O obsceno da imagem

Nem toda fotografia é reparadora como pretendeu, por exemplo, a Bienal de Berlim, ao expor uma obra com registros de prisioneiros torturados em Abu Ghraib, no Iraque
Luiz Zerbini, "A Primeira missa", 2014. Foto: Pat Kilgore.

Reapropriar para reparar: o centenário da Semana de 22 sob a...

Exposições, livros e debates lançam luz sobre o marco deflagrador das vanguardas históricas brasileiras a partir de problemáticas inexistentes para os artistas da época, como as questões de raça, etnia e gênero 

Coroa de Espinhos

Apesar de dolorosa como um espinho na alma, passamos por uma experiência que pode ser profundamente transformativa.
Lula São Bernardo

A presença do mistério em São Bernardo

Ele se atomizou e implodiu a todos. Repito, a ele e a todos. A energia foi gigantesca. Imanência e emanência nuclear. E tudo vibrava...
elle filme

A fantasia do estupro e a cultura do estupro

Há muitas maneiras de definir uma cultura e há quase tantas culturas quanto maneiras de defini-las. Duas distinções podem nos ajudar a reduzir um...

Fotografia e modernidade no espelho turvo da literatura. Brasil, séc. XIX

A partir da obra de importantes autores do período, Tadeu Chiarelli destaca referências à fotografia nos romances e como elas refletem as contradições de um país em que conviviam a escravidão e signos explícitos da modernidade

Intoxicação Digital Infantil

Toda reformulação de tecnologias convida a reconstrução de nossas formas de cuidado e educação de crianças. Tememos por seus efeitos deletérios e sonhamos com...

De Geiger a Sidney Amaral: o colapso do autorretrato continua

Artistas brasileiros representam corpos para além de um "selfie artístico", buscando reflexões longe da exploração da subjetividade burguesa
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Segall e Picasso; alegoria e instante decisivo; pintura e fotografia

Tendo em vista as discussões sobre o modernismo e a Semana de Arte Moderna de 1922, uma questão que permanece fora do debate diz...
A primeira festa na propaganda do lança-perfume (Foto- Reprodução)

Carnaval em dose dupla

A morte do Barão do Rio Branco provocou luto no Rio de Janeiro, mas também duas folias em 1912 – uma em fevereiro, outra em abril