Para respirar liberdade, 70 anos da declaração dos direitos humanos

Concebida pelo SESC_SP e o Instituto Vladimir Herzog, a exposição do artista Otávio Roth (1952-1993) é uma chuva de resistência na tempestade que nos assola

A fotografia e a representação do cotidiano

Desde que a fotografia foi inventada, ou melhor, apresentada ao público nas primeiras décadas do século 19, ela se tornou representante ou narradora da...

Colaboradores da edição #56

Veja quem são alguns dos colaboradores da edição #55 da arte!brasileiros
panorama

37ª edição do Panorama da Arte Brasileira anuncia curadores e título...

Com curadoria de Cauê Alves, Claudinei Roberto da Silva, Cristiana Tejo e Vanessa Davidson, mostra bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo abre em julho e levanta debates sobre ausências e contradições na cultura nacional

Guerras Culturais crescem nas redes sociais

Por que ataques a instituições culturais e obras de arte são usadas como instrumentos da direita, a partir de algoritmos que valorizam discursos de ódio
Sem título, José Antonio da Silva, na exposição Raio-que-o-parta

Visualidade exuberante em tom crítico

Fabio Cypriano escreve crítica da exposição “Raio-que o parta: ficções do moderno no Brasil”, no Sesc 24 de Maio
José Antonio da Silva

O caipira moderno

Obra do pintor José Antônio da Silva oferece chaves de leitura de importante momento de virada na história do Brasil, em termos socioambientais, artísticos e formais
Novo MASP

Novo MASP: projeto corajoso, acerta o caminho sobre um fio de...

Por Pedro Mendes da Rocha Pensando sobre o Anexo do MASP Soube de algumas críticas ao projeto e quero dizer que gostei muito dele. Em...

15ª Bienal Naïfs do Brasil — Sesc Piracicaba

Assista ao vídeo em que as curadoras Renata Felinto e Ana Avelar falam sobre o conceito da mostra e sobre as atividades digitais criadas durante o isolamento social; saiba também quem são os artistas premiados nesta edição
arte negra

Rompendo a cumplicidade entre o dispositivo estético e o colonial: arte...

Márcio Seligmann-Silva analisa narrativas acerca da história da arte negra afrodescendente brasileira, que envolve uma série de repetições traumáticas ao longo do tempo