Democracia?

Li em algum lugar, e me soou verdadeiro, que desde o início dos tempos a liberdade de uns se dá à custa da servidão de outros
Motivo Japonês (1959), têmpera sobre tela. Crédito: Acervo MAC USP

Eleonore Koch encena a pintura

Conheci o trabalho de Eleonore Koch no início deste século e, nos anos 2010 surgiu a oportunidade de organizar uma exposição sobre o seu...
Carlos Pasquetti

Não terminou de acabar

*Por Paulo Miyada. A exposição “AI-5 50 Anos - Ainda não terminou de acabar” encerrou-se no dia 4 de Novembro, uma semana após o término...

Para Nelson ou os perigos da fúria interpretativa

Há seis meses do falecimento de Nelson Leirner, o crítico Tadeu Chiarelli discute uma das principais obras do artista e sua presença incontornável na cena artística do país

Espelho, espelho nosso

Há algum tempo os pacientes falam mais de séries do que de filmes. O ritual de ir ao cinema e depois discutir impressões no...
the square

A Diagonal do seu Quadrado

No filme “The Square – a arte da discórdia” (Ruben Östlund, 2017) acompanhamos o diretor de um museu sueco (Claes Bang) tentando conciliar suas...
Marcel Giró

A aura, a reprodutibilidade e o vintage

O que diria Walter Benjamin se reaparecesse por aqui? Como reagiria frente à arte e sua reprodutibilidade depois, sobretudo, da internet e dos smartphones?

Carmela Gross: entre a revolução e a revolta

A exposição Quase circo, de Carmela Gross, em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, possui um grau de opacidade que nos obriga pensar...
"Redenção de Cã", 1895, óleo sobre tela, 199 x 166 cm, assinada M. Brocos Rio de janeiro. 1895. Coleção Museu Nacional de Belas Artes/Ibram Foto: Rômulo Fialdini

Sobre as obras e seus títulos

Um dia alguém deveria escrever um livro, ou mesmo um artigo, sobre os títulos das obras de arte. Saber se aqueles, pelos quais hoje...

O pantheon dos imortais de São Paulo: delírio tropical no Pátio...

No contexto do debate sobre monumentos polêmicos em praças públicas, o artigo de Tadeu Chiarelli apresenta a ideia extravagante de Adolfo A. Pinto de construir um Centro Cívico no centro de São Paulo para homenagear os antigos e “novos” bandeirantes