Facebook Instagram X WhatsApp Youtube
  • AGENDA
  • ACERVO
  • OPINIÃO
  • SEMINÁRIOS
  • EDIÇÕES REVISTA
  • arte✱plus – MINHA CONTA
  • pt
    • zh-CN
    • en
    • fr
    • pt
Buscar
Entrar
Bem-vindo! Entre na sua conta
Esqueçeu sua senha? Solicite ajuda
Privacidade
Recuperar senha
Recupere sua senha
Uma senha será enviada por e-mail para você.
artebrasileiros artebrasileiros ARTE!Brasileiros
  • AGENDA
  • ACERVO
  • OPINIÃO
  • SEMINÁRIOS
  • EDIÇÕES REVISTA
  • arte✱plus – MINHA CONTA
  • pt
    • zh-CN
    • en
    • fr
    • pt
Facebook Instagram X WhatsApp Youtube
Início Opinião Prova de Contato

Prova de Contato

  • Carteiro do Inconsciente
  • Coisas da História
  • Conversa de Bar(r)
  • Deriva
  • Editoriais
  • Filosofia, educação e além
  • Olho Crítico
  • Prova de Contato
  • Quintessência
  • Radicante
  • Trânsito Subjetivo
  • Um olhar para o Oriente Médio
    Mais popular
    • Mais recentes
    • Posts em destaque
    • Mais popular
    • Posts populares dos últimos 7 dias
    • Por pontuação de review
    • Aleatório
    Dias antes da abertura da 1ª Bienal de Veneza, toda cidade discutia a pintura Supremo Convegno, do italiano Giacomo Grosso, sem ainda tê-la visto.

    Em 1895, a 1ª Bienal de Veneza põe a censura para correr

    Para respirar liberdade, 70 anos da declaração dos direitos humanos

    Cinco décadas de realismo em mostra internacional

    Morre Almir Mavignier, expoente do construtivismo

    Jean Paul Ganem faz land art para ver e saborear na...

    Com "Desenho Infinito", artista franco-tunisiano faz um cruzamento instigante entre a arte comestível e a cultura indígena brasileira e apresenta uma obra envolta nas ideias de agro floresta e de horta orgânica
    EXPOSIÇÃO | A Nara Roesler Rio de Janeiro inaugura EXPOSIÇÃO | A Nara Roesler Rio de Janeiro inaugura "As formas do tempo", terceira exposição da programação que celebra os 50 anos de Nara Roesler como galerista. Com curadoria de Bernardo Mosqueira e curadoria assistente de Ana Clara Simões Lopes, a mostra reúne 22 artistas de diferentes gerações, ligados ao território do Rio de Janeiro, em mais de 30 obras — pinturas, esculturas, vídeos, fotografias, instalações e trabalhos site-specific. 

O fio que costura o conjunto é o tempo em suas várias formas: história, mito, memória, esquecimento, ruína, retorno, espiralidade e infinitude. 

A mostra reúne nomes históricos do programa da galeria — Hélio Oiticica, Abraham Palatnik, Antonio Dias, Brígida Baltar, Angelo Venosa, Carlito Carvalhosa, Vik Muniz, Daniel Senise, Cristina Canale, Milton Machado, Marcos Chaves, Raul Mourão, entre outros.

SERVIÇO
📍 Nara Roesler Rio de Janeiro — Rua Redentor, 241, Ipanema, Rio de Janeiro
✨ Abertura: 25 de junho de 2026, das 18h às 21h
🗓️ Em cartaz até 22 de agosto de 2026
🕒 Segunda a sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 11h às 15h
🎟️ Entrada gratuita
    ​DEPOIMENTO | Rosana Paulino, que integra o Pavilh ​DEPOIMENTO | Rosana Paulino, que integra o Pavilhão do Brasil na 61ª edição da Bienal de Veneza, participou do VIII Seminário Internacional Arte!Brasileiros: Narrativas Contra-hegemônicas.

O evento aconteceu em março de 2026, em Vitória (ES), e você pode assistir por meio do nosso canal do YouTube, o link está na bio.

—
Com patrocínio da @edpbrasil, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, o Seminário, em parceria com o Museu de Arte do Espírito Santo (MAES), é uma realização da Atmo e da Arte!Brasileiros, por meio da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC) e do Governo do Estado do Espírito Santo / Secretaria de Estado da Cultura.
    EXPOSIÇÃO | A partir de 26 de junho, o Instituto T EXPOSIÇÃO | A partir de 26 de junho, o Instituto Tomie Ohtake recebe "Quando o museu é rio", realizada em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi. A mostra reúne artistas contemporâneos e acervos científicos, arqueológicos, etnográficos e biológicos do Goeldi para investigar o papel das instituições dedicadas à memória e à produção de conhecimento sobre a Amazônia. O ponto de partida é o projeto "Um rio não existe sozinho", desenvolvido em 2025 no Parque Zoobotânico do museu, em Belém.

