“Me desculpe, Anita dear”
Em setembro de 1928, de volta a São Paulo após cinco anos em Paris, Anita Malfatti deparou-se com o marasmo cultural da cidade. Marasmo...
Reapropriar para reparar: o centenário da Semana de 22 sob a...
Exposições, livros e debates lançam luz sobre o marco deflagrador das vanguardas históricas brasileiras a partir de problemáticas inexistentes para os artistas da época, como as questões de raça, etnia e gênero
“Monumento às Bandeiras”, de Brecheret: o passado presente
O Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, também conhecido como Empurra-empurra e por Deixe que eu empurro, tem mais de cem anos, se levarmos...
Em 1895, a 1ª Bienal de Veneza põe a censura para...
O primeiro grande escândalo de censura a uma obra de arte, envolvendo até o Vaticano, ocorre em 1895, em plena Belle Époque, quando o...
Decolonial, des-outrização: imaginando uma política pós-nacional e instituidora de novas subjetividades...
A partir de discussão levantada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung na circunstância da 21a Bienal Sesc_VideoBrasil, Márcio Seligmann-Silva reflete sobre as questões colonial e pós-colonial; leia a segunda parte do texto
Não terminou de acabar
*Por Paulo Miyada.
A exposição “AI-5 50 Anos - Ainda não terminou de acabar” encerrou-se no dia 4 de Novembro, uma semana após o término...
As mulheres e a resistência antifascista
Elas entraram para a História com a cabeça erguida. Assumiram fábricas, enfermarias e também foram para o front
Universalismo e Particularização: Determinação e Indeterminação
Apresentamos aqui o sétimo e último texto referente à serie "A Educação do Olhar e a Leitura de Imagens - Desafios Éticos pra os Museus"...
BACON E MÁRIO DE ANDRADE NO MASP: UM ENCONTRO ESQUISITO |...
PARTE DOIS
Pelo fato da mostra Mário de Andrade. Duas Vidas ter sido concebida a partir das obras colecionadas pelo crítico, quando desci até o...
Artistas de ascendência africana na arte brasileira: presença/ausência?
Em novo texto em sua coluna, o crítico e curador Tadeu Chiarelli se debruça sobre a virtual ausência de artistas negros na história hegemônica da arte no Brasil, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX














