...

Apresentada no Instituto Tomie Ohtake após passar por Lyon, Porto Alegre e Rio, mostra de Maxwell Alexandre retrata com caráter grandioso, consagrador e histórico pessoas negras em situações do dia a dia 
Iwajla Klinke, sem título, da série "Ritual Memories". Foto: Transarte

Instituto Transarte: por um um futuro LGBTQ+

Concebida por Maria Helena Peres Oliveira, galeria transforma-se em instituto, com espaço definitivo para assegurar a produção artística da comunidade 
Foto horizontal, colorida. Instalação A SOMA DOS DIAS, de Carlito Carvalhosa, no Museu de Arte Moderna de Nova York em 2011

Carlito Carvalhosa: o caráter transitório das coisas

A morte prematura de Carlito Carvalhosa no último mês de maio, aos 59 anos, despertou um forte sentimento de tristeza e impotência, expresso de...
Bem Me Quer, Mal Me Quer (2011), Sidney Amaral, exposta em VIVER ATÉ O FIM O QUE ME CABE - SIDNEY AMARAL: UMA APROXIMAÇÃO

Carta a Sidney Amaral

No contexto da realização da mostra “Viver até o fim o que me cabe! - Sidney Amaral: uma aproximação”, no Sesc Jundiaí, artista e curador Daniel Lima escreve uma correspondência direcionada ao artista paulistano, falecido em 2017
presente

“Presente”: uma publicação que surge do zelo e do diálogo

Concebida por Anna Maria Maiolino e Paulo Miyada em resposta à realidade do distanciamento social, Presente reúne trocas de correspondências entre curadores, artistas e pesquisadores como Lisette Lagnado, Tania Rivera e Dalton Paula
INLAND é um dos coletivos a participar da documenta 15

Documenta de Kassel mira experiências coletivas na arte

Há muito que a ideia do artista isolado em seu ateliê soa como uma imagem antiquada para descrever o campo de produção das práticas...

Uma trienal em curso

Em meio a um contexto pandêmico e de crise política, quais são as possibilidades curatoriais e expositivas? Essa foi uma das perguntas que guiou...