Um país esgotado

Para aqueles que reconhecem e sentem em seus corpos a gravidade da crise vivida no Brasil, em suas várias dimensões, é cada vez mais frequente sentir-se esgotado

Fake News da colonização

Os povos indígenas nunca fizeram monumentos, porque esta forma de ver o mundo através de homens heróis é uma fantasia criada pelo homem branco para vender seus produtos de guerra

O normal não era normal: Que museus queremos depois da pandemia?

É indispensável começar de novo, descolonizar o museu da sua condição servil da ideologia de um poder e de uma economia global, compreender como as narrativas que os museus protagonizavam, a forma como recebiam os seus públicos, na condição de meros consumidores, os desvirtuou e lhes roubou os desafios da contemporaneidade
Museus

Política, cultura e o cenário museal no país

O curador João Fernandes, diretor artístico do Instituto Moreira Salles (IMS), e o museólogo Marcelo Araujo, diretor geral da instituição, falam sobre o trabalho do IMS no contexto da pandemia e sobre a política para os museus no Brasil
Aline Motta

Desconstruir a hegemonia branca nas artes brasileiras é uma ação efetiva...

Apesar de a produção nacional ser diversa em linguagens e autorias, ainda mantemos em seu interior estruturas que naturalizam a predominância das autorias brancas e de origem ou descendência europeia

Escavando o oco do sentido ou o que significa ser-tão?

No contexto do 36o Panorama da Arte Brasileira, que acontece a partir de agosto, convidamos o professor Durval Muniz de Albuquerque Júnior para escrever sobre os sentidos e significados do sertão

Muvuca

Artista escreve sobre À Nordeste na Sala de Debate, coluna colaborativa da ARTE!Brasileiros

Uma Crítica

Bitu Cassundé, Clarissa Diniz e Marcelo Campos escrevem resposta à crítica de Aracy Amaral, publicada na ARTE!Brasileiros 47

Ataque especulativo ou a gambiarra versus o tosco brasileiro

A pesquisadora e professora da UFMG Sabrina Sedlmayer repercute texto do psicanalista Christian Dunker
CHRISTIAN DUNKER

Ensaio sobre o “Tosco Brasileiro” na Filosofia e nas Artes

É possível que daqui a dez ou quinze anos os historiadores da arte venham a caracterizar este período, entre 2016 a 2022, como o apogeu do "Tosco Brasileiro"
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