Ayrson Heráclito, um artista exorcista

Em ocasião de sua participação na 57ª Bienal de Veneza, Ayrson Heráclito falou à ARTE!Brasileiros sobre ancestralidade, racismo e performance

Somos natureza

Em primeiro dia do seminário, limites entre cultura e natureza são questionados a partir da sabedoria indígena, por Ailton Krenak, Antonio Donato Nobre e Naiara Tukano

É hora de destruir os monumentos de exaltação aos bandeirantes?

Para Fabio Cypriano, não se deve apagar a história ou mesmo fazer de conta que ela não existiu, como se fez com o período da ditadura militar no Brasil, mas é preciso rever esses monumentos e recontextualizá-los
Collezione Maramotti

Uma coleção fora do sistema

Coleção iniciada por fundador da marca Max Mara exibe visão pessoal da produção contemporânea, sem concessões ao circuito de arte
Rennó

Celebrar a desconstrução

Na entrada, a exposição alertava os visitantes: pense bem antes de entrar neste recinto. O material exposto pode lhe parecer ofensivo (...).       ...
Ensaios para o Museu das Origens

Lugares de Memória e resistência

Mostra dupla revisita projeto de Mario Pedrosa para reconstrução do MAM Rio e articula rede de estratégias de resgate e preservação cultural elaboradas por 20 instituições espalhadas pelas diferentes regiões do país

O prêmio e os acervos

Impressões sobre o Projeto Prêmio Diário Contemporâneo, realizado pelo Museu do Estado do Pará (MEP) e pelo Museu de Arte da Universidade Federal do Pará (MUFPA)
MAM Rio

Eduardo Saron, Fabio Szwarcwald e Jochen Volz debatem a gestão cultural...

Diretores do Itaú Cultural, da EAV Parque Lage e da Pinacoteca de São Paulo participaram do seminário realizado pela ARTE!Brasileiros e pelo Itaú Cultural e falaram sobre a busca de um público participativo nas instituições culturais

Arte em trânsito

Em entrevista, Tadeu Chiarelli fala sobre o lançamento próximo de ‘Apropriações’ e ‘Arte Brasileira’, analisa o diálogo entre passado e presente na arte brasileira e o papel do crítico e historiador de arte.
Foto vertical, colorida. Capa do livro TEMPOS MODERNOS: ARTE, TEMPO, POLÍTICA, de Jacques Rancière

Rancière revê modernismo

Em "Tempos modernos – arte, tempo, política", autor usa como referências apenas textos de homens brancos da Europa e Estados Unidos