“Vocês acham os portugueses brancos?” A arte “afro-brasileira” como construção
“Levando-se em conta o nível de seu alcance historiográfico e crítico, entendi estar frente a um dos principais acontecimentos no campo da história da arte no Brasil dos últimos anos”, escreve Tadeu Chiarelli sobre "Arte afro-brasileira: Altos e baixos de um conceito”, livro de Renato Araújo da Silva; leia a resenha e acesse a obra
Que pena Oswald não ter nascido no Rio, né?
Interessante como, mais uma vez, a tradição beletrista brasileira põe de escanteio as artes visuais e seu circuito, quando se trata de refletir sobre...
“Me desculpe, Anita dear”
Em setembro de 1928, de volta a São Paulo após cinco anos em Paris, Anita Malfatti deparou-se com o marasmo cultural da cidade. Marasmo...
A fantasia do estupro e a cultura do estupro
Há muitas maneiras de definir uma cultura e há quase tantas culturas quanto maneiras de defini-las. Duas distinções podem nos ajudar a reduzir um...
Em processo de assentamento, FAMA causa fascínio e é um presente...
Com exposição curada por Aracy Amaral e coleção de vocação pública, Fábrica de Arte Marcos Amaro tem tudo para se transformar numa usina de arte e conhecimento
Luz del Fuego e o “Meu corpo, minhas regras”
Ela era irreverência pura. Nascida há 101 anos e criada para reproduzir os valores da família tradicional, Dora Vivacqua tomou outros rumos. Não por...
Lugar, voz e linguagem: Empatia e Estranhamento
Curadoria como sistemas simbólicos em conflito,
2] Forma estética e contradição social
3] Formalização e Temporalidade
4] Arquitetura e Espaço: a Soberania das Imagens
5 Lugar, Voz e Linguagem: Empatia...
Justiça Escolar
A greve de 28 de abril, contra as reformas ora em curso no Brasil, envolveu boa parte da população em diversos estados do Brasil,...
Querida Patricia ou … A arte é que é isto
Neste artigo, Tadeu Chiarelli lança mão de um expediente do poeta francês Charles Baudelaire (1821-1867), que de modo recorrente escrevia suas críticas como cartas ao editor.
Será que existe um olhar apolítico?
Simonetta Persichetti discute a estetização das fotografias de guerra e destaca a importância de refletirmos sobre as imagens que recebemos














