Carmela Gross: entre a revolução e a revolta
A exposição Quase circo, de Carmela Gross, em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, possui um grau de opacidade que nos obriga pensar...
Decolonial, des-outrização: imaginando uma política pós-nacional e instituidora de novas subjetividades...
A partir de discussão levantada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung na circunstância da 21a Bienal Sesc_VideoBrasil, Márcio Seligmann-Silva reflete sobre as questões colonial e pós-colonial; leia a segunda parte do texto
O AI-5 e a Pré-Bienal de Paris
Horas antes da abertura da exposição dos artistas selecionados para a Bienal de Paris de 1969, militares chegaram ao Museu de Arte Moderna do...
Pode haver Facebook sem ódio?
Por que o Facebook virou uma arena que não vive sem o ódio? me pergunto. Não passam dois ou três dias sem que surja...
A empatia como experiência estética
Os limites de nossa capacidade de empatia são também os limites de nossa experiência de linguagem, de nossa forma ótica e de nossa própria condição; no contexto da pandemia do coronavírus, quando solidariedade e empatia se mostram ainda mais necessárias, relembramos texto do psicanalista Christian Dunker
Artistas de ascendência africana na arte brasileira: presença/ausência?
Em novo texto em sua coluna, o crítico e curador Tadeu Chiarelli se debruça sobre a virtual ausência de artistas negros na história hegemônica da arte no Brasil, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX
Nadando de braçada
Lançado discretamente no primeiro semestre deste ano (embora impresso ainda em 2023), o livro Negros na piscina. Arte contemporânea, curadoria e educação (Ed. Fósforo)...
O crime da mala
No passado, o apetrecho não tinha rodinhas nem escondia dinheiro. No caso mais famoso, levava o corpo de uma bela garota italiana
O obsceno da imagem
Nem toda fotografia é reparadora como pretendeu, por exemplo, a Bienal de Berlim, ao expor uma obra com registros de prisioneiros torturados em Abu Ghraib, no Iraque
Mostra na Pinacoteca revela projeto indigenista de Ernesto Neto
"Poucos artistas conseguem atualizar a radicalidade da produção artística brasileira, onde o corpo fazia parte da obra, nos anos 1960 e 1970, como Neto", escreve Fabio Cypriano sobre a mostra "Sopro"













