Sobre a boa aparência do Presidente
Pesquisa apontou que 27% dos eleitores de Bolsonaro votariam nele por sua imagem pessoal; Tadeu Chiarelli escreve sobre o assunto
O antigo MAM, o MAC USP e a coleção do ex-banqueiro
Ex-diretor do MAC USP, Tadeu Chiarelli traça em sua coluna um paralelo entre a criação do museu, em 1963, a partir da doação da coleção do antigo MAM-SP, e o período recente em que o museu foi responsável pela guarda da Coleção Banco Santos
Antropofagia versus modernismo
No contraponto entre os dois movimentos, é importante recuperar o debate em torno das artes visuais e a memória de Oswaldo Costa, importante crítico da cultura e da arte da segunda metade da década de 20, em São Paulo
Marc Ferrez e Man Ray em São Paulo: visões distintas sobre...
Exposições dedicadas aos fotógrafos, uma no IMS e outra no CCBB, são certamente duas das mais importantes mostras retrospectivas apresentadas na cidade em 2019
A imagem que pretendia mudar a percepção do mundo
Na estreia de sua nova coluna, Simonetta Persichetti analisa a imagem do atentado às Torres Gêmeas, coloca questões acerca da força atribuída a ela e lembra a importância de considerar a construção de uma fotografia
Luz del Fuego e o “Meu corpo, minhas regras”
Ela era irreverência pura. Nascida há 101 anos e criada para reproduzir os valores da família tradicional, Dora Vivacqua tomou outros rumos. Não por...
As cascas de banana e o Estado Novo
Sob o pretexto de uma ameaça comunista, Getúlio Vargas decretou há 80 anos um regime de extrema direita nacionalista inspirado no fascismo
Aproximações e distanciamentos entre J. Carlos e Mucha na avenida Paulista
Exposições simultâneas do artista brasileiro, no Instituto Moreira Salles, e do tcheco, no Centro Cultural Fiesp, permitem contato com questões fundamentais para as artes gráficas e para a sociedade desde o fim do século 19 até os dias de hoje
Artistas de ascendência africana na arte brasileira: presença/ausência?
Em novo texto em sua coluna, o crítico e curador Tadeu Chiarelli se debruça sobre a virtual ausência de artistas negros na história hegemônica da arte no Brasil, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX














