Aproximações e distanciamentos entre J. Carlos e Mucha na avenida Paulista

Exposições simultâneas do artista brasileiro, no Instituto Moreira Salles, e do tcheco, no Centro Cultural Fiesp, permitem contato com questões fundamentais para as artes gráficas e para a sociedade desde o fim do século 19 até os dias de hoje
bandeirantes monumentos

Bandeirantes em movimento: entre disputas e conciliação

A partir da HQ de Luiz Gê, de 1985, passando pelos debates que dominaram o início do século 20 sobre a "epopeia bandeirante" e a "pátria paulista", Tadeu Chiarelli aprofunda a discussão sobre os monumentos da cidade de São Paulo e seus simbolismos

A Caipirinha e o Francês: Tarsila do Amaral e a devoração...

O crítico Tadeu Chiarelli aponta como o contato da artista brasileira com o trabalho do artista francês inspirou sua produção

O prêmio e os acervos

Impressões sobre o Projeto Prêmio Diário Contemporâneo, realizado pelo Museu do Estado do Pará (MEP) e pelo Museu de Arte da Universidade Federal do Pará (MUFPA)
Sérgio Sister, Esticados

Sérgio Sister e suas armas de resistência

As obras austeras e rigorosas que hoje Sister produz guardam, das pinturas e desenhos do seu período inicial, a mesma força

A obra de Anna Bella Geiger e o colapso do autorretrato...

Reflexões a partir do contato direto com a mostra individual "Brasil nativo, Brasil Alienígena", que ocupa o Masp e o Sesc Avenida Paulista

Bakun e a vida das coisas

Em visita à exposição de Miguel Bakun na Galeria Simões de Assis, em São Paulo, Tadeu Chiarelli rememora seu primeiro contato com a obra do artista

De Geiger a Sidney Amaral: o colapso do autorretrato continua

Artistas brasileiros representam corpos para além de um "selfie artístico", buscando reflexões longe da exploração da subjetividade burguesa

PretaAtitude. Emergências, insurgências, afirmações: arte afro-brasileira contemporânea

O colunista Tadeu Chiarelli escreve sobre a exposição PretAtitude, em cartaz no Sesc Vila Mariana

João Câmara e a “verdadeira” arte brasileira

Uma visita à exposição do artista no Museu Afro Brasil torna-se importante para todos aqueles que acreditam que a arte politizada deva ser mais política do que arte