Anita Malfatti

A sexualização feminina nas artes plásticas brasileiras

1. SEMBLANTE DE MULHER Anita Malfatti tornou-se conhecida a partir de uma tela pintada em 1916 e exposta em Paris, chamada A Boba. Anita nasceu em...
Lyz Parayzo, obra da série "Bixinha", 2022. Foto: Filipe Berndt

Concreto, neoconcreto: a semantização continua

Tadeu Chiarelli comenta a obra de diversos artistas que travaram diálogos com as correntes construtivas, desde Rubem Valentim e Nelson Leirner até Lyz Parayzo e Jaime Lauriano
marcha-mulheres-negras

Gêneros e seus descontentes

Quando estive na Inglaterra, em 2001, o ambiente acadêmico fervilhava em torno da herança das teorias feministas dos anos 1970, agora revigoradas em estudos...
monteiro

Monteiro Lobato crítico de arte. De novo [ou ainda]

Tadeu Chiarelli debate a crítica de arte de Lobato a partir de um contexto mais amplo do que a cena paulistana de 1917, trazendo outros dados para se refletir sobre a atuação do escritor

Arquitetura e Espaço: a Soberania da Imagem

 Curadoria como sistemas simbólicos em conflito, 2] Forma estética e contradição social  3] Formalização e Temporalidade Resumo Pretendo mostrar como as práticas de mediação convidam ao encontro...
segall

Segall e Picasso; alegoria e instante decisivo; pintura e fotografia

Tendo em vista as discussões sobre o modernismo e a Semana de Arte Moderna de 1922, uma questão que permanece fora do debate diz...

Jean Paul Ganem faz land art para ver e saborear na...

Com "Desenho Infinito", artista franco-tunisiano faz um cruzamento instigante entre a arte comestível e a cultura indígena brasileira e apresenta uma obra envolta nas ideias de agro floresta e de horta orgânica

Para empoderar as mulheres (e os negros)

Não dá para esperarmos que o mero passar do tempo promova a igualdade real de nossos compatriotas

O pantheon dos imortais de São Paulo: delírio tropical no Pátio...

No contexto do debate sobre monumentos polêmicos em praças públicas, o artigo de Tadeu Chiarelli apresenta a ideia extravagante de Adolfo A. Pinto de construir um Centro Cívico no centro de São Paulo para homenagear os antigos e “novos” bandeirantes
"Redenção de Cã", 1895, óleo sobre tela, 199 x 166 cm, assinada M. Brocos Rio de janeiro. 1895. Coleção Museu Nacional de Belas Artes/Ibram Foto: Rômulo Fialdini

Sobre as obras e seus títulos

Um dia alguém deveria escrever um livro, ou mesmo um artigo, sobre os títulos das obras de arte. Saber se aqueles, pelos quais hoje...