Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.
Obra de Tatiana Blass exposta na individual "Reviravolta", na Galeria Millan. Foto: Divulgação

Tatiana Blass: no limiar da matéria e do vazio

O crítico de arte e curador Tadeu Chiarelli escreve sobre a nova exposição de Tatiana Blass, "Reviravolta", em cartaz na Galeria Millan
"Lute", de Rubens Gerchman, no Instituto Vladimir Herzog. Foto: Reprodução.

Novo ataque do governo à cultura golpeia a própria economia

Estudos demonstram a relação direta entre o investimento e a criação de empregos nos setores criativos
"DAS AVÓS", 2019, videoinstalação de Rosana Paulino. Foto: Videobrasil.

Decolonial, des-outrização: imaginando uma política pós-nacional e instituidora de novas subjetividades...

A partir de discussão levantada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung na circunstância da 21a Bienal Sesc_VideoBrasil, Márcio Seligmann-Silva reflete sobre as questões colonial e pós-colonial, extremamente relevantes no atual contexto global; texto será publicado em duas partes

Apesar de montagem confusa, “À Nordeste” aponta para questões urgentes

Com disposição para permanecer naquele espaço labiríntico, o público encontrará bons motivos para visitar a exposição

Democracia?

Li em algum lugar, e me soou verdadeiro, que desde o início dos tempos a liberdade de uns se dá à custa da servidão de outros

É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?

Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los

Coroa de Espinhos

Apesar de dolorosa como um espinho na alma, passamos por uma experiência que pode ser profundamente transformativa.
monteiro

Monteiro Lobato crítico de arte. De novo [ou ainda]

Tadeu Chiarelli debate a crítica de arte de Lobato a partir de um contexto mais amplo do que a cena paulistana de 1917, trazendo outros dados para se refletir sobre a atuação do escritor

Sonhar a Síria

Nada menos se deve querer que emerja depois de tanta dor, tanto sangue