Manuel Querino. Porque Salvador não é Florença
Na edição de abril de 1917 da Revista do Brasil, Monteiro Lobato inicia a resenha do livro Artistas Baianos, de autoria daquele que até...
Marc Ferrez e Man Ray em São Paulo: visões distintas sobre...
Exposições dedicadas aos fotógrafos, uma no IMS e outra no CCBB, são certamente duas das mais importantes mostras retrospectivas apresentadas na cidade em 2019
A hora e a vez de os democratas agirem
Por acreditar que a arte só pode se desenvolver em uma sociedade livre, a arte!brasileiros se solidariza com os professores da USP e republica carta na qual propõem que as forças democráticas do Brasil unam-se para dar um basta ao projeto autoritário bolsonarista
Concreto, neoconcreto: a semantização continua
Tadeu Chiarelli comenta a obra de diversos artistas que travaram diálogos com as correntes construtivas, desde Rubem Valentim e Nelson Leirner até Lyz Parayzo e Jaime Lauriano
Luz del Fuego e o “Meu corpo, minhas regras”
Ela era irreverência pura. Nascida há 101 anos e criada para reproduzir os valores da família tradicional, Dora Vivacqua tomou outros rumos. Não por...
Bandeirantes em movimento: entre disputas e conciliação
A partir da HQ de Luiz Gê, de 1985, passando pelos debates que dominaram o início do século 20 sobre a "epopeia bandeirante" e a "pátria paulista", Tadeu Chiarelli aprofunda a discussão sobre os monumentos da cidade de São Paulo e seus simbolismos
A fantasia do estupro e a cultura do estupro
Há muitas maneiras de definir uma cultura e há quase tantas culturas quanto maneiras de defini-las. Duas distinções podem nos ajudar a reduzir um...
Morre Almir Mavignier, expoente do construtivismo
Geometría é a matriz da obra de Almir da Silva Mavignier, artista carioca que morreu no início deste mês em Hamburgo, onde morava. Ele...
Construir paraquedas coloridos? Corona e os sonhos para além do apocalipse...
Márcio Seligmann-Silva comenta o novo livro de Krenak e a situação de isolamento em tempos de pandemia e barbárie necropolítica, propondo leituras de Kopenawa, Benjamin e Celan
A aura, a reprodutibilidade e o vintage
O que diria Walter Benjamin se reaparecesse por aqui? Como reagiria frente à arte e sua reprodutibilidade depois, sobretudo, da internet e dos smartphones?














