Agenda de arte contemporânea da ARTE!Brasileiros reúne exposições, eventos culturais, mostras, feiras, cursos e atividades em museus, galerias e centros culturais de todo o Brasil.
Agenda de Arte, Exposições e Eventos Culturais
julho
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A fotógrafa carioca Isabel Becker inaugura a exposição Rejuntes Afetivos, no Museu de Arte de Brasília (MAB). Com curadoria de Cecília Fortes, a mostra reúne trabalhos que partem da memória para construir um
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A fotógrafa carioca Isabel Becker inaugura a exposição Rejuntes Afetivos, no Museu de Arte de Brasília (MAB). Com curadoria de Cecília Fortes, a mostra reúne trabalhos que partem da memória para construir um olhar para a estética cultural brasileira.
O projeto nasce das primeiras memórias afetivas da artista. As primeiras referências vêm das estampas de azulejos presentes em cozinhas e banheiros, espaços do cotidiano marcados pela simplicidade e pela repetição de padrões gráficos muito característicos no Brasil entre as décadas de 1950 e 1970. São imagens ligadas à memórias passadas, que permanecem como referência no novo trabalho da artista.
Ao revisitar seu próprio acervo, Isabel percebe a presença recorrente desses azulejos em suas fotografias. A partir dessa constatação, inicia uma pesquisa que parte do íntimo e avança para uma investigação mais ampla sobre a permanência dessa estética no tempo. A artista passa a buscar esses vestígios em casas e ambientes que ainda preservam esses padrões, conectando memória pessoal e história coletiva.
Esse percurso leva ao encontro com a arquitetura modernista no Brasil. Durante a construção de Brasília, arte e arquitetura passam a se integrar de forma mais direta, incorporando azulejos como parte dos projetos. Referências como Le Corbusier e Lúcio Costa ajudam a consolidar esse pensamento, que ganha expressão nas fachadas, nos pilotis e nos espaços públicos da cidade.
Nas obras, a artista se aproxima de painéis e desenhos ligados a nomes como Athos Bulcão, Marcílio Mendes e Marcelo Campelo. Esses elementos aparecem reorganizados em fotografias que misturam observação e construção de cena. As imagens são apresentadas em dípticos e trípticos de 42 x 50 cm, reforçando a repetição e o ritmo presentes na azulejaria.
Em Rejuntes Afetivos, Isabel Becker retoma esses elementos por meio da fotografia. As obras exploram repetição, cor e composição, criando imagens que transitam entre registro e construção. “Cada imagem conta algum tipo de história, família, afetos e patrimônio”, afirma a artista. Em outro momento, reforça: “Na repetição das imagens, convido à reflexão sobre a preservação da nossa história, e a sustentabilidade, que não é mais uma escolha, é um único caminho.”
A montagem da exposição acompanha esse pensamento e se inspira na lógica dos painéis, propondo uma ocupação do espaço que dialoga com a arquitetura. “Rejuntes Afetivos dialoga com a arquitetura e nos conduz a espaços imaginários, um olhar para dentro”, resume.
Por meio da fotografia, o projeto propõe uma leitura contemporânea dessa herança, não apenas documentando, mas reativando visualmente esses azulejos como memória viva de um ideal estético e cultural que permanece no cotidiano urbano.
Com uma trajetória consolidada na fotografia, incluindo trabalhos para O Globo e revistas da Editora Abril, Isabel Becker desenvolve desde 2011 uma pesquisa autoral marcada pelo uso da cor e pela construção de imagens que transitam entre o real e o imaginário. Ao longo de sua carreira, realizou exposições individuais e participou de importantes mostras no Brasil e no exterior, com destaque para apresentações no Grand Palais, em Paris, além de edições da ArtRio. Em 2023, levou a exposição Luz na Sombra ao Espaço Cultural do Ministério Público, em Brasília, reforçando sua relação com a cidade. Em 2024, participou de mostras coletivas em São Paulo e voltou a apresentar a série em instituições no Rio de Janeiro e em Brasília.
A exposição tem o apoio da Fundação Athos Bulcão e Casa Museu Ema Klabin.
