Agenda de arte contemporânea da ARTE!Brasileiros reúne exposições, eventos culturais, mostras, feiras, cursos e atividades em museus, galerias e centros culturais de todo o Brasil.
Agenda de Arte, Exposições e Eventos Culturais
agosto
Detalhes
Nottingham Contemporary is thrilled to present the first European institutional solo exhibition And the soul is for the birds, of the late self-taught Brazilian artist Francisco
Detalhes
Nottingham Contemporary is thrilled to present the first European institutional solo exhibition And the soul is for the birds, of the late self-taught Brazilian artist Francisco da Silva (1922/3*–1985, Brazil), known as ‘Chico da Silva,’ or simply ‘Chico’.
Chico’s paintings were a glimpse into an immense non-hierarchical cosmology that was fuelled by the artist’s own imagination, mythology and folklore. Depicting sea creatures swimming on the currents of outer space, and fantastical creatures vividly painted in hallucinatory battles or stretching their jaws agape to consume smaller creatures, Chico’s works call attention to the interconnectedness of everything.
During his life, Chico’s practice was subject to significant local and international fascination, though in international contexts it was often exoticised as ‘primitive art’. Questions of authorship and authenticity following Chico’s establishment of a collective studio practice, the Pirambu School, also divided opinions. The exhibition at Nottingham Contemporary will present a selection of seminal paintings created throughout the artist’s lifetime and will celebrate Chico’s contribution and legacy to contemporary Indigenous art practice in Brazil.
Chico was born surrounded by the Amazon rainforest in Alto Tejo, and while he moved across the region, he spent his life living in Brazil. Beginning his artistic journey through painting the whitewashed walls of the fishermen’s houses in Praia Formosa, he gave shape and colour to his drawings with pieces of charcoal, bricks, leaves, and other elements found around him.
In his gouaches and paintings, Chico represented mainly forest creatures, such as birds and fish of the Amazon, as well as fantastical figures, such as dragons. His artworks give form to stories and mythologies from the oral tradition embedded in the culture of Northern Brazil. His compositions are marked by rich polychromy and the graphic details of his drawings, composed of colorful wefts and lines.
Given the originality of his style and compositions, he stood out in the context of the so-called Brazilian popular art movement and, in addition to achieving great commercial success during his lifetime, he attracted considerable interest from critics. Among the major exhibitions he has participated in are: Francisco da Silva, Galerie Pour L’Art, Lausanne, Switzerland (1950); Exhibition of Primitive and Modern Art, Musée d‘Ethnographie, Neuchâtel, Switzerland (1956); 8 Brazilian Naïve Painters, Galerie Jacques Massol, Paris, France (1965); 9ª São Paulo Art Biennial, Brazil (1967); and Tradition and Rupture: Synthesis of Brazilian Art and Culture, Fundação Bienal de São Paulo, Brazil (1984). In addition, in 1966 he received the Honorable Mention award for his participation in the 33rd Venice Biennale.
* The artist’s date of birth is not precisely known and is widely circulated as 1910. Given the precarious nature of record-keeping in early twentieth-century Brazil, together with the adverse conditions of his life, it is unfortunately not possible to determine the exact date with certainty. In recent years, however, based on cross-referenced data and interviews given by the artist, it has been established that the widely circulated 1910 date does not align with the findings of researchers.
Serviço
Exposição | And the soul is for the birds
De 06 de junho a 13 de setembro
Terça a sexta, das 10:00h às 17:00h; sábado, das 11h às 18; domingo, das 10h às 17h
Período
Local
Nottingham Contemporary
Weekday Cross, Nottingham NG1 2GB, Reino Unido
Detalhes
Com obras de Anne Lefebvre, Antonio Társis, Artur Lescher, Cristiano Lenhardt, Damián Ortega, Daniel Steegmann Mangrané, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Flávia Vieira, João Maria Gusmão, Laís Amaral, Luiz Zerbini, Lygia
Detalhes
Com obras de Anne Lefebvre, Antonio Társis, Artur Lescher, Cristiano Lenhardt, Damián Ortega, Daniel Steegmann Mangrané, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Flávia Vieira, João Maria Gusmão, Laís Amaral, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Manuella Silveira, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marcos Siqueira, Patrícia Leite, Paulo Nimer Pjota, Paula Siebra, Pedro Tudela, Pedro Vaz, Rivane Neuenschwander, Santídio Pereira, Solange Pessoa e Vasco Futscher.
