De Geiger a Sidney Amaral: o colapso do autorretrato continua

Artistas brasileiros representam corpos para além de um "selfie artístico", buscando reflexões longe da exploração da subjetividade burguesa
Obra de Tatiana Blass exposta na individual "Reviravolta", na Galeria Millan. Foto: Divulgação

Tatiana Blass: no limiar da matéria e do vazio

O crítico de arte e curador Tadeu Chiarelli escreve sobre a nova exposição de Tatiana Blass, "Reviravolta", em cartaz na Galeria Millan

Um país que nem nota sua destruição

"Pode tanta destruição ser fruto apenas do acaso? Ser, perdoem a rima involuntária, apenas descaso?", escreve Renato Janine Ribeiro

Para Nelson ou os perigos da fúria interpretativa

Há seis meses do falecimento de Nelson Leirner, o crítico Tadeu Chiarelli discute uma das principais obras do artista e sua presença incontornável na cena artística do país

Artistas de ascendência africana na arte brasileira: presença/ausência?

Em novo texto em sua coluna, o crítico e curador Tadeu Chiarelli se debruça sobre a virtual ausência de artistas negros na história hegemônica da arte no Brasil, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX

É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?

Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los
Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.
Rosaria Schifani no funeral do marido, 1993. Crédito: Letizia Battaglia.

Pensando em Letizia Battaglia

No marco de um mês do falecimento da fotógrafa italiana, a jornalista Simonetta Persichetti escreve sobre a vida e o trabalho de Battaglia
CHRISTIAN DUNKER

Ensaio sobre o “Tosco Brasileiro” na Filosofia e nas Artes

É possível que daqui a dez ou quinze anos os historiadores da arte venham a caracterizar este período, entre 2016 a 2022, como o apogeu do "Tosco Brasileiro"

Alguma coisa acontece no meu coração: as imagens de São Paulo

O crítico e curador Tadeu Chiarelli analisa, a partir da obra "Não entre à esquerda", de Maurício Nogueira Lima, a representação da cidade de São Paulo feita em fotografias e pinturas em diferentes momentos do século XX