Serviço
Exposição | Rejuntes Afetivos
De 13 de junho a 30 de agosto
Todos os dias, exceto terça-feira, das 10h às 19h
Período
Local
Museu de Arte de Brasília
HTN, trecho 1, Projeto Orla, pólo 3, lote 5 / Brasília – DF
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Gratuito! Casa de Cultura da América Latina (CAL) recebe galeria nacional de videoartes, pelas lentes de 10 artistas brasileiros; veja os nomes Em cartaz de 9 a 31 de julho,
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Gratuito! Casa de Cultura da América Latina (CAL) recebe galeria nacional de videoartes, pelas lentes de 10 artistas brasileiros; veja os nomes
Em cartaz de 9 a 31 de julho, a galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ ocupa simultaneamente os dois andares da CAL, de segunda a sábado, entre 10h e 19h. A entrada é gratuita.
Brasilienses e turistas são aguardados na ‘Casa de Cultura da América Latina’ (CAL), a partir do dia 9 de julho, às 18h, para uma homenagem especial à videoarte contemporânea produzida no país. Artistas de diferentes regiões do Brasil, convidados especiais, cineastas, djs e curadores se juntam ao público para celebrar a história da videoarte, durante a 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA.
Próximo à Praça dos Três Poderes, a Casa de Cultura da América Latina (Asa Sul de Brasília) sedia a nova temporada do MAPA, entre os dias 9 e 31 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Promovendo diálogos curatoriais e trocas com artistas do Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, a exposição itinerante chega ao Distrito Federal em formato inédito, dando às boas-vindas a Galeria de Videoarte do MAPA.
A programação ocupa simultaneamente os dois andares da CAL. Para exposição, a Galeria Urucum apresenta dez videoartes em formato de curtas-documentários, enquanto a Galeria de Bolso reúne entrevistas, comentários e os bastidores da produção. Já a Galeria CAL recebe as videoinstalações que marcaram as passagens por São Luís (MA) e Belém (PA), ampliando o diálogo entre artistas, territórios e diferentes linguagens da imagem em movimento.
Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes.
Diante de importantes marcos, a exibição chega durante as celebrações de meio século da videoarte no Brasil. Nesse sentido, o MAPA leva a paixão pela videoarte para além das primeiras pesquisas sobre tecnologias e corpos nos anos 90, e refina o olhar artístico com a inclusão de colagens e fotografias, além de pinturas digitais na produção artística.
Mostrando a força da videoarte e do videomapping pelo Brasil, o MAPA comemora a chegada em Brasília após colorir as fachadas históricas no eixo Norte e Nordeste. A exposição pelas cidades já assina 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas, envolvendo a participação direta de 230 colaboradores e 40 organizações.
O legado histórico dá origem à identidade da galeria, que encerra um ciclo itinerante dedicado à preservação da memória ferroviária por meio da arte. De acordo com o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, a coleção criada traz questões do presente, passado e futuro, por meio de uma linguagem acessível.
“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência, formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade. Eu acredito que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia”, conclui João Pacca.
A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Confira abaixo os documentários e os artistas participantes:
* Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo;
* Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah;
* Travessia, de Ícaro Matos;
* Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;
* Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri;
* Uma Casinha no Trilho, de Acaique;
* História da Terra, de Dinho Araújo;
* Frágil Dureza, de Inke;
* Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil;
* Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;
[Vernissage do MAPA em Brasília]
Quando: 9 de julho, quinta-feira;
Horários: a partir das 18h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito
Serviço
Exposição | 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA
De 9 a 31 de julho
Segunda a sábado, das 10h às 19h
Período
Local
Casa de Cultura da América Latina (CAL)
SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 - Asa Sul, Brasília - DF
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cOnTrA pLaNo ocupa a Casa da América Latina com videoarte produzida em Brasília
A Casa da América Latina (CAL/UnB) recebe cOnTrA pLaNo, ocupação organizada pelo projeto de extensão videoarteclube vis | UnB. A exposição reúne 74 artistas de diferentes gerações, compondo um panorama inédito da produção em videoarte realizada em Brasília e no Distrito Federal. A abertura acontece na quinta-feira, 9 de julho, às 19h, com entrada gratuita.
