Marcia Pastore e Nazareth Pacheco são os novos nomes da Emmathomas...
Márcia Pastore e Nazareth Pacheco passam a integrar corpo de artistas representados pela Emmathomas Galeria. A escolha pelas artistas está de acordo com a...
Após invasão policial, artistas ocupam o Teatro de Contêiner para impedir...
Após uma violenta invasão na tarde desta terça-feira, 19, pela Guarda Civil Metropolitana (GCM), polícia subordinada à Prefeitura de São Paulo, artistas, produtores, técnicos,...
Por que a guerra?
Em 1932, uma troca de cartas entre o pai da física, Albert Einstein, e o pai da psicanálise, Sigmund Freud, traduziu as inquietações dos dois intelectuais humanistas naquele primeiro terço do século 20. Nas missivas, ambos se questionam, a partir de perspectivas completamente distintas, o porquê dos conflitos armados, pouco antes da deflagração da Segunda Guerra Mundial.
Colaboradores da edição #71
Veja quem são alguns dos colaboradores da edição #71 da arte!brasileiros
Centro Cultural Bienal das Amazônias inaugura em Belém como um novo...
Localizado na esquina da Rua Manoel Barata com a Travessa Campos Sales, no centro do comércio de Belém (PA), o Centro Cultural Bienal das...
Bienal de SP lança publicação educativa e abre individual de Deana...
"Faz escuro mas eu canto, Primeiros ensaios" se junta a diversos materiais já disponibilizados no site da Bienal e conta com a participação de artistas e autores no lançamento virtual; na Basileia, Deana Lawson inaugura individual com obras realizadas em Salvador e comissionadas pela Bienal
Um Flavio-Shiró por completo
No início dos anos 2000, a Pinakotheke projetou uma trilogia de livros que homenageasse grandes artistas nipo-brasileiros. A iniciativa tomou forma em parceria com...
Galeria TATO tem exposição presencial e abre inscrições para seu segundo...
Neste mês a Galeria TATO abriu as portas com sua primeira exposição presencial após meses fechada por conta do isolamento social. A mostra é...
Desaprender o imperialismo e reparar
Em ‘História potencial’, a artista e acadêmica Ariella Aïsha Azoulay propõe novas formas de se rever o modo colonialista a partir de conceitos como desaprender e reparar, opondo-se à noção de progresso














