O espetáculo deve continuar?
Escrevo este texto fora de São Paulo, onde estou passando a pandemia, um tanto abismado com as imagens nas redes sociais da reabertura das...
É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?
Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los
Pombagiras e a Multidão de Mulheres
*Por Maria Gabriela Saldanha
Neste 8 de março, com o avanço conservador que propaga o ódio a minorias, respondendo pelo acirramento da perseguição às religiões...
“Muleta” burocrática para censura no Masp é metástase do autoritarismo
Jotabê Medeiros escreve sobre recentes episódios no Masp que questionam aspecto democrático do museu paulista
Alguma coisa acontece no meu coração: as imagens de São Paulo
O crítico e curador Tadeu Chiarelli analisa, a partir da obra "Não entre à esquerda", de Maurício Nogueira Lima, a representação da cidade de São Paulo feita em fotografias e pinturas em diferentes momentos do século XX
Juruna e a propina para eleger presidente
O deputado federal xavante embolsou, mas depois devolveu, suborno para votar em Paulo Maluf nas eleições presidenciais indiretas de 1985
Alguns destaques da 59ª Bienal de Veneza
Realizada este ano entre os dias 23 de abril e 27 de novembro, a 59ª Bienal de Veneza se apresenta, de saída, como uma...
“Bacurau”, o cinema, o cinemão e a “videoarte”.
Para o curador e crítico Tadeu Chiarelli, apesar de bem-intencionado, "Bacurau" se mostra pretensioso e datado ao tentar sintetizar numa única peça a complexidade do país das últimas décadas
A sexualização feminina nas artes plásticas brasileiras
1. SEMBLANTE DE MULHER
Anita Malfatti tornou-se conhecida a partir de uma tela pintada em 1916 e exposta em Paris, chamada A Boba. Anita nasceu em...
Os autorretratos de Tarsila, parte III: as várias ressignificações de uma...
O crítico e colunista da arte!brasileiros Tadeu Chiarelli conclui sua série de artigos sobre os autorretratos de Tarsila do Amaral ao analisar estas imagens que iriam se transformar em ícones da produção da artista e, no limite, do próprio modernismo paulista