A Fortes D’Aloia & Gabriel tem o prazer de anunciar Soft Ground, a sexta edição de sua exposição anual de verão em Comporta, Portugal, apresentada pelo segundo ano consecutivo em colaboração com a Mendes Wood DM e, pela primeira vez, com a galeria portuguesa Kubikgallery.
A programação deste ano acontece em dois espaços: a Casa da Cultura da Comporta e o Espaço Museológico Museu do Arroz. A exposição coloca a arte contemporânea em diálogo com a atmosfera singular da região, propondo uma forma de experiência mais lenta e contemplativa. Fundamentada na abertura e no diálogo, a iniciativa reflete o espírito colaborativo das galerias ao fomentar parcerias significativas com instituições afins.
Situada entre os extensos arrozais e as dunas douradas de Comporta — uma das mais longas praias contínuas do mundo e uma das reservas naturais mais importantes da Europa — Soft Ground confronta as crescentes pressões que hoje recaem sobre a região. As recentes temporadas de eventos climáticos extremos tornaram impossível ignorar a gravidade da situação: tempestades que avançam sobre a costa, cidades inteiras submersas por enchentes, uma paisagem que se transforma diante de nossos olhos com uma velocidade e uma violência que não deixam espaço para dúvidas. “Tenho testemunhado a transformação desta região ao longo das últimas décadas, e esses debates tornaram-se mais urgentes do que nunca”, afirma Maria Ana Pimenta, sócia e diretora internacional da Fortes D’Aloia & Gabriel, idealizadora do projeto anual. “Nos interessa trazer à Comporta uma experiência visual e material potente, ao mesmo tempo em que abrimos um diálogo sobre questões centrais para esta região e profundamente conectadas às práticas de nossos artistas.”
Foi justamente esse sentimento de crise acelerada que deu à exposição sua urgência. “As mudanças que estamos testemunhando não são apenas ecológicas, mas também sociais e políticas, e sentimos que isso precisava ser abordado agora, por meio da arte”, afirma Carolyn Drake Kandiyoti, sócia da Mendes Wood DM. “A crise climática e a especulação imobiliária deixaram de ser forças abstratas; elas estão remodelando fisicamente a terra e a vida daqueles que a habitam.”
Por meio de diferentes linguagens, os artistas observam atentamente este momento de transição. No lugar de elegias ao que foi perdido, as obras perguntam o que vem a seguir e se ainda há tempo para moldar esse futuro. Soft Ground é apresentada em dois espaços por três galerias cuja colaboração reflete a convicção compartilhada de que o momento exige uma resposta coletiva, uma troca artística que ultrapasse os modelos tradicionais de exposição. A Kubik Gallery tem marcado presença em Comporta durante os dois últimos verões, aprofundando sua relação com a região e sua comunidade. “Unir forças com a Fortes D’Aloia & Gabriel e a Mendes Wood DM em Soft Ground nos permite criar algo com verdadeiro alcance”, afirma João Azinheiro, diretor da Kubik Gallery. “Uma exposição que fala à região como um todo e à escala dos desafios que estão em jogo.” Juntas, as três galerias promovem um diálogo urgente entre gestos frágeis de cuidado e preservação e as forças ecológicas, sociais e políticas que ameaçam sobrepujá-los.
A exposição será acompanhada por um ensaio crítico da curadora e escritora Filipa Ramos. Ramos é uma das vozes mais relevantes na intersecção entre arte, ecologia e imagem em movimento, reconhecida por sua investigação rigorosa sobre coexistência multiespécies, fragilidade ambiental e políticas da paisagem. Seu texto oferecerá um enquadramento crítico para as questões levantadas pela exposição: a terra, a transformação e as formas de atenção e cuidado que ainda precisamos escolher praticar.
