Os autorretratos de Tarsila, parte I: a espanhola
Trazendo novas perspectivas para o debate sobre o modernismo paulistano, Tadeu Chiarelli discute os primeiros autorretratos de Tarsila do Amaral que, até o momento, não receberam a devida atenção
Que pena Oswald não ter nascido no Rio, né?
Interessante como, mais uma vez, a tradição beletrista brasileira põe de escanteio as artes visuais e seu circuito, quando se trata de refletir sobre...
A Lógica do Tosco Brasileiro não é sem Gambiarra
O psicanalista e professor da USP Christian Dunker responde ao texto da pesquisadora e professora da UFMG Sabrina Sedlmayer
Onde os grafites gritam: São Paulo nos 90 anos do Plano...
Duas vezes prefeito de São Paulo, Prestes Maia foi o grande responsável pelo o que a cidade se tornou; neste artigo, Tadeu Chiarelli chama a atenção para como o ex-prefeito pensava (ou não pensava) a arte para espaços públicos
Intoxicação Digital Infantil
Toda reformulação de tecnologias convida a reconstrução de nossas formas de cuidado e educação de crianças. Tememos por seus efeitos deletérios e sonhamos com...
A aura, a reprodutibilidade e o vintage
O que diria Walter Benjamin se reaparecesse por aqui? Como reagiria frente à arte e sua reprodutibilidade depois, sobretudo, da internet e dos smartphones?
Construir paraquedas coloridos? Corona e os sonhos para além do apocalipse...
Márcio Seligmann-Silva comenta o novo livro de Krenak e a situação de isolamento em tempos de pandemia e barbárie necropolítica, propondo leituras de Kopenawa, Benjamin e Celan
As cascas de banana e o Estado Novo
Sob o pretexto de uma ameaça comunista, Getúlio Vargas decretou há 80 anos um regime de extrema direita nacionalista inspirado no fascismo
Gêneros e seus descontentes
Quando estive na Inglaterra, em 2001, o ambiente acadêmico fervilhava em torno da herança das teorias feministas dos anos 1970, agora revigoradas em estudos...
Mostra na Pinacoteca revela projeto indigenista de Ernesto Neto
"Poucos artistas conseguem atualizar a radicalidade da produção artística brasileira, onde o corpo fazia parte da obra, nos anos 1960 e 1970, como Neto", escreve Fabio Cypriano sobre a mostra "Sopro"














