A primeira festa na propaganda do lança-perfume (Foto- Reprodução)

Carnaval em dose dupla

A morte do Barão do Rio Branco provocou luto no Rio de Janeiro, mas também duas folias em 1912 – uma em fevereiro, outra em abril

Arquitetura e Espaço: a Soberania da Imagem

 Curadoria como sistemas simbólicos em conflito, 2] Forma estética e contradição social  3] Formalização e Temporalidade Resumo Pretendo mostrar como as práticas de mediação convidam ao encontro...
CHRISTIAN DUNKER

Ensaio sobre o “Tosco Brasileiro” na Filosofia e nas Artes

É possível que daqui a dez ou quinze anos os historiadores da arte venham a caracterizar este período, entre 2016 a 2022, como o apogeu do "Tosco Brasileiro"

Hegel versus Nietzsche

A dialética cura. Anos atrás, traduzi um artigo de Gérard Lebrun, no qual ele dizia que "a dialética pacifica". Para ele, isso era uma critica,...

O crime da mala

No passado, o apetrecho não tinha rodinhas nem escondia dinheiro. No caso mais famoso, levava o corpo de uma bela garota italiana

O pantheon dos imortais de São Paulo: delírio tropical no Pátio...

No contexto do debate sobre monumentos polêmicos em praças públicas, o artigo de Tadeu Chiarelli apresenta a ideia extravagante de Adolfo A. Pinto de construir um Centro Cívico no centro de São Paulo para homenagear os antigos e “novos” bandeirantes

O espetáculo deve continuar?

Escrevo este texto fora de São Paulo, onde estou passando a pandemia, um tanto abismado com as imagens nas redes sociais da reabertura das...
Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.

O obsceno da imagem

Nem toda fotografia é reparadora como pretendeu, por exemplo, a Bienal de Berlim, ao expor uma obra com registros de prisioneiros torturados em Abu Ghraib, no Iraque

Aproximações e distanciamentos entre J. Carlos e Mucha na avenida Paulista

Exposições simultâneas do artista brasileiro, no Instituto Moreira Salles, e do tcheco, no Centro Cultural Fiesp, permitem contato com questões fundamentais para as artes gráficas e para a sociedade desde o fim do século 19 até os dias de hoje