Serviço
Exposição | Soft Ground
De 4 de julho a 5 de setembro
Terça a domingo, das 10h30 às 21h
Período
Local
Casa da Cultura da Comporta
R. Do Secador 16, 7580-648 Comporta, Portugal
setembro
Detalhes
Nottingham Contemporary is thrilled to present the first European institutional solo exhibition And the soul is for the birds, of the late self-taught Brazilian artist Francisco
Detalhes
Nottingham Contemporary is thrilled to present the first European institutional solo exhibition And the soul is for the birds, of the late self-taught Brazilian artist Francisco da Silva (1922/3*–1985, Brazil), known as ‘Chico da Silva,’ or simply ‘Chico’.
Chico’s paintings were a glimpse into an immense non-hierarchical cosmology that was fuelled by the artist’s own imagination, mythology and folklore. Depicting sea creatures swimming on the currents of outer space, and fantastical creatures vividly painted in hallucinatory battles or stretching their jaws agape to consume smaller creatures, Chico’s works call attention to the interconnectedness of everything.
During his life, Chico’s practice was subject to significant local and international fascination, though in international contexts it was often exoticised as ‘primitive art’. Questions of authorship and authenticity following Chico’s establishment of a collective studio practice, the Pirambu School, also divided opinions. The exhibition at Nottingham Contemporary will present a selection of seminal paintings created throughout the artist’s lifetime and will celebrate Chico’s contribution and legacy to contemporary Indigenous art practice in Brazil.
Chico was born surrounded by the Amazon rainforest in Alto Tejo, and while he moved across the region, he spent his life living in Brazil. Beginning his artistic journey through painting the whitewashed walls of the fishermen’s houses in Praia Formosa, he gave shape and colour to his drawings with pieces of charcoal, bricks, leaves, and other elements found around him.
In his gouaches and paintings, Chico represented mainly forest creatures, such as birds and fish of the Amazon, as well as fantastical figures, such as dragons. His artworks give form to stories and mythologies from the oral tradition embedded in the culture of Northern Brazil. His compositions are marked by rich polychromy and the graphic details of his drawings, composed of colorful wefts and lines.
Given the originality of his style and compositions, he stood out in the context of the so-called Brazilian popular art movement and, in addition to achieving great commercial success during his lifetime, he attracted considerable interest from critics. Among the major exhibitions he has participated in are: Francisco da Silva, Galerie Pour L’Art, Lausanne, Switzerland (1950); Exhibition of Primitive and Modern Art, Musée d‘Ethnographie, Neuchâtel, Switzerland (1956); 8 Brazilian Naïve Painters, Galerie Jacques Massol, Paris, France (1965); 9ª São Paulo Art Biennial, Brazil (1967); and Tradition and Rupture: Synthesis of Brazilian Art and Culture, Fundação Bienal de São Paulo, Brazil (1984). In addition, in 1966 he received the Honorable Mention award for his participation in the 33rd Venice Biennale.
* The artist’s date of birth is not precisely known and is widely circulated as 1910. Given the precarious nature of record-keeping in early twentieth-century Brazil, together with the adverse conditions of his life, it is unfortunately not possible to determine the exact date with certainty. In recent years, however, based on cross-referenced data and interviews given by the artist, it has been established that the widely circulated 1910 date does not align with the findings of researchers.
Serviço
Exposição | And the soul is for the birds
De 06 de junho a 13 de setembro
Terça a sexta, das 10:00h às 17:00h; sábado, das 11h às 18; domingo, das 10h às 17h
Período
Local
Nottingham Contemporary
Weekday Cross, Nottingham NG1 2GB, Reino Unido
Detalhes
Com obras de Anne Lefebvre, Antonio Társis, Artur Lescher, Cristiano Lenhardt, Damián Ortega, Daniel Steegmann Mangrané, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Flávia Vieira, João Maria Gusmão, Laís Amaral, Luiz Zerbini, Lygia
Detalhes
Com obras de Anne Lefebvre, Antonio Társis, Artur Lescher, Cristiano Lenhardt, Damián Ortega, Daniel Steegmann Mangrané, Erika Verzutti, Ernesto Neto, Flávia Vieira, João Maria Gusmão, Laís Amaral, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Manuella Silveira, Marcius Galan, Marina Rheingantz, Marcos Siqueira, Patrícia Leite, Paulo Nimer Pjota, Paula Siebra, Pedro Tudela, Pedro Vaz, Rivane Neuenschwander, Santídio Pereira, Solange Pessoa e Vasco Futscher.
