Para José Olympio Pereira, Bienal não deve tomar lado, mas sim...
Presidente da Fundação Bienal adota discurso conciliador, elogia o ministro Osmar Terra e o secretário de Cultura Henrique Pires e fala sobre o projeto de expandir a 34a edição da bienal pela cidade e ao longo do ano de 2020
Em nome do Nome
* Por Pedro Ambra
Um passo histórico na luta por direitos humanos foi dado no Brasil no último dia primeiro de março: o direito ao...
João Moreira Salles reflete sobre os descaminhos das utopias
Maio de 1968. A revista francesa Le Nouvel Observateur publica uma matéria que entraria para a história: o filósofo Jean-Paul Sartre entrevistando o então...
A resistência política de Tônia Carrero
Aguerrida na luta contra a escalada de horror instaurada com o golpe civil-militar de 1964, a estupenda Tônia Carrero, que nos deixou na noite...
MinC apoia artistas e reforça que Lei Paulo Gustavo é para...
Em uma audiência pública com dezenas de artistas, produtores e gestores de cultura na tarde de quarta-feira, 20, na Assembleia Legislativa, na capital paulista,...
“Escrever é minha cachaça”
O hoje clássico "Tremor de Terra", primeiro livro, de contos, de Luiz Vilela, um de nossos melhores escritores, completa 50 anos e tem nova edição lançada, depois de tempos fora de catálogo. Para comemorar, fizemos 50 perguntas ao autor
Sebastião Salgado: documentário e reparação
É inegável a força do nome do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado. Entre os grandes da fotografia mundial, é mestre na arte de construir narrativas densas por meio de um jogo fascinante de luzes e sombras
Livro debate arte, direito e liberdade em momento oportuno
Primeiro volume da coleção Gestão da Cultura e do Entretenimento, Edições Sesc, aborda os limites da produção artística sob a perspectiva do direito
O Formigueiro Humano do Pau da Bandeira
Por Bibiana Belisário
Há um fato curioso sobre as formigas cortadeiras: apesar do pequeno tamanho, elas conseguem transportar folhas, cascas, galhos e fragmentos vegetais que...
As poetas da guerra
Repetindo uma prática comum entre mulheres árabes ao longo dos anos, refugiadas utilizam a poesia como meio de relatar suas dores e desejos














