A empatia como experiência estética

Os limites de nossa capacidade de empatia são também os limites de nossa experiência de linguagem, de nossa forma ótica e de nossa própria condição; no contexto da pandemia do coronavírus, quando solidariedade e empatia se mostram ainda mais necessárias, relembramos texto do psicanalista Christian Dunker

O prêmio e os acervos

Impressões sobre o Projeto Prêmio Diário Contemporâneo, realizado pelo Museu do Estado do Pará (MEP) e pelo Museu de Arte da Universidade Federal do Pará (MUFPA)

A produção recente de Alfredo Nicolaiewsky ou a arte que dá...

Estar frente a uma verdadeira obra de arte acabada ou acompanhar sua constituição, são experiências com pontos em comum? A partir de sua participação em um grupo de WhatsApp, nesses meses de pandemia, o autor tenta demonstrar que sim!

Giselle Beiguelman contra a barbárie e a indiferença

Confira texto de Tadeu Chiarelli sobre as instalações de Beiguelman no Museu da Cidade

FHC e a missão histórica do PSDB

Por volta de 1980, Fernando Henrique Cardoso tomou uma decisão importante. Ele tinha sido eleito suplente de senador em 1978, com votos que iam...

Democracia?

Li em algum lugar, e me soou verdadeiro, que desde o início dos tempos a liberdade de uns se dá à custa da servidão de outros

Conversa de Bar(r)

Crítico, curador e professor da USP, Tadeu Chiarelli estreia coluna na ARTE!Brasileiros
Detalhe de uma obra da artista plástica mineira Sonia Gomes, presente na 35ª Bienal de São Paulo. Foto: Eduardo Simões

Querida Patricia ou … A arte é que é isto

Neste artigo, Tadeu Chiarelli lança mão de um expediente do poeta francês Charles Baudelaire (1821-1867), que de modo recorrente escrevia suas críticas como cartas ao editor.

O crime da mala

No passado, o apetrecho não tinha rodinhas nem escondia dinheiro. No caso mais famoso, levava o corpo de uma bela garota italiana

O doutor e os monumentos

Em 2020, a primeira maquete do "Monumento às Bandeiras", de Brecheret, completará 100 anos. A partir de uma tela de Almeida Jr., Tadeu Chiarelli expõe as demandas da burguesia paulistana para homenagear os bandeirantes, contrapondo-as aos novos posicionamentos contra os bandeirantes e o próprio Monumento