A Fortes D’Aloia & Gabriel tem o prazer de anunciar Soft Ground, a sexta edição de sua exposição anual de verão em Comporta, Portugal, apresentada pelo segundo ano consecutivo em colaboração com a Mendes Wood DM e, pela primeira vez, com a galeria portuguesa Kubikgallery.
A programação deste ano acontece em dois espaços: a Casa da Cultura da Comporta e o Espaço Museológico Museu do Arroz. A exposição coloca a arte contemporânea em diálogo com a atmosfera singular da região, propondo uma forma de experiência mais lenta e contemplativa. Fundamentada na abertura e no diálogo, a iniciativa reflete o espírito colaborativo das galerias ao fomentar parcerias significativas com instituições afins.
Situada entre os extensos arrozais e as dunas douradas de Comporta — uma das mais longas praias contínuas do mundo e uma das reservas naturais mais importantes da Europa — Soft Ground confronta as crescentes pressões que hoje recaem sobre a região. As recentes temporadas de eventos climáticos extremos tornaram impossível ignorar a gravidade da situação: tempestades que avançam sobre a costa, cidades inteiras submersas por enchentes, uma paisagem que se transforma diante de nossos olhos com uma velocidade e uma violência que não deixam espaço para dúvidas. “Tenho testemunhado a transformação desta região ao longo das últimas décadas, e esses debates tornaram-se mais urgentes do que nunca”, afirma Maria Ana Pimenta, sócia e diretora internacional da Fortes D’Aloia & Gabriel, idealizadora do projeto anual. “Nos interessa trazer à Comporta uma experiência visual e material potente, ao mesmo tempo em que abrimos um diálogo sobre questões centrais para esta região e profundamente conectadas às práticas de nossos artistas.”
Foi justamente esse sentimento de crise acelerada que deu à exposição sua urgência. “As mudanças que estamos testemunhando não são apenas ecológicas, mas também sociais e políticas, e sentimos que isso precisava ser abordado agora, por meio da arte”, afirma Carolyn Drake Kandiyoti, sócia da Mendes Wood DM. “A crise climática e a especulação imobiliária deixaram de ser forças abstratas; elas estão remodelando fisicamente a terra e a vida daqueles que a habitam.”
Por meio de diferentes linguagens, os artistas observam atentamente este momento de transição. No lugar de elegias ao que foi perdido, as obras perguntam o que vem a seguir e se ainda há tempo para moldar esse futuro. Soft Ground é apresentada em dois espaços por três galerias cuja colaboração reflete a convicção compartilhada de que o momento exige uma resposta coletiva, uma troca artística que ultrapasse os modelos tradicionais de exposição. A Kubik Gallery tem marcado presença em Comporta durante os dois últimos verões, aprofundando sua relação com a região e sua comunidade. “Unir forças com a Fortes D’Aloia & Gabriel e a Mendes Wood DM em Soft Ground nos permite criar algo com verdadeiro alcance”, afirma João Azinheiro, diretor da Kubik Gallery. “Uma exposição que fala à região como um todo e à escala dos desafios que estão em jogo.” Juntas, as três galerias promovem um diálogo urgente entre gestos frágeis de cuidado e preservação e as forças ecológicas, sociais e políticas que ameaçam sobrepujá-los.
A exposição será acompanhada por um ensaio crítico da curadora e escritora Filipa Ramos. Ramos é uma das vozes mais relevantes na intersecção entre arte, ecologia e imagem em movimento, reconhecida por sua investigação rigorosa sobre coexistência multiespécies, fragilidade ambiental e políticas da paisagem. Seu texto oferecerá um enquadramento crítico para as questões levantadas pela exposição: a terra, a transformação e as formas de atenção e cuidado que ainda precisamos escolher praticar.
Serviço
Exposição | Soft Ground
De 4 de julho a 5 de setembro
Terça a domingo, das 10h30 às 21h
Período
Local
Casa da Cultura da Comporta
R. Do Secador 16, 7580-648 Comporta, Portugal
