“Chuck Coma sofreu uma lesão cerebral por hipóxia depois que seu colega de cela o estrangulou na penitenciária federal em Lewisburg, Pensilvânia, privando seu cérebro de oxigênio. Desde então, ele tem sofrido de perda de memória, alterações extremas de humor e tremores ocasionais. No momento de sua prisão, Coma estava lutando contra um grave PTSD devido ao serviço militar no Panamá e na Guerra do Golfo. Antes das guerras, ele era um pouco encrenqueiro, mas não tinha problemas sérios com a lei. Quando ele deixou o serviço, não conseguiu segurar um emprego e começou a assaltar bancos”. Shelton, Washington. EUA. 2019. | Crédito: Peter van Agtmael/Magnum Photos. Cortesia do fotógrafo.

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Christian Dunker é professor titular em Psicanálise e Psicopatologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, com pós-doutorado em patologias da...
FARSA - sesc pompeia

“FARSA. Língua, fratura, ficção: Brasil-Portugal” no Sesc Pompeia

"Como sentimos a linguagem nos dias de hoje?". Essa é uma das perguntas que guiou Marta Mestre e Pollyana Quintella na curadoria de FARSA....

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A civilização em disputa

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Museu de Arte do Rio de Janeiro passa por momento crítico, assim como a maioria das instituições culturais brasileiras. Leia os comentários de Paulo Herkenhoff sobre o MAR e de Katia de Marco sobre instituições como o Parque Lage e o Museu do Amanhã
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A produção de quatro artistas vive momento especial na busca de espaço para mostrar seus trabalhos
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Centenário León Ferrari: memórias sobre o artista

Figuras de importante atuação no mundo da arte, Alex Flemming, Andrea Giunta, Leonor Amarante e Regina Silveira escrevem sobre León, artista, colega e amigo