Bakun e a vida das coisas
Em visita à exposição de Miguel Bakun na Galeria Simões de Assis, em São Paulo, Tadeu Chiarelli rememora seu primeiro contato com a obra do artista
Apesar de montagem confusa, “À Nordeste” aponta para questões urgentes
Com disposição para permanecer naquele espaço labiríntico, o público encontrará bons motivos para visitar a exposição
O crime da mala
No passado, o apetrecho não tinha rodinhas nem escondia dinheiro. No caso mais famoso, levava o corpo de uma bela garota italiana
A produção recente de Alfredo Nicolaiewsky ou a arte que dá...
Estar frente a uma verdadeira obra de arte acabada ou acompanhar sua constituição, são experiências com pontos em comum? A partir de sua participação em um grupo de WhatsApp, nesses meses de pandemia, o autor tenta demonstrar que sim!
Os autorretratos de Tarsila, parte III: as várias ressignificações de uma...
O crítico e colunista da arte!brasileiros Tadeu Chiarelli conclui sua série de artigos sobre os autorretratos de Tarsila do Amaral ao analisar estas imagens que iriam se transformar em ícones da produção da artista e, no limite, do próprio modernismo paulista
“Muleta” burocrática para censura no Masp é metástase do autoritarismo
Jotabê Medeiros escreve sobre recentes episódios no Masp que questionam aspecto democrático do museu paulista
Monteiro Lobato crítico de arte. De novo [ou ainda]
Tadeu Chiarelli debate a crítica de arte de Lobato a partir de um contexto mais amplo do que a cena paulistana de 1917, trazendo outros dados para se refletir sobre a atuação do escritor
Formalização e Temporalidade nos Museus
Curadoria como sistemas simbólicos em conflito, 2] Forma estética e contradição social
Resumo
Pretendo mostrar como as práticas de mediação convidam ao encontro com a obra...
Mostra na Pinacoteca revela projeto indigenista de Ernesto Neto
"Poucos artistas conseguem atualizar a radicalidade da produção artística brasileira, onde o corpo fazia parte da obra, nos anos 1960 e 1970, como Neto", escreve Fabio Cypriano sobre a mostra "Sopro"
Ensaio sobre o “Tosco Brasileiro” na Filosofia e nas Artes
É possível que daqui a dez ou quinze anos os historiadores da arte venham a caracterizar este período, entre 2016 a 2022, como o apogeu do "Tosco Brasileiro"










![Monteiro Lobato crítico de arte. De novo [ou ainda] monteiro](https://artebrasileiros.com.br/wp-content/uploads/2021/09/anita-mulher-cabelos-verdes-324x235.jpg)



