A Bienal de Arquitetura de São Paulo contra a megalomania

Intitulada "Todo Dia", a 12a edição da mostra se volta para o cotidiano através de trabalhos multidisciplinares e multímidia apresentados no Sesc 24 de Maio e no CCSP

Bienal das Amazônias quer lançar nova luz sobre a produção simbólica...

Há mais de duas décadas, a produtora cultural paraense Lívia Condurú acalenta o desejo de criar uma Bienal das Amazônias, que finalmente terá sua...

O trabalho de ser livre

Leia o editorial que acompanha a edição 45 da revista ARTE!Brasileiros
Sem título, José Antonio da Silva, na exposição Raio-que-o-parta

Visualidade exuberante em tom crítico

Fabio Cypriano escreve crítica da exposição “Raio-que o parta: ficções do moderno no Brasil”, no Sesc 24 de Maio

Práticas contra-hegemônicas em contextos hegemônicos

A educadora Gleyce Heitor defende iniciativas como atuar sobre a dimensão pública das instituições culturais, com políticas de gratuidade, mobilidade e pertencimento, entre outras
panorama

37ª edição do Panorama da Arte Brasileira anuncia curadores e título...

Com curadoria de Cauê Alves, Claudinei Roberto da Silva, Cristiana Tejo e Vanessa Davidson, mostra bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo abre em julho e levanta debates sobre ausências e contradições na cultura nacional

Boa obsessão por trás da linha

Impressões acerca da exposição "Protolivro", de Edith Derdyk, na Casa de Cultura do Parque

Colaboradores da edição #70

Fabio Cypriano é crítico de arte, professor e diretor da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da PUC-SP. Nesta edição, Cypriano assina as...
arte negra

Rompendo a cumplicidade entre o dispositivo estético e o colonial: arte...

Márcio Seligmann-Silva analisa narrativas acerca da história da arte negra afrodescendente brasileira, que envolve uma série de repetições traumáticas ao longo do tempo
Imagem horizontal, colorida. Vista da exposição SANTÍDIO PEREIRA INCISÕES RECORTES ENCAIXES, na Fundação Iberê Camargo. Sala com paredes brancas e chão de madeira. À esquerda, dois quadros grandes, lado a lado; à direita um quadro de mais de 2 metros de altura; ao centro um quadro grande, de cerca de 1 metro, ao lado de uma sequência de 6 pequenos quadros. Todos os trabalhos são xilogravuras de bromélias.

Santídio Pereira expõe na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre

Com obras que revisitam memórias da infância, "Santídio Pereira: incisões recortes encaixes" é primeira individual do artista em um museu