Auritha Tabajara tem 38 anos e seu livro, Magistério Indígena em Verso e Poesia foi lançado em 2010 e integra leituras obrigatórias do Estado do Ceará

Auritha Tabajara, “Magistério indígena em verso e prosa”

Com 38 anos, a autora de Magistério Indígena em Verso e Poesia conta como foi sua vinda para São Paulo e relembra momentos marcantes

Arqueologia da memória

* Da coleção de excelentes entrevistas e reportagens do Marcelo Pinheiro Nascido em 1895, o cinema é a mais jovem de todas as expressões artísticas....
A curadora indígena Sandra Benites, agora à frente da direção de artes visuais da Funarte. Foto: Rodrigo Avelar

A refundação da cultura

Quando no início de fevereiro passado, funcionários do Museu Nacional receberam Leandro Grass, que acabava de ser empossado presidente do Instituto do Patrimônio Histórico...
Eduardo Saron esta à frente do Itaú Cultural desde 2002

Diretor do Itaú Cultural é escolhido como destaque em prêmio do...

À frente da instituição há 15 anos, Eduardo Saron será o grande homenageado do Prêmio Governador do Estado para Cultura 2018. Secretario de Cultura apoia escolha

Dória ignora um dos vértices do Hip-Hop

Na penúltima edição da Bienal Internacional Grafitti Fine Art, realizada em São Paulo, em janeiro de 2013, um dos convidados para a série de...
As 39 unidades do Sesc espalhadas por São Paulo sediaram durante os dias 2, 3 e 4 de março a segunda edição do FestA!,

FestA!, o festival de aprender do Sesc

O objetivo do FestA! é chamar a atenção para as atividades que o Sesc realiza ao longo do ano!
luiz vilela

“Escrever é minha cachaça”

O hoje clássico "Tremor de Terra", primeiro livro, de contos, de Luiz Vilela, um de nossos melhores escritores, completa 50 anos e tem nova edição lançada, depois de tempos fora de catálogo. Para comemorar, fizemos 50 perguntas ao autor
Foto- Leila Salgado:Amazonas:Sony Pictures Classics

Sebastião Salgado: documentário e reparação

É inegável a força do nome do fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado. Entre os grandes da fotografia mundial, é mestre na arte de construir narrativas densas por meio de um jogo fascinante de luzes e sombras
baile black rio de janeiro

Um grito de altivez no salão

Nesses tempos obtusos, em que a ascensão do conservadorismo no País faz surgir personagens esdrúxulos como Fernando Holiday – jovem negro, egresso do Movimento...

Para José Olympio Pereira, Bienal não deve tomar lado, mas sim...

Presidente da Fundação Bienal adota discurso conciliador, elogia o ministro Osmar Terra e o secretário de Cultura Henrique Pires e fala sobre o projeto de expandir a 34a edição da bienal pela cidade e ao longo do ano de 2020