Imaginar alguma voz que você nunca ouviu
Este texto foi produzido para o catálogo da 61ª Bienal de Veneza a pedido da sua curadora Koyo Kouoh, falecida em 10 de maio de 2025.
Curadoras interpretam os “LIMIARES” da 16ª Bienal de Curitiba
A 16ª Bienal Internacional de Curitiba retorna ao formato presencial em um momento marcado por profundas transformações tecnológicas, sociais e ambientais. Sob o conceito...
Comigo ninguém pode: o Brasil na Bienal de Veneza
A 61ª edição da Bienal de Veneza abre ao público em 9 de maio. O Pavilhão do Brasil será ocupado por obras de Rosana...
Comigo ninguém pode: entre a ferida e a cura
“Comigo ninguém pode” – título que toma de empréstimo o nome de uma planta que ao mesmo tempo protege e envenena – é o...
Bienal sussurra mas nem todos ouvem
Em sua 36ª edição, aberta no início de setembro, a Bienal de São Paulo reafirma seu papel de difusora de uma produção artística que...
Na segunda edição, Bienal das Amazônias reverbera a floresta
Porta de entrada da Amazônia, cidade portuária marcada pela confluência de povos e culturas, Belém, no Pará, se abre para a arte. É nesse...
Poesia em confluência inspira a 7ª Bienal Internacional do Sertão
Com o mesmo espírito nômade que a caracteriza desde a sua criação em 2012, a 7ª Bienal Internacional do Sertão será inaugurada em Diamantina...
Falta de contexto confunde 36ª Bienal de São Paulo
Nem todo viandante anda estradas – da Humanidade como prática, a 36ª Bienal de São Paulo, aberta ao público em 6 de setembro, tem...
36ª Bienal: a humanidade como prática
Começam a definir-se com mais precisão os contornos da 36ª Bienal de São Paulo, que abre as portas para o público em 6 de...
Relatos de uma viagem que me define como “Corpo de rio”
Vânia Leal, curadora da Primeira Bienal das Amazônias, acompanhou as itinerâncias desta edição, que levou o projeto para diversas cidades da região amazônica.














