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Arte na Pandemia

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    EXPOSIÇÃO | No Sesc Pinheiros, a mostra "Delírio T EXPOSIÇÃO | No Sesc Pinheiros, a mostra "Delírio Tropical — Recanto" toma a imagem como ponto de partida para pensar o Brasil por meio de mais de 130 de todas as regiões do país. 

A exposição percorre diferentes linguagens e modos de circulação, da fotografia ao impresso cotidiano. Apresentada anteriormente na Pinacoteca do Ceará, a mostra chega a São Paulo com nova expografia e incorpora uma obra inédita de Keyla Sobral.

SERVIÇO
📍Sesc Pinheiros — Rua Paes Leme, 195, São Paulo
📆Em cartaz de 6 de maio a 13 de outubro de 2026
⏰Visitação: de terça a sábado, das 10h30 às 21h; domingos e feriados, das 10h30 às 18h
🎟Entrada gratuita

OBRAS:
1- Kuenan Mayu 
2- Hal Wildson 
3- Indigo Braga
4- Eder Oliveira
5- Danielle Fonseca
    CULTURA | A FLIP começa nesta quarta-feira em Para CULTURA | A FLIP começa nesta quarta-feira em Paraty. A 24ª edição, com curadoria de Rita Palmeira, homenageia a poeta Orides Fontela (1940–1998). Nascida em São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, publicou “Alba” (Jabuti 1983) e “Teia” (APCA 1996), entre outros. A editora Hedra relança suas obras neste ano.

Cada uma das 21 mesas do programa principal leva no título um verso da autora, gesto que transforma a programação numa espécie de antologia dispersa pela cidade. Zadie Smith, Angela Davis, Kamel Daoud, Conceição Evaristo e Solano Benítez estão entre os nomes. Além do programa principal, são 46 casas parceiras com conversas que se estendem pelo centro histórico. Selecionamos as mesas em que estaremos de olho ao longo dos próximos dias. Deslize para ver nossas escolhas.
    EXPOSIÇÃO | Nenhum corpo permanece igual ao longo EXPOSIÇÃO | Nenhum corpo permanece igual ao longo da vida. A matéria também não. Ela retrai, oxida, rompe, endurece, acumula marcas e registra a passagem do tempo de maneiras que nem sempre podem ser previstas. Em escalas diferentes, corpo e matéria compartilham uma mesma condição: ambos são atravessados por transformações contínuas.

É dessa percepção que parte “Eu é o outro“, exposição que reúne obras inéditas de Lando e Rosana Paste na Galeria Matias Brotas, em Vitória. Embora desenvolvam pesquisas independentes e utilizem materiais distintos, os dois artistas encontram um ponto de convergência na compreensão da criação artística como um processo permanente de investigação.

📌 Leia o texto completo de Giuliano de Miranda (@giuliano.2803) no site artebrasileiros.com.br (link na bio).
    ENTREVISTA | Às vésperas da abertura de “Peças Fri ENTREVISTA | Às vésperas da abertura de “Peças Frias — O Desenho”, individual de Iran do Espírito Santo na Fortes D’Aloia & Gabriel, o artista conversou com Lucia Koch. 

A mostra reúne desenhos e esculturas produzidos entre 2007 e 2025, entre eles o “Compasso” (2025), escultura com a altura de um corpo humano, e “Sem título (Alambrado)” (2007–2026), desenho de parede apresentado pela primeira vez no Brasil depois de ter estreado na Bienal de Veneza em 2007.

A conversa percorre os temas que sustentam a produção de Iran há décadas: a tensão entre precisão e falha, a dualidade entre o objeto funcional e sua forma geométrica, o que acontece quando um instrumento de desenho — compasso, régua, gabarito — se torna ele mesmo obra. 

📌Koch conduz a entrevista como artista que compartilha vocabulário e inquietações com o entrevistado, leia o texto completo no site artebrasileiros.com.br (link na bio).
    EXPOSIÇÃO | No MASP, Viver tecendo, exposição de C EXPOSIÇÃO | No MASP, Viver tecendo, exposição de Claudia Alarcón e do