Estação da Luz, sede do Museu da Língua Portuguesa. Foto: Joca Duarte / Divulgação

Repaginado, Museu da Língua renasce no centro de São Paulo

Cerca de cinco anos após o incêndio que atingiu sua sede, na Estação da Luz, instituição reabre em 2021 com atualizações em seus conteúdos, mas mantendo como base o mesmo projeto curatorial que o tornou reconhecido   
MUJ

Museu Judaico de São Paulo busca se entrelaçar com a cidade...

Por cerca de 80 anos, o Templo Beth-El, no centro de São Paulo, serviu à comunidade judaica da cidade. Projetado em estilo bizantino pelo...
David Magna, T3c36, 2019. acrílico colorido.

O desafio do possível dá fôlego à 13ª Bienal de Havana

Com esse tema, a exposição reaparece depois de quatro anos, interrompida pelo furação Irma, em 2017
Aline Motta

Desconstruir a hegemonia branca nas artes brasileiras é uma ação efetiva...

Apesar de a produção nacional ser diversa em linguagens e autorias, ainda mantemos em seu interior estruturas que naturalizam a predominância das autorias brancas e de origem ou descendência europeia

“Temos um governo que não gosta de cultura e vemos a...

Ex-secretário de cultura de São Paulo e diretor do Instituto Tomie Ohtake fala sobre a atuação virtual da instituição, a dificuldade de captação de recursos e a necessidade de construção de um projeto de país que passe pela arte, educação e cultura

Ayrson Heráclito, um artista exorcista

Em ocasião de sua participação na 57ª Bienal de Veneza, Ayrson Heráclito falou à ARTE!Brasileiros sobre ancestralidade, racismo e performance

Mexendo com estruturas

André Komatsu posiciona seus trabalhos de forma contundente sobre questões do sistema

33ª Bienal de São Paulo: Artistas-Curadores

Wura-Natasha Ogunji mora nos Estados Unidos e Nigéria, vai “curar” o projeto "Sempre, Nunca"

Gilberto Gil, cidadão do mundo

*Da coleção de excelentes entrevistas e reportagens do Marcelo Pinheiro No saguão do Santos Dumont, o generoso trago da primeira xícara de café do dia...
“Chuck Coma sofreu uma lesão cerebral por hipóxia depois que seu colega de cela o estrangulou na penitenciária federal em Lewisburg, Pensilvânia, privando seu cérebro de oxigênio. Desde então, ele tem sofrido de perda de memória, alterações extremas de humor e tremores ocasionais. No momento de sua prisão, Coma estava lutando contra um grave PTSD devido ao serviço militar no Panamá e na Guerra do Golfo. Antes das guerras, ele era um pouco encrenqueiro, mas não tinha problemas sérios com a lei. Quando ele deixou o serviço, não conseguiu segurar um emprego e começou a assaltar bancos”. Shelton, Washington. EUA. 2019. | Crédito: Peter van Agtmael/Magnum Photos. Cortesia do fotógrafo.

O que acontece quando nós desfazemos o mundo?

Trabalhos de Peter van Agtmael, Steve McQueen e Emily Jacir refletem sobre conflito e não nos deixam esquecer de suas consequências cruéis