Bem Me Quer, Mal Me Quer (2011), Sidney Amaral, exposta em VIVER ATÉ O FIM O QUE ME CABE - SIDNEY AMARAL: UMA APROXIMAÇÃO

Carta a Sidney Amaral

No contexto da realização da mostra “Viver até o fim o que me cabe! - Sidney Amaral: uma aproximação”, no Sesc Jundiaí, artista e curador Daniel Lima escreve uma correspondência direcionada ao artista paulistano, falecido em 2017
Joseph Beuys, La Rivoluzioni Siamo Noi (1972). Foto: Cortesia Bergamin & Gomide.

Joseph Beuys e o abandono à arte

Um dos mais radicais e influentes artistas da segunda metade do século 20, referência incontornável para a produção contemporânea, completaria 100 anos em 2021; a arte!brasileiros publica texto que analisa diferentes momentos e obras da trajetória do artista alemão
Cidade Matarazzo

Cidade Matarazzo, arte contemporânea
 e neoliberalismo

A partir do luxuoso empreendimento imobiliário que está sendo construído
 em São Paulo, a curadora e pesquisadora aponta para o perigoso uso da arte contemporânea pela lógica neoliberal, questiona o modelo capitalista que diz “defender” a diversidade e discute a precarização das relações de trabalho
Enseada de Botafogo, 1928, de Ismael Nery, nanquim e aquarela sobre papel. Acervo do Museu de Arte Murilo Mendes.

Um centenário passando em brancas nuvens

Um olhar para a amizade entre Ismael Nery e Murilo Mendes, iniciada em 1921, demonstra que há ainda muito a se estudar e escrever sobre o desenvolvimento particular do surrealismo no Brasil
Ayoung Kim

A extinção das fronteiras é o que define a mudança

* Por Bernardo José de Souza Fronteiras estabelecem limites entre um espaço e outro, ou entre algo e uma outra coisa. Ao demarcar territórios, elas...

Arte!Afro-Brasileiros

“Arte Afro-Brasileira, a propósito, não é um estilo, não é uma vanguarda, sequer mesmo um movimento social ou artístico; é a arte do Brasil – senão pleonasmo”, escreve o pesquisador Renato Araújo em artigo para a arte!brasileiros

Geração em diálogo

*Por Claudinei Roberto da Silva A julgar por aquilo que observamos à partir da movimentação de museus, instituições culturais, galerias, espaços formais e informais, a...
Obra de Heitor dos Prazeres, artista importante para os estudos de arte afro-brasileira

Do que falamos quando falamos de arte afro-brasileira?

Se a história, a memória, a arte e a ciência dos excluídos, dos divergentes e periféricos são convocadas a depor sobre o momento de agora, isso denuncia a emergência via insurgência dos atores que exigem protagonismo, mas também aponta a exaustão de um modelo político e econômico que nos seus estertores ameaça a vida no planeta

Um país esgotado

Para aqueles que reconhecem e sentem em seus corpos a gravidade da crise vivida no Brasil, em suas várias dimensões, é cada vez mais frequente sentir-se esgotado

Fake News da colonização

Os povos indígenas nunca fizeram monumentos, porque esta forma de ver o mundo através de homens heróis é uma fantasia criada pelo homem branco para vender seus produtos de guerra