Antropofagia versus modernismo

No contraponto entre os dois movimentos, é importante recuperar o debate em torno das artes visuais e a memória de Oswaldo Costa, importante crítico da cultura e da arte da segunda metade da década de 20, em São Paulo

PretaAtitude. Emergências, insurgências, afirmações: arte afro-brasileira contemporânea

O colunista Tadeu Chiarelli escreve sobre a exposição PretAtitude, em cartaz no Sesc Vila Mariana
A primeira festa na propaganda do lança-perfume (Foto- Reprodução)

Carnaval em dose dupla

A morte do Barão do Rio Branco provocou luto no Rio de Janeiro, mas também duas folias em 1912 – uma em fevereiro, outra em abril

Pode haver Facebook sem ódio?

Por que o Facebook virou uma arena que não vive sem o ódio? me pergunto. Não passam dois ou três dias sem que surja...

A sinhá modernista?

O que me levou a ler todo o romance biográfico de autoria de Luiza Lobo, Fábrica de Mentiras: do Vale do Café ao Arco...

O ovo da serpente e a reascensão da extrema-direita

A intolerância que assola o Brasil tem raízes nos “galinhas verdes”, como eram chamados os seguidores de Plínio Salgado
Marcel Giró

A aura, a reprodutibilidade e o vintage

O que diria Walter Benjamin se reaparecesse por aqui? Como reagiria frente à arte e sua reprodutibilidade depois, sobretudo, da internet e dos smartphones?

Sonhar a Síria

Nada menos se deve querer que emerja depois de tanta dor, tanto sangue
"DAS AVÓS", 2019, videoinstalação de Rosana Paulino. Foto: Videobrasil.

Decolonial, des-outrização: imaginando uma política pós-nacional e instituidora de novas subjetividades...

A partir de discussão levantada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung na circunstância da 21a Bienal Sesc_VideoBrasil, Márcio Seligmann-Silva reflete sobre as questões colonial e pós-colonial, extremamente relevantes no atual contexto global; texto será publicado em duas partes
Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.