Os autorretratos de Tarsila, parte II: a imagem “Achiropita”
Após analisar os primeiros autorretratos de Tarsila do Amaral, o crítico Tadeu Chiarelli publica texto em que fala sobre um segundo período do trabalho da artista, em que seus retratos abandonam a referência às “paquitas" espanholas e passam a dialogar com imagens suntuosas da tradição católica
Segall e Picasso; alegoria e instante decisivo; pintura e fotografia
Tendo em vista as discussões sobre o modernismo e a Semana de Arte Moderna de 1922, uma questão que permanece fora do debate diz...
Fim do Ibram é novo golpe na Cultura
O crítico de arte e professor da PUC Fabio Cypriano escreve sobre a polêmica proposta de criação da Agência Brasileira de Museus (Abram), que significaria o fim do Ibram
BACON E MÁRIO DE ANDRADE NO MASP: UM ENCONTRO ESQUISITO
PARTE UM
Faz alguns dias visitei duas exposições no MASP: “Francis Bacon: a beleza da carne”, com curadoria de Laura Consedey, e “Mário de Andrade....
O AI-5 e a Pré-Bienal de Paris
Horas antes da abertura da exposição dos artistas selecionados para a Bienal de Paris de 1969, militares chegaram ao Museu de Arte Moderna do...
Formalização e Temporalidade nos Museus
Curadoria como sistemas simbólicos em conflito, 2] Forma estética e contradição social
Resumo
Pretendo mostrar como as práticas de mediação convidam ao encontro com a obra...
Os autorretratos de Tarsila, parte I: a espanhola
Trazendo novas perspectivas para o debate sobre o modernismo paulistano, Tadeu Chiarelli discute os primeiros autorretratos de Tarsila do Amaral que, até o momento, não receberam a devida atenção
“Me desculpe, Anita dear”
Em setembro de 1928, de volta a São Paulo após cinco anos em Paris, Anita Malfatti deparou-se com o marasmo cultural da cidade. Marasmo...
A resistência Malê e o samba da Mangueira
Escravos muçulmanos letrados em árabe que protagonizaram levante na Bahia de 1835 serão homenageados no Carnaval 2019 do Rio
Pensando em Letizia Battaglia
No marco de um mês do falecimento da fotógrafa italiana, a jornalista Simonetta Persichetti escreve sobre a vida e o trabalho de Battaglia














