FHC e a missão histórica do PSDB

Por volta de 1980, Fernando Henrique Cardoso tomou uma decisão importante. Ele tinha sido eleito suplente de senador em 1978, com votos que iam...
Grevistas em frente à Crespi, a primeira fábrica a parar em 1917 (Foto: reprodução)

Até crianças cruzaram os braços na greve geral de 1917

Elas trabalhavam nas fábricas e, como as mulheres, ganhavam menos ainda que os homens. Há 100 anos todos pararam, lutando por seus direitos

Hegel versus Nietzsche

A dialética cura. Anos atrás, traduzi um artigo de Gérard Lebrun, no qual ele dizia que "a dialética pacifica". Para ele, isso era uma critica,...

Apesar de montagem confusa, “À Nordeste” aponta para questões urgentes

Com disposição para permanecer naquele espaço labiríntico, o público encontrará bons motivos para visitar a exposição

Dora Longo Bahia: de frente pro crime

Tadeu Chiarelli escreve sobre exposição da artista, em cartaz na Galeria Vermelho

Construção de Series Históricas e Leitura Crítica das Imagens

  Leia também: 1] Curadoria como sistemas simbólicos em conflito, 2] Forma estética e contradição social   3] Formalização e Temporalidade 4] Arquitetura e Espaço: a Soberania das Imagens 5] Lugar, Voz e Linguagem:...

BACON E MÁRIO DE ANDRADE NO MASP: UM ENCONTRO ESQUISITO |...

PARTE DOIS Pelo fato da mostra Mário de Andrade. Duas Vidas ter sido concebida a partir das obras colecionadas pelo crítico, quando desci até o...

Sonhar a Síria

Nada menos se deve querer que emerja depois de tanta dor, tanto sangue
Lyz Parayzo, obra da série "Bixinha", 2022. Foto: Filipe Berndt

Concreto, neoconcreto: a semantização continua

Tadeu Chiarelli comenta a obra de diversos artistas que travaram diálogos com as correntes construtivas, desde Rubem Valentim e Nelson Leirner até Lyz Parayzo e Jaime Lauriano
Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.