Foto- Monique Oliveira

A derrocada da ciência brasileira

O governo afiou a tesoura e cortou 44% do orçamento do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação), pior orçamento em 12 anos
Foto: Reprodução/Youtube

Um vídeo sobre coisas que mulheres que gostam de futebol ouvem...

O coletivo Dibradoras é um veículo de mídia que surgiu para acompanhar e valorizar a presença da mulher nas questōes relacionadas ao futebol
açao e reação Polícia paulista reprimiu os primeiros quatro atos, usando spray de pimenta, bombas de efeito moral e balas de borracha

A primeira greve selvagem metropolitana no Brasil maior

Por Giussepe Cocco* Na edição de maio do Le Monde Diplomatique(1), escrevemos que “não existe amor no Brasil Maior” e explicitamos: “O ‘amor’ só existe na...
trote violento contra calouros

Comportamento machista leva à violência nas universidades, diz pesquisa

Pesquisa feita com alunos de cursos superiores mostra que há um comportamento machista por trás de atos de violência praticados contra mulheres em campi universitários públicos...
Acima, a escola de samba Acadêmicos do Tatuapé (Foto- Paulo Pinto : LIGASP)

O dia em que sambei com Caetano, Gil, Rita e Cauby

• por João Luiz Vieira Pulei frevo, dancei maracatu, fui atrás de trio elétrico, segui os Filhos de Gandhi, mas nunca havia saído em escola...
Michel_Temer

A Noite dos Pesadelos: haverá golpe dentro do golpe?

Haverá golpe dentro do golpe? Conseguirão os golpistas controlar sua base filofascista? A instabilidade e a explosão social são as únicas certezas para o nosso imediato futuro
Eugênio José Guilherme de Aragão

As perspectivas para um Brasil pós-golpe

Temos muito a esperar do ano vindouro, menos tranquilidade. Fica para as corporações das carreiras de Estado, para o Parlamento e para a população a lição de que não se briga com Constituição pactuada
Rovena Rosa/Agência Brasil_02/05/2018

A culpabilização das vítimas como rota de fuga

Jornalista pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Gestão Territorial da Universidade Federal do ABC-UFABC e doutora em saúde pública pela USP, CIlene VIctor reflete sobre tragédia do Paissandu