Pequena Manifestação, de Joana Amador e Mariana Lacerda, que esteve em cartaz no MuBE, em São Paulo

Momento estético e o tempo ético da reparação democrática

A partir de diferentes ocorrências históricas e de conceitos da psicanálise, autor discute a ideia de luto infinito - comum aos casos de perdas coletivas - e fala da necessidade de reparação
arte negra

Rompendo a cumplicidade entre o dispositivo estético e o colonial: arte...

Márcio Seligmann-Silva analisa narrativas acerca da história da arte negra afrodescendente brasileira, que envolve uma série de repetições traumáticas ao longo do tempo
Foto vertical, colorida. Retrato de Grada Kilomba

O boicote à Grada Kilomba na representação oficial portuguesa da Bienal...

Por Ana Teixeira Pinto* No passado dia 11 de novembro de 2021 a DGARTES (Direção Geral das Artes) anunciou o resultado do concurso para a...
Carolina Maria de Jesus em 1960, em foto para a revista O Cruzeiro. Fotos: Henri Ballot / Revista O Cruzeiro

As palavras de Carolina de Jesus

Mostra "Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros", no Instituto Moreira Salles de São Paulo, nos apresenta as possibilidades de diálogos entre a arte literária de autorias negras e os espaços expositivos para além de uma perspectiva biográfica
"Zeitnot" (2021).

A seda e ferro: delicadeza e força na Verve Galeria

Últimas exposições da galeria paulistana, individuais de Fran Chang e Gustavo Rezende mostram amplitude das poéticas possíveis no seu discurso curatorial
Lygia Clark. Performance "Arquiteturas biológicas II" (1969). Foto de Alécio de Andrade/ ADAGP.

Lygia Clark por Yve-Alain Bois

No contexto da exposição "Lygia Clark (1920-1988) 100 anos", na Pinakotheke Cultural, a arte!brasileiros publica trechos de ensaio do curador e historiador da arte francês Yve-Alain Bois, que relembra sua convivência com a célebre artista brasileira
Imagem horizontal colorida. Um coletivo de artistas sentados em torno de duas mesas no ateliê do JAMAC conversam. Algumas folhas de papel sobre as mesas.

Coletivos de artistas refletem espírito do tempo

Tanto a escolha de cinco coletivos como indicados para o Turner Prize, em 2021, como o anúncio de 14 coletivos como primeiros participantes da...
Bem Me Quer, Mal Me Quer (2011), Sidney Amaral, exposta em VIVER ATÉ O FIM O QUE ME CABE - SIDNEY AMARAL: UMA APROXIMAÇÃO

Carta a Sidney Amaral

No contexto da realização da mostra “Viver até o fim o que me cabe! - Sidney Amaral: uma aproximação”, no Sesc Jundiaí, artista e curador Daniel Lima escreve uma correspondência direcionada ao artista paulistano, falecido em 2017
Joseph Beuys, La Rivoluzioni Siamo Noi (1972). Foto: Cortesia Bergamin & Gomide.

Joseph Beuys e o abandono à arte

Um dos mais radicais e influentes artistas da segunda metade do século 20, referência incontornável para a produção contemporânea, completaria 100 anos em 2021; a arte!brasileiros publica texto que analisa diferentes momentos e obras da trajetória do artista alemão
Cidade Matarazzo

Cidade Matarazzo, arte contemporânea
 e neoliberalismo

A partir do luxuoso empreendimento imobiliário que está sendo construído
 em São Paulo, a curadora e pesquisadora aponta para o perigoso uso da arte contemporânea pela lógica neoliberal, questiona o modelo capitalista que diz “defender” a diversidade e discute a precarização das relações de trabalho
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