2010 | Laurie Anderson: o banquete da transgressão

Relembre texto sobre a exposição "I in U – Eu em Tu", de Laurie Anderson, organizada pelo CCBB com curadoria de Marcello Dantas

Ocupação Herzog vai além do drama político

Itaú Cultural dedica a 46ª edição do projeto Ocupação, que retrata grandes figuras da cultura brasileira, ao jornalista Vladimir Herzog, assassinado pela ditadura militar em 1975
Obra presente na exposição "Quarto Ato - O quilombismo", no Instituto Inhotim. Foto: Ícaro Moreno

Inhotim inaugura último ato em homenagem a Abdias Nascimento e instalação...

A partir de diálogos iniciados entre o Instituto Inhotim e o Ipeafro em novembro de 2020, foi inaugurado em dezembro do ano seguinte o...

“Somos Muit+s: experimentos sobre coletividade” abre na Pinacoteca

Coletiva reúne obras do artista alemão Joseph Beuys e de Hélio Oiticica, Maurício Ianês, Mônica Nador e Jamac, Coletivo Legítima Defesa, Rirkrit Tiravanija, Tania Bruguera e Vivian Caccuri

Chamadas abertas para artistas brasileiros e residentes no Brasil

Almeida & Dale Galeria de Arte, JA.CA e Mostra Internacional Luz del Fuego abrem editais neste final de ano; confira o regulamento e inscreva-se

Assista ao vídeo sobre “Transbordar: transgressões do bordado na arte”, no...

Se durante a Idade Média "as artes têxteis gozavam de um importante lugar no panteon artístico", foi na Renascença que elas passaram a ser...
Foto horizontal, colorida. Vista da exposição MOTO-CONTÍNUO, de José Damasceno, na Estação Pinacoteca. Ao fundo, TRILHA SONORA, que com centenas de martelos pendurados em pregos na parede, cria a representação de montanhas. A frente, diversas colunas de estrutura do edifício. Entre elas, vê-se parcialmente duas obras de José Damasceno. À direita, SNOOKER, a esquerda obra mais baixa, no nível do chão.

José Damasceno e o sorriso da Mona Lisa

Dá um certo alívio em adentrar a mostra de José Damasceno, Moto-contínuo, na Estação Pinacoteca, em um contexto tão desfavorável, quando uma CPI descortina...
Bem Me Quer, Mal Me Quer (2011), Sidney Amaral, exposta em VIVER ATÉ O FIM O QUE ME CABE - SIDNEY AMARAL: UMA APROXIMAÇÃO

Carta a Sidney Amaral

No contexto da realização da mostra “Viver até o fim o que me cabe! - Sidney Amaral: uma aproximação”, no Sesc Jundiaí, artista e curador Daniel Lima escreve uma correspondência direcionada ao artista paulistano, falecido em 2017
Lia-D-Castro

Artes práticas

As pinturas, os desenhos e as fotografias de Lia D Castro são a síntese de um processo decolonial em que ela equaciona, com seus retratados, sexo, leituras, conversas e reflexões sobre transfobia e racismo

Conexões no acervo do MAM

Mostra que foi apresentada no Phoenix Art Museum é trazida ao museu em SP