Com curadoria e produção compartilhada entre a professora Bia Morgado e estudantes extensionistas do videoarteclube, a ocupação reúne obras de artistas convidados, trabalhos selecionados por convocatória pública e vídeos emprestados do Acervo da Casa da América Latina. O conjunto estabelece diálogos entre produções históricas e contemporâneas de nomes como Milton Marques, Ana Vaz, Dalton Paula, Márcio H. Mota, Gu da Cei, Christus Nóbrega, Guerreiro do Divino Amor, João Angelini e João Castilho, entre muitos outros.
A mostra estimula o encontro entre artistas que, mesmo habitando a mesma cidade, talvez não conheçam os trabalhos uns dos outros. Segundo a curadora Bia Morgado, “Ao propor o vídeo como vínculo entre artistas de diferentes gerações e trajetórias, cOnTrA pLaNo produz comunidade enquanto acontece”.
Ao longo da ocupação, a CAL transforma-se em um espaço de circulação contínua de imagens, reunindo obras que transitam entre cinema, artes visuais, performance, poesia, cartografia e instalação. Além de dez instalações em formatos expandidos do vídeo, a programação inclui trabalhos organizados em sete programas curatoriais: recomeço e remeço e arremesso; Brasília é a imagem da minha insônia; O que lembro, tenho; Repetir, repetir — até ficar diferente; Se eu pudesse explicar não seria um sonho; A beleza de Brasília são suas estátuas invisíveis; e Cartas à Nam June Paik.
Artistas participantes:
Acocoré • Alexandre Rangel • Allopraxis • Ana Vaz • Antonio da Mata • Ares • Azul Castro Risieri • Bia Medeiros • Bia Morgado • bruCa Teixeira • Carla Rocha • Cecília Mori • Cerradynho • Christus Nóbrega • Cia Atravessa a Porta • Clarissa Tossin • Corpos Informáticos • Dalton Paula • Dirceu Maués • duplaPLUS (Ary Coelho e Luisa Günther) • Elyeser Szturm • Filipe Medeiros • Filipe Rossetti • Fred Sidou • Giovanna Palatucci • Grupo Mesa de Luz • Gu da Cei • Guerreiro do Divino Amor • Henrique Farage • Irmãos Formiga • Jheniffer de Oliveira • João Angelini • João Castilho • Julia Maass • Juliane Peixoto • Karina Dias • Krishna Passos • Lenora de Barros • Leopoldo Wolf • Lind Vieira • Luar Mafra • Luiz Olivieri • Luna Colazante • Manu Dib • Marcela Borela • Marcelo Coelho • Márcio H. Mota • Marcus Vinícius Castro de Souza • Maria Maia • Mariah Martins • Marianne Nassuno • Mario Calliaux • Maurício Chades • Mayra Miranda • Milton Marques • Moacir Macedo • Neurialan de Paula Araújo • Olívia Cardoso • Oziel Araújo • Paulo Scolari Leitão • Peter de Brito • Raquel Nava • Robson Castro • Rodrigo Paglieri • Rodrigo Roal • Sol Casal • Solymar Cunha • Suzete Venturelli • Thiago Granai • Tiago Sant’Ana • Vitor Vaz • Vitórya Ferraz Pereira • Wilnês Henrique • Xavier Braun
cOnTrA pLaNo é uma iniciativa do videoarteclube vis | UnB – projeto de extensão do Departamento de Artes Visuais (vis) da Universidade de Brasília dedicado à difusão, formação de público e incentivo à produção em videoarte. Coordenado pela professora Bia Morgado, o projeto promove mensalmente mostras de videoarte seguidas de debates, e desenvolve um acervo de videoarte universitária, disponibilizado em um canal público no YouTube.
