Sonhos de uma Amazônia sem fim, Encantado (2023), Alessandro Fracta. Foto: Ana Dias

Na segunda edição, Bienal das Amazônias reverbera a floresta

Porta de entrada da Amazônia, cidade portuária marcada pela confluência de povos e culturas, Belém, no Pará, se abre para a arte. É nesse...

O direito humano à água e a crise no abastecimento

O cumprimento do Direito Humano à Água (DHA) supõe assegurar água com disponibilidade, acessibilidade física, qualidade e segurança, financeiramente acessível e que cumpra com os requisitos de aceitabilidade, dignidade e privacidade

Pombagiras e a Multidão de Mulheres

*Por Maria Gabriela Saldanha Neste 8 de março, com o avanço conservador que propaga o ódio a minorias, respondendo pelo acirramento da perseguição às religiões...

Na FAMA, Regina Parra explora a dinâmica dos corpos

Assista trechos da performance 'Lasciva'. Artista apresenta individual na Fábrica de Arte Marcos Amaro até 9 de março

“A gente combinamos de não morrer”, 2019

Confira editorial da edição 47 da ARTE!Brasileiros
“Ntando tinha 10 anos quando Nelson Mandela saiu da prisão, em 1990, e assumiu a liderança política da África do Sul. Ela foi da primeira geração de crianças negras sul-africanas a entrar na escola dos brancos”. Foto- Divulgação

Ntando Cele: “Não estou aqui para ser negra”

A atriz, dramaturga e cantora esteve em São Paulo em 2017 para a Mostra Internacional de Teatro, na ocasião, promoveu workshop com 20 pessoas selecionadas pela Mostra

Campos de Invisibilidade – SESC Belenzinho

Exposição propõe-se a imersão e reflexão sobre o que há efetivamente por trás das várias conquistas tecnológicas presentes no dia a dia do sujeito contemporâneo

21ª Sesc_Videobrasil: comunidades imaginadas — Sesc 24 de Maio

Com 55 artistas de diferentes cantos do mundo, evento levanta discussões políticas sobre a causa indígena, a luta das comunidades LGBT, os conflitos raciais e as tensões de fronteira; assista ao vídeo com o curador Gabriel Bogossian falando à ARTE!Brasileiros sobre a bienal

Pinacoteca revisita a obra de Paulo Pedro Leal, artista que denunciou...

Rio de Janeiro, anos 1950 e 1960. A “cidade maravilhosa” passava por mudanças: tornava-se cada vez mais gentrificada, excluindo as pessoas que a ergueram...

As poetas da guerra

Repetindo uma prática comum entre mulheres árabes ao longo dos anos, refugiadas utilizam a poesia como meio de relatar suas dores e desejos