Arte, fotografia e política

Mostra em Buenos Aires aborda a relevância da fotografia para Guevara na Bolivia, as fotos lá produzidas e o que os generais bolivianos fizeram com elas
Instituto Brennand

Oficina Brennand: “Mas o barro e a água continuam a girar...

Transformada em instituto, oficina do falecido pintor Francisco Brennand ruma em direção ao futuro e se equilibra entre a tradição do fundador e o crescimento para além da sua figura automitologizada

Tarsila populista

Tadeu Chiarelli escreve sobre a exposição "Tarsila Popular", em cartaz no MASP

Dias, Gerchman e Barros: um resgate da figuração

Os três artistas em exposição no Sesc Pinheiros, fazem uso das imagens do cotidiano como forma de expressão e uma apropriação crescente da linguagem gráfica

Gilberto Gil, cidadão do mundo

*Da coleção de excelentes entrevistas e reportagens do Marcelo Pinheiro No saguão do Santos Dumont, o generoso trago da primeira xícara de café do dia...

Prêmio Marcantônio Vilaça tem inscrições prorrogadas até 22 de março

Bolsas de R$ 50 mil serão oferecidas a cinco vencedores para que produzam novos trabalhos
tarsila

Os autorretratos de Tarsila, parte II: a imagem “Achiropita”

Após analisar os primeiros autorretratos de Tarsila do Amaral, o crítico Tadeu Chiarelli publica texto em que fala sobre um segundo período do trabalho da artista, em que seus retratos abandonam a referência às “paquitas" espanholas e passam a dialogar com imagens suntuosas da tradição católica
Pretend It's a City, Fran Lebowitz e Martin Scorsese.

Pretend It’s a Review

Vida metropolitana segundo Fran Lebowitz, ou uma pequena amostra dela; série é a nova colaboração da autora com o diretor Martin Scorsese e já está disponível na Netflix

Registros de um país em conflito

A mostra que esteve no IMS até julho de 2018,  Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964,  é uma aula de fotografia, política e...
1880. Martin J, do vilarejo de Crottes. 38 anos

Diário revela infanticídio e crimes sexuais em vilarejo francês do século...

Carpinteiro escreveu, nos assoalhos do Castelo de Picomtal, relatos sobre crimes e a vida no vilarejo entre 1880 e 1881. Textos foram reunidos em livro