"Atlântico" (2016), Arjan Martins. Foto: A Gentil Carioca.

12 livros de arte para ler em 2022

A arte!brasileiros preparou uma lista com 12 livros lançados em 2021 que dialogam com o mundo das artes e nos ajudam a pensá-lo criticamente

A Pina como praça pública

Vocacionado ao contemporâneo, novo prédio reforça relação com seu entorno e marca ênfase em poéticas que ainda não encontram ambiente igualitário nos museus
Foto horizontal, colorida. Instalação A SOMA DOS DIAS, de Carlito Carvalhosa, no Museu de Arte Moderna de Nova York em 2011

Carlito Carvalhosa: o caráter transitório das coisas

A morte prematura de Carlito Carvalhosa no último mês de maio, aos 59 anos, despertou um forte sentimento de tristeza e impotência, expresso de...
Pôster de "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha. Crédito: Reprodução.

Glauber Rocha retorna a Cannes

Restauração de "Deus e Diabo na Terra do Sol", obra seminal da primeira fase do Cinema Novo, retorna a Cannes em seção especial dedicada a clássicos

Colaboradores da edição #67

Veja quem são alguns dos colaboradores da edição #67 da arte!brasileiros
Germana Monte-Mór

Depois de tudo

O crítico, professor e curador Rodrigo Naves faz uma análise da obra de Germana Monte-Mór, que até 5 de novembro apresenta, na Galeria Estação, cerca de 25 pinturas, feitas durante a pandemia

Bienal das Amazônias quer lançar nova luz sobre a produção simbólica...

Há mais de duas décadas, a produtora cultural paraense Lívia Condurú acalenta o desejo de criar uma Bienal das Amazônias, que finalmente terá sua...
Foto vertical, colorida. Capa do livro TEMPOS MODERNOS: ARTE, TEMPO, POLÍTICA, de Jacques Rancière

Rancière revê modernismo

Em "Tempos modernos – arte, tempo, política", autor usa como referências apenas textos de homens brancos da Europa e Estados Unidos
arte além da arte

Arte além da arte?

V Seminário ARTE!Brasileiros: ARTE além da ARTE, Diana Wechsler escreve sobre o tema do evento
Imagem horizontal, colorida. Vista da exposição SANTÍDIO PEREIRA INCISÕES RECORTES ENCAIXES, na Fundação Iberê Camargo. Sala com paredes brancas e chão de madeira. À esquerda, dois quadros grandes, lado a lado; à direita um quadro de mais de 2 metros de altura; ao centro um quadro grande, de cerca de 1 metro, ao lado de uma sequência de 6 pequenos quadros. Todos os trabalhos são xilogravuras de bromélias.

Santídio Pereira expõe na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre

Com obras que revisitam memórias da infância, "Santídio Pereira: incisões recortes encaixes" é primeira individual do artista em um museu