A sinhá modernista?
O que me levou a ler todo o romance biográfico de autoria de Luiza Lobo, Fábrica de Mentiras: do Vale do Café ao Arco...
Bandeirantes em movimento: entre disputas e conciliação
A partir da HQ de Luiz Gê, de 1985, passando pelos debates que dominaram o início do século 20 sobre a "epopeia bandeirante" e a "pátria paulista", Tadeu Chiarelli aprofunda a discussão sobre os monumentos da cidade de São Paulo e seus simbolismos
Do Jeca Tatu a Nhô Nito
Com exceção de Manoel Querino (1851-1923), os intelectuais que escreviam sobre as artes visuais durante a Primeira República partiam do seguinte pressuposto: no Brasil...
Walter Firmo: Uma apologia da imagem
O Instituto Moreira Salles de São Paulo apresenta a exposição "No verbo do Silêncio a Síntese do Grito" do fotógrafo carioca Walter Firmo
Antropofagia versus modernismo
No contraponto entre os dois movimentos, é importante recuperar o debate em torno das artes visuais e a memória de Oswaldo Costa, importante crítico da cultura e da arte da segunda metade da década de 20, em São Paulo
As mulheres e a resistência antifascista
Elas entraram para a História com a cabeça erguida. Assumiram fábricas, enfermarias e também foram para o front
O ovo da serpente e a reascensão da extrema-direita
A intolerância que assola o Brasil tem raízes nos “galinhas verdes”, como eram chamados os seguidores de Plínio Salgado
Artistas de ascendência africana na arte brasileira: presença/ausência?
Em novo texto em sua coluna, o crítico e curador Tadeu Chiarelli se debruça sobre a virtual ausência de artistas negros na história hegemônica da arte no Brasil, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX
Formação, informação e deformação
Em 1781 Immanuel Kant publicou “A Critica da Razão Pura”, que rapidamente tornou-se um marco para a teoria do conhecimento ao definir as condições...
Mostra na Pinacoteca revela projeto indigenista de Ernesto Neto
"Poucos artistas conseguem atualizar a radicalidade da produção artística brasileira, onde o corpo fazia parte da obra, nos anos 1960 e 1970, como Neto", escreve Fabio Cypriano sobre a mostra "Sopro"














