O AI-5 e a Pré-Bienal de Paris

Horas antes da abertura da exposição dos artistas selecionados para a Bienal de Paris de 1969, militares chegaram ao Museu de Arte Moderna do...

A obra de Anna Bella Geiger e o colapso do autorretrato...

Reflexões a partir do contato direto com a mostra individual "Brasil nativo, Brasil Alienígena", que ocupa o Masp e o Sesc Avenida Paulista

O espetáculo deve continuar?

Escrevo este texto fora de São Paulo, onde estou passando a pandemia, um tanto abismado com as imagens nas redes sociais da reabertura das...

Para empoderar as mulheres (e os negros)

Não dá para esperarmos que o mero passar do tempo promova a igualdade real de nossos compatriotas

Os desenhos de Tarsila em Itu e a jornada peculiar da...

Exposição "Estudos e Anotações" apresentará 203 obras na Fábrica de Arte Marcos Amaro, com curadoria de Aracy Amaral e Regina Teixeira de Barros

Formação, informação e deformação

Em 1781 Immanuel Kant publicou “A Critica da Razão Pura”, que rapidamente tornou-se um marco para a teoria do conhecimento ao definir as condições...
"DAS AVÓS", 2019, videoinstalação de Rosana Paulino. Foto: Videobrasil.

Decolonial, des-outrização: imaginando uma política pós-nacional e instituidora de novas subjetividades...

A partir de discussão levantada por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung na circunstância da 21a Bienal Sesc_VideoBrasil, Márcio Seligmann-Silva reflete sobre as questões colonial e pós-colonial, extremamente relevantes no atual contexto global; texto será publicado em duas partes
anita

Anotações sobre o Grupo dos Cinco: uma pitada de melancolia no...

Grupo dos cinco é um desenho que Anita Malfatti produziu no segundo semestre de 1922, alguns meses depois da Semana de Arte Moderna. Nele,...
Antonio Banderas e Elena Anaya em cena do filme A Pele Que Habito

De quem é o corpo da mulher?

Na corrente das violências – situações de assédios, abusos, estupros e feminicídios –, o feminino como ‘outro’ é apagado, borrado pela apropriação ‘colonialista’ do corpo das mulheres, e o masculino se reafirma como ‘masculinidade hegemônica’.
Ernesto Neto "Cura Bra Cura Te"

Mostra na Pinacoteca revela projeto indigenista de Ernesto Neto

"Poucos artistas conseguem atualizar a radicalidade da produção artística brasileira, onde o corpo fazia parte da obra, nos anos 1960 e 1970, como Neto", escreve Fabio Cypriano sobre a mostra "Sopro"