Lyz Parayzo, obra da série "Bixinha", 2022. Foto: Filipe Berndt

Concreto, neoconcreto: a semantização continua

Tadeu Chiarelli comenta a obra de diversos artistas que travaram diálogos com as correntes construtivas, desde Rubem Valentim e Nelson Leirner até Lyz Parayzo e Jaime Lauriano
Othelo, O Grande

O Grande e o pequeno, ou quando Del Picchia conheceu Grande...

Faz alguns dias assisti a um dos documentários mais interessantes lançados recentemente no Brasil com direção de Lucas H. Rossi dos Santos, Othelo, o...

Pode haver Facebook sem ódio?

Por que o Facebook virou uma arena que não vive sem o ódio? me pergunto. Não passam dois ou três dias sem que surja...
A primeira festa na propaganda do lança-perfume (Foto- Reprodução)

Carnaval em dose dupla

A morte do Barão do Rio Branco provocou luto no Rio de Janeiro, mas também duas folias em 1912 – uma em fevereiro, outra em abril
modernismo

Que pena Oswald não ter nascido no Rio, né?

Interessante como, mais uma vez, a tradição beletrista brasileira põe de escanteio as artes visuais e seu circuito, quando se trata de refletir sobre...

Pombagiras e a Multidão de Mulheres

*Por Maria Gabriela Saldanha Neste 8 de março, com o avanço conservador que propaga o ódio a minorias, respondendo pelo acirramento da perseguição às religiões...
CHRISTIAN DUNKER

Ensaio sobre o “Tosco Brasileiro” na Filosofia e nas Artes

É possível que daqui a dez ou quinze anos os historiadores da arte venham a caracterizar este período, entre 2016 a 2022, como o apogeu do "Tosco Brasileiro"

Alguma coisa acontece no meu coração: as imagens de São Paulo

O crítico e curador Tadeu Chiarelli analisa, a partir da obra "Não entre à esquerda", de Maurício Nogueira Lima, a representação da cidade de São Paulo feita em fotografias e pinturas em diferentes momentos do século XX

A obra de Anna Bella Geiger e o colapso do autorretrato...

Reflexões a partir do contato direto com a mostra individual "Brasil nativo, Brasil Alienígena", que ocupa o Masp e o Sesc Avenida Paulista

Construir paraquedas coloridos? Corona e os sonhos para além do apocalipse...

Márcio Seligmann-Silva comenta o novo livro de Krenak e a situação de isolamento em tempos de pandemia e barbárie necropolítica, propondo leituras de Kopenawa, Benjamin e Celan