De quem é o corpo da mulher?
Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.
É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?
Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los
Em 1895, a 1ª Bienal de Veneza põe a censura para...
O primeiro grande escândalo de censura a uma obra de arte, envolvendo até o Vaticano, ocorre em 1895, em plena Belle Époque, quando o...
Gêneros e seus descontentes
Quando estive na Inglaterra, em 2001, o ambiente acadêmico fervilhava em torno da herança das teorias feministas dos anos 1970, agora revigoradas em estudos...
Artistas de ascendência africana na arte brasileira: presença/ausência?
Em novo texto em sua coluna, o crítico e curador Tadeu Chiarelli se debruça sobre a virtual ausência de artistas negros na história hegemônica da arte no Brasil, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX
“Muleta” burocrática para censura no Masp é metástase do autoritarismo
Jotabê Medeiros escreve sobre recentes episódios no Masp que questionam aspecto democrático do museu paulista
Um centenário passando em brancas nuvens
Um olhar para a amizade entre Ismael Nery e Murilo Mendes, iniciada em 1921, demonstra que há ainda muito a se estudar e escrever sobre o desenvolvimento particular do surrealismo no Brasil
2019 | 58a Bienal de Veneza se esvazia em “tempos interessantes”
Nova edição da bienal italiana, com curadoria de Ralph Ruggof, reúne obras que ilustram questões urgentes sem complexidade
A escultura de Victor Brecheret: entre tradição e contemporaneidade
Às vésperas das comemorações dos 100 anos da Semana de Arte Moderna, é importante refletir sobre a figura do escultor ítalo-brasileiro Victor Brecheret (1894-1955),...
“Me desculpe, Anita dear”
Em setembro de 1928, de volta a São Paulo após cinco anos em Paris, Anita Malfatti deparou-se com o marasmo cultural da cidade. Marasmo...














