Instituto Choque Cultural / Divulgação

Como transformar a escola em uma extensão da cidade, tornando-a um espaço pulsante e dinâmico, atraente aos olhos dos alunos que hoje ocupam as carteiras escolares, ainda tão semelhantes às ocupadas por seus avós e bisavós ao longo do século passado? Este foi um dos questionamentos que levaram à criação do Choque Educultural (Escola Criativa), projeto do Instituto Choque Cultural que tem como principal objetivo transformar os ambientes de ensino formal da cidade e, quem sabe do País, em locais inspiradores e agradáveis, onde estudantes e professores se conectem uns aos outros e se sintam permanentemente instigados a criar e inovar.

O projeto, que surgiu em 2011, convidou uma série de artistas – grande parte deles ligados à cena urbana da capital – para ministraram workshops a educadores, intervindo diretamente em escolas públicas da cidade em grandes mutirões, com a participação dos agentes locais. A ação aconteceu chamada Choque Educultural aconteceu no dia 8/12, na Etec das Artes, no Parque da Juventude.

De modo abrangente, o programa visa a melhoria do ambiente escolar pela integração educação-cultura e concebe a escola como microcosmos da cidade, agora encarada como campo de experimentação educativa. O projeto Escola Criativa é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal com patrocínio da Pirelli e da Machado Meyer Advogados. Ele foi concebido sob as diretrizes da tecnologia social desenvolvida pelo Instituto Choque Cultural, A Escola é Cidade e a Cidade é Escola, premiada pela Fundação Banco do Brasil de Tecnologias Sociais em 2015.

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