Sobre as obras e seus títulos
Um dia alguém deveria escrever um livro, ou mesmo um artigo, sobre os títulos das obras de arte. Saber se aqueles, pelos quais hoje...
A morte de Fidel Castro, para além do reducionismo de opiniões...
Aos 90 anos de idade morreu Fidel Castro, em meados de 2016. Sua morte foi anunciada pela televisão estatal de Cuba por Raul Castro, seu irmão...
Guilherme de Almeida e o mistério do Parque D. Pedro: “Estou...
Desde 2017 estudo o Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, instalado em 1953 na entrada do Parque Ibirapuera, em São Paulo. Meu interesse é...
Universalismo e Particularização: Determinação e Indeterminação
Apresentamos aqui o sétimo e último texto referente à serie "A Educação do Olhar e a Leitura de Imagens - Desafios Éticos pra os Museus"...
Cinco décadas de realismo em mostra internacional
A mostra 50 Anos de Realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual - parece impor a ideia de que a natureza não é mais que...
Justiça Escolar
A greve de 28 de abril, contra as reformas ora em curso no Brasil, envolveu boa parte da população em diversos estados do Brasil,...
PretaAtitude. Emergências, insurgências, afirmações: arte afro-brasileira contemporânea
O colunista Tadeu Chiarelli escreve sobre a exposição PretAtitude, em cartaz no Sesc Vila Mariana
Que pena Oswald não ter nascido no Rio, né?
Interessante como, mais uma vez, a tradição beletrista brasileira põe de escanteio as artes visuais e seu circuito, quando se trata de refletir sobre...
“Vocês acham os portugueses brancos?” A arte “afro-brasileira” como construção
“Levando-se em conta o nível de seu alcance historiográfico e crítico, entendi estar frente a um dos principais acontecimentos no campo da história da arte no Brasil dos últimos anos”, escreve Tadeu Chiarelli sobre "Arte afro-brasileira: Altos e baixos de um conceito”, livro de Renato Araújo da Silva; leia a resenha e acesse a obra
É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?
Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los

