Serviço
Exposição | cOnTrA pLaNo
De 9 a 31 de julho
Segunda a Sexta, das 8h às 19h (exceto feriados); Sábado, das 8h às 12h
Período
Local
Casa da América Latina (CAL/UnB)
SCS Quadra 4, Bloco A, Lote 170 - Asa Sul, Brasília - DF
agosto
Detalhes
A fotógrafa carioca Isabel Becker inaugura a exposição Rejuntes Afetivos, no Museu de Arte de Brasília (MAB). Com curadoria de Cecília Fortes, a mostra reúne trabalhos que partem da memória para construir um
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A fotógrafa carioca Isabel Becker inaugura a exposição Rejuntes Afetivos, no Museu de Arte de Brasília (MAB). Com curadoria de Cecília Fortes, a mostra reúne trabalhos que partem da memória para construir um olhar para a estética cultural brasileira.
O projeto nasce das primeiras memórias afetivas da artista. As primeiras referências vêm das estampas de azulejos presentes em cozinhas e banheiros, espaços do cotidiano marcados pela simplicidade e pela repetição de padrões gráficos muito característicos no Brasil entre as décadas de 1950 e 1970. São imagens ligadas à memórias passadas, que permanecem como referência no novo trabalho da artista.
Ao revisitar seu próprio acervo, Isabel percebe a presença recorrente desses azulejos em suas fotografias. A partir dessa constatação, inicia uma pesquisa que parte do íntimo e avança para uma investigação mais ampla sobre a permanência dessa estética no tempo. A artista passa a buscar esses vestígios em casas e ambientes que ainda preservam esses padrões, conectando memória pessoal e história coletiva.
Esse percurso leva ao encontro com a arquitetura modernista no Brasil. Durante a construção de Brasília, arte e arquitetura passam a se integrar de forma mais direta, incorporando azulejos como parte dos projetos. Referências como Le Corbusier e Lúcio Costa ajudam a consolidar esse pensamento, que ganha expressão nas fachadas, nos pilotis e nos espaços públicos da cidade.
Nas obras, a artista se aproxima de painéis e desenhos ligados a nomes como Athos Bulcão, Marcílio Mendes e Marcelo Campelo. Esses elementos aparecem reorganizados em fotografias que misturam observação e construção de cena. As imagens são apresentadas em dípticos e trípticos de 42 x 50 cm, reforçando a repetição e o ritmo presentes na azulejaria.
Em Rejuntes Afetivos, Isabel Becker retoma esses elementos por meio da fotografia. As obras exploram repetição, cor e composição, criando imagens que transitam entre registro e construção. “Cada imagem conta algum tipo de história, família, afetos e patrimônio”, afirma a artista. Em outro momento, reforça: “Na repetição das imagens, convido à reflexão sobre a preservação da nossa história, e a sustentabilidade, que não é mais uma escolha, é um único caminho.”
A montagem da exposição acompanha esse pensamento e se inspira na lógica dos painéis, propondo uma ocupação do espaço que dialoga com a arquitetura. “Rejuntes Afetivos dialoga com a arquitetura e nos conduz a espaços imaginários, um olhar para dentro”, resume.
Por meio da fotografia, o projeto propõe uma leitura contemporânea dessa herança, não apenas documentando, mas reativando visualmente esses azulejos como memória viva de um ideal estético e cultural que permanece no cotidiano urbano.
Com uma trajetória consolidada na fotografia, incluindo trabalhos para O Globo e revistas da Editora Abril, Isabel Becker desenvolve desde 2011 uma pesquisa autoral marcada pelo uso da cor e pela construção de imagens que transitam entre o real e o imaginário. Ao longo de sua carreira, realizou exposições individuais e participou de importantes mostras no Brasil e no exterior, com destaque para apresentações no Grand Palais, em Paris, além de edições da ArtRio. Em 2023, levou a exposição Luz na Sombra ao Espaço Cultural do Ministério Público, em Brasília, reforçando sua relação com a cidade. Em 2024, participou de mostras coletivas em São Paulo e voltou a apresentar a série em instituições no Rio de Janeiro e em Brasília.
A exposição tem o apoio da Fundação Athos Bulcão e Casa Museu Ema Klabin.
Serviço
Exposição | Rejuntes Afetivos
De 13 de junho a 30 de agosto
Todos os dias, exceto terça-feira, das 10h às 19h
Período
Local
Museu de Arte de Brasília
HTN, trecho 1, Projeto Orla, pólo 3, lote 5 / Brasília – DF
