O AI-5 e a Pré-Bienal de Paris
Horas antes da abertura da exposição dos artistas selecionados para a Bienal de Paris de 1969, militares chegaram ao Museu de Arte Moderna do...
A Caipirinha e o Francês: Tarsila do Amaral e a devoração...
O crítico Tadeu Chiarelli aponta como o contato da artista brasileira com o trabalho do artista francês inspirou sua produção
Pode haver Facebook sem ódio?
Por que o Facebook virou uma arena que não vive sem o ódio? me pergunto. Não passam dois ou três dias sem que surja...
Walter Firmo: Uma apologia da imagem
O Instituto Moreira Salles de São Paulo apresenta a exposição "No verbo do Silêncio a Síntese do Grito" do fotógrafo carioca Walter Firmo
As mulheres e a resistência antifascista
Elas entraram para a História com a cabeça erguida. Assumiram fábricas, enfermarias e também foram para o front
Justiça Escolar
A greve de 28 de abril, contra as reformas ora em curso no Brasil, envolveu boa parte da população em diversos estados do Brasil,...
2018 deve definir destino de Inhotim
Em um ano para lá de difícil na cena das artes visuais, marcado por censuras e protestos idiotizantes, 2017 terminou com uma péssima notícia:...
É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?
Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los
Os autorretratos de Tarsila, parte II: a imagem “Achiropita”
Após analisar os primeiros autorretratos de Tarsila do Amaral, o crítico Tadeu Chiarelli publica texto em que fala sobre um segundo período do trabalho da artista, em que seus retratos abandonam a referência às “paquitas" espanholas e passam a dialogar com imagens suntuosas da tradição católica














