Democracia?

Li em algum lugar, e me soou verdadeiro, que desde o início dos tempos a liberdade de uns se dá à custa da servidão de outros
Rio de Janeiro - A Polícia Federal e o Exército realizam procedimento de destruição de aproximadamente 4000 armas recolhidas pela PF nos últimos dois anos (Tânia Rêgo:Agência Brasil)

Mais armas, mais mortes

Com uma forte indústria de armamento, o Brasil figura entre as potências mundiais na produção e comercialização de armas de fogo
Rovena Rosa/Agência Brasil_02/05/2018

A culpabilização das vítimas como rota de fuga

Jornalista pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Gestão Territorial da Universidade Federal do ABC-UFABC e doutora em saúde pública pela USP, CIlene VIctor reflete sobre tragédia do Paissandu
Câmara dos deputados - Brasil

Focos de esperança e resistência

Nas disputas pautadas para 2017, as forças progressistas precisam dialogar com novas visões de mundo e demandas de uma população que passou por muitas transformações
ARTISTAS Assucena Assucena e Raquel Virgínia da banda As Bahias e a Cozinha Mineira

Diferentes e diversos, agora somos assim

Esqueça tudo o que aprendeu sobre gênero masculino e feminino, identidade de gênero, sexualidade e comportamento. Se há algum tempo nascer com genitália feminina...
Foto: Reprodução/Youtube

Um vídeo sobre coisas que mulheres que gostam de futebol ouvem...

O coletivo Dibradoras é um veículo de mídia que surgiu para acompanhar e valorizar a presença da mulher nas questōes relacionadas ao futebol

Junho de 2013 – Reflexões sobre a multidão

Esta imagem foi registrada na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, na noite do dia 17 de junho de 2013. Naquele momento, ela refletiu o desejo de milhares de brasileiros. Hoje, cinco anos depois dos protestos de junho de 2013, muitas teorias sobre o legado deixado pelos clamores daquele momento surgem. O portal páginaB! publica textos, vídeos e fotografias produzidos na época, na revista Brasileiros, para contribuir com o debate

O Brasil e suas grades

Em seu recém-lançado livro, Juliana Borges desenvolve uma análise dos propósitos e da historia da política carcerária no Brasil