A imagem do rio atravessa a exposição como metáfora para deslocamentos e encontros, e sustenta a proposta de pensar o museu como campo contínuo de relações entre território, ciência, espiritualidade e vida cotidiana. 

Entre os conjuntos apresentados estão pesquisas sobre pinturas rupestres, estudos sobre fósseis de preguiças-gigantes e o projeto Esecaflor, sobre os efeitos das mudanças climáticas na floresta. A curadoria é de Ana Roman, Sabrina Fontenele e Vânia Leal, com curadoria científica de Nelson Sanjad, Sâmia Batista e Sue Costa. 

Nos dias 25 e 26 de junho, a programação inclui o seminário "Quando o museu é: acervos e futuros".

SERVIÇO
📍 Instituto Tomie Ohtake — Av. Faria Lima, 201 (entrada pela Rua Coropé, 88), Pinheiros, São Paulo
🗓️ De 26 de junho a 16 de agosto de 2026
🕒 Terça a domingo, das 11h às 19h (última entrada às 18h)
🎟️ Entrada franca

Imagens:
1 Paula Giordano | 2 Gustavo Caboco | 3 Salisa Rosa | 4 Francelino | 5 Noara Quintana
    EXPOSIÇÃO | O Solar apresenta “Eu Prefiro Ser”, gr EXPOSIÇÃO | O Solar apresenta “Eu Prefiro Ser”, grande homenagem aos 85 anos de Ney Matogrosso. Com curadoria de Bernardo Mosqueira, Matheus Morani e Pablo León de la Barra, a mostra reúne obras históricas, fotografias, acervo audiovisual e uma série de trabalhos inéditos comissionados para a ocasião, com mais de 40 artistas brasileiros e internacionais. 

A proposta não é biográfica nem cronológica. “O que essa mostra faz é propor uma imersão experimental nesses mais de 50 anos de criação”, diz Mosqueira, “pensando sobretudo no impacto dele na nossa sociedade e na cultura visual brasileira”.

SERVIÇO
📍 Solar — Mercado Central — Rua do Senado, 48, Centro, Rio de Janeiro
🗓️ Em cartaz até 17 de outubro de 2026
🕒 Quarta a sábado, das 10h às 18h
🎟️ Entrada gratuita
    EXPOSIÇÃO | O MAM Rio apresenta "O caneco é nosso" EXPOSIÇÃO | O MAM Rio apresenta "O caneco é nosso", individual do mineiro Froiid que inaugura o Espaço Petrobras, novo lugar do museu dedicado a trabalhos inéditos de jovens artistas. 

Com curadoria de Raquel Barreto, a exposição reúne 999 réplicas em gesso da Taça Jules Rimet dispostas em uma arquibancada. O trabalho parte da trajetória do troféu criado pela Fifa nos anos 1930, incorporado ao imaginário brasileiro com o tricampeonato de 1970 e roubado da sede da CBF, no Rio, em 1983, sem nunca ter sido recuperado.

Desde 2014, Froiid pesquisa futebol de várzea, sinuca, jogo do bicho e outras formas populares de sociabilidade, entendendo o jogo como espaço de invenção e construção coletiva. 

SERVIÇO
📍 Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro — Av. Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo
🗓️ Em cartaz até 20 de setembro de 2026
🕒 Quarta a domingo e feriados, das 10h às 18h
🎟️ Entrada gratuita
ℹ️ Aos domingos, das 10h às 11h, visitação exclusiva para pessoas com deficiência intelectual

Fotos: Fabio Souza
    EXPOSIÇÃO | A Caixa Cultural Brasília recebe, até EXPOSIÇÃO | A Caixa Cultural Brasília recebe, até 4 de outubro, “Galeno, o mistério do simples”, grande retrospectiva do artista Francisco Galeno (1956-2025). Com curadoria de Paulo Herkenhoff — escolhido pelo próprio artista durante a concepção da mostra — e coordenação da Referência Galeria de Arte, a exposição celebra seu legado um ano após sua morte.

Nascido em Parnaíba, no Piauí, e criado em Brazlândia, Galeno construiu uma obra atravessada por suas origens entre o Nordeste e o Cerrado. A mostra reúne pinturas, esculturas em madeira, gravuras e objetos, do início da carreira às obras mais recentes, além do documentário “Galeno, Curumim Arteiro”, de Marcelo Diaz.

Depois de Brasília, a exposição segue para a Caixa Cultural de São Paulo e, em 2027, para a do Rio de Janeiro.

SERVIÇO
📍 CAIXA Cultural Brasília
🗓️ Até 4 de outubro de 2026
🕒 Terça a domingo, das 9h às 21h
🎟️ Entrada gratuita
    MEMÓRIA | Teresinha Soares fala sobre “Caixa de fa MEMÓRIA | Teresinha Soares fala sobre “Caixa de fazer amor” (1967) durante a retrospectiva “Quem tem medo de Teresinha Soares?”, no MASP, em 2017. A obra é composta por um moedor de carne, garrafas de vidro e outros objetos inusitados — e foi doada por ela à Pinacoteca de São Paulo, onde hoje integra o acervo.

Nascida em Araxá, Teresinha marcou as décadas de 1960 e 1970 ao colocar o corpo, o desejo e o prazer feminino no centro de sua obra, em pleno regime militar. Fez do erotismo uma forma de contestação e, décadas depois, foi revista como peça-chave para pensar arte, política e gênero na América Latina. Morreu em março de 2026, aos 99 anos.

🎥 @masp
    EXPOSIÇÃO | O Museu de Arte do Rio recebe “Beleza EXPOSIÇÃO | O Museu de Arte do Rio recebe “Beleza valente”, individual de Zanele Muholi no Brasil. Depois de passar pelo IMS Paulista, a mostra chega ao Rio com um panorama da produção da artista e ativista visual cuja obra documenta e celebra a comunidade negra LGBTQIAPN+ na África do Sul e no mundo. 

Com curadoria de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio, a mostra reúne mais de 100 fotografias e vídeos produzidos de 2002 até hoje. Entre elas, estão obras inéditas feitas no Brasil em 2024, quando Muholi esteve em São Paulo para o Festival ZUM, da revista de fotografia do IMS. 

SERVIÇO
📍 Museu de Arte do Rio (MAR) — Praça Mauá, 5, Rio de Janeiro
🗓️ Em cartaz até 22/11/2026
🕒 Terça a domingo, das 11h às 18h (última entrada às 17h) | Fechado às quartas
🎟️ R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia) | Gratuito às terças
    HISTÓRIA | Dois pesquisadores da UFRJ e da UERJ de HISTÓRIA | Dois pesquisadores da UFRJ e da UERJ decifraram uma inscrição no Theatro Municipal do Rio que passou 117 anos sem tradução em um local de grande afluência de turistas (cerca de 30 mil visitantes por mês). 

A frase traduzida foi grafada originalmente em cuneiforme persa e se localiza no painel central do Salão Assyrio do Theatro Municipal, um ambiente esplendoroso inaugurado em 14 de julho de 1909 e cuja construção e ambientação cênica ficaram a cargo da empresa francesa La Grande Tuilerie d’Ivry (também conhecida como Grès Muller). 

Esse grupo foi fundado em Paris pelo engenheiro Émile Muller em 1854, e foi quem construiu as balaustradas de cerâmica da Torre Eiffel. Muller morreu em 1889, mas sua empresa familiar prosseguiu fazendo obras sob a direção de seu filho, Louis Muller, e um dos últimos trabalhos da companhia antes de fechar as portas, em 1908, foi justamente a decoração do Salão Assyrio do Theatro Municipal carioca, entre 1905 e 1909. 

📌Leia o texto completo de Jotabê Medeiros (@jotabemedeiros) pelo site artebrasileiros.com.br (link nos stories)
    artebrasileiros
    Seguindo a sólida linha editorial das revistas Brasileiros, CULTURA!Brasileiros e ARTE!Brasileiros, o portal ARTE!Brasileiros privilegia, em ambiente digital, análises, opiniões, reportagens, artigos e belíssimas imagens, mantendo, como sempre, o cuidado com o leitor, com espaço especial dedicado a vídeos. Você terá acesso a entrevistas com especialistas em arte contemporânea, comportamento, educação, literatura, filosofia, psicanálise, política e tecnologia.  

    Newsletter

    Cadastre-se na nossa newsletter

    Links

    Assine arte✱plus

    Quem somos

    WhatsApp

    Contato

    Sitemap
    • Facebook
    • Instagram
    • Twitter
    • Youtube
    © 2026 arte!brasileiros
    X