Foto: Instituto Socio Ambiental

Uma cartografia digital dos ataques contra os povos indígenas no Brasil

Por Daniel Santini (Fundação Rosa Luxemburgo) A ideia de organizar em um mapa registros de assassinatos de indígenas no Brasil é visibilizar a quantidade e...

O “Eu sou bilíngüe” trabalha a interculturalidade

Em entrevista, Linete Ruiz Ferreira fala sobre a complexa tarefa de implementar uma educação escolar indígena no País
Intensa campanha foi realizada em Minas Gerais. Prioridade é para residentes em áreas rurais, agora em São Paulo. Foto- Agência Brasil:EBC

Febre amarela preocupa paulistas. Especialistas explicam sintomas

O macaco encontrado morto na terceira semana de outubro de 2017, no Horto Forestal na Zona Norte de São Paulo, teve comprovada a presença...
trote violento contra calouros

Comportamento machista leva à violência nas universidades, diz pesquisa

Pesquisa feita com alunos de cursos superiores mostra que há um comportamento machista por trás de atos de violência praticados contra mulheres em campi universitários públicos...

“Talvez a política mais honesta da América Latina foi impedida pelos...

O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, que estuda o Brasil, a democracia e as esquerdas, alerta para a ameaça fascista na sociedade brasileira e afirma que é preciso inventar um novo partido político, mais baseado nos movimentos populares e menos nos interesses partidários

A polícia que quer uma nova polícia

Na contramão do discurso que predomina nas corporações, grupos progressistas de policiais militares e civis, guardas municipais e agentes dialogam pelas redes sociais e tentam repensar a segurança pública
A exposição é fruto de um extenso trabalho de pesquisa sobre as ocupaçōes do centro da cidade, como a Nove de Julho - Foto: PáginaB

Uma cidade no vazio da cidade que já existe

Exposição na ocupação Nove de Julho, no centro de São Paulo, busca valorizar o trabalho colaborativo dentro de ocupações e expõe a importância dos movimentos de luta por moradia a cidade
Eugênio José Guilherme de Aragão

As perspectivas para um Brasil pós-golpe

Temos muito a esperar do ano vindouro, menos tranquilidade. Fica para as corporações das carreiras de Estado, para o Parlamento e para a população a lição de que não se briga com Constituição pactuada