Combater a corrupção até o fim
O PT deixou o espaço da ética livre para a pregação da direita. Ela ignorou a miséria e afirmou que a corrupção no País nunca tinha sido tão grande. Mentira? Sim, mas pegou
Revolta solidária
Mestre em Antropologia pela UFBA, poeta, compositor e autor dos livros Avant-Garde na Bahia e A Cidade no Brasil
Até crianças cruzaram os braços na greve geral de 1917
Durante mais de um mês, as fábricas e o comércio permaneceram parados. Saques começaram a acontecer depois que uma carroça de pão foi assaltada na rua Rangel Pestana, também no Brás.
O “Eu sou bilíngüe” trabalha a interculturalidade
Em entrevista, Linete Ruiz Ferreira fala sobre a complexa tarefa de implementar uma educação escolar indígena no País
Governo federal cobra investigação de mortes de trabalhadores rurais
Missão federal que busca informações sobre a investigação a respeito da morte de 10 pessoas que ocupavam uma fazenda em Pau D’Arco, no sudeste do estado
Uma cartografia digital dos ataques contra os povos indígenas no Brasil
Por Daniel Santini (Fundação Rosa Luxemburgo)
A ideia de organizar em um mapa registros de assassinatos de indígenas no Brasil é visibilizar a quantidade e...
Em defesa da política
Por Maria Victoria Benevides*
“Foi bonita a festa, pá!” Para os jovens que não a viveram e para os “coroas” esquecidos – e hoje temerosos ou...
De volta aos manicômios? SUS retoma debate sobre hospitais psiquiátricos no...
Medida é repudiada e vista como um grande retrocesso para os trabalhadores da área da saúde mental. Lumena Almeida, que tem experiência no SUS há mais de 30 anos e já foi secretária nacional de Atenção à Saúde, reflete sobre o tema
Poder econômico e corrupção: afinal, qual é a peculiaridade brasileira?
A Operação Lava Jato caminha na contramão da governança e da jurisprudência internacional e presta um desserviço ao Brasil jogando água no moinho daqueles que só repetem monotonamente feito uma cantilena
A culpabilização das vítimas como rota de fuga
Jornalista pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Gestão Territorial da Universidade Federal do ABC-UFABC e doutora em saúde pública pela USP, CIlene VIctor reflete sobre tragédia do Paissandu














