Morre Almir Mavignier, expoente do construtivismo

Geometría é a matriz da obra de Almir da Silva Mavignier, artista carioca que morreu no início deste mês em Hamburgo, onde morava. Ele...

Construir paraquedas coloridos? Corona e os sonhos para além do apocalipse...

Márcio Seligmann-Silva comenta o novo livro de Krenak e a situação de isolamento em tempos de pandemia e barbárie necropolítica, propondo leituras de Kopenawa, Benjamin e Celan

Podcast ‘O Ateliê’ aborda denúncias de relações abusivas no circuito de...

Os bastidores de uma fatia do mundo das artes visuais ganharam inesperado alcance graças ao podcast O Ateliê, projeto do jornalista Chico Felitti. No...
Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.
Marcel Giró

A aura, a reprodutibilidade e o vintage

O que diria Walter Benjamin se reaparecesse por aqui? Como reagiria frente à arte e sua reprodutibilidade depois, sobretudo, da internet e dos smartphones?

Juruna e a propina para eleger presidente

O deputado federal xavante embolsou, mas depois devolveu, suborno para votar em Paulo Maluf nas eleições presidenciais indiretas de 1985

Hegel versus Nietzsche

A dialética cura. Anos atrás, traduzi um artigo de Gérard Lebrun, no qual ele dizia que "a dialética pacifica". Para ele, isso era uma critica,...
Dias antes da abertura da 1ª Bienal de Veneza, toda cidade discutia a pintura Supremo Convegno, do italiano Giacomo Grosso, sem ainda tê-la visto.

Em 1895, a 1ª Bienal de Veneza põe a censura para...

O primeiro grande escândalo de censura a uma obra de arte, envolvendo até o Vaticano, ocorre em 1895, em plena Belle Époque, quando o...
enterro edson luis

Os tiros de março

Cinquenta anos antes da execução de Marielle, o assassinato do estudante Edson Luís parou o Rio de Janeiro

Para empoderar as mulheres (e os negros)

Não dá para esperarmos que o mero passar do tempo promova a igualdade real de nossos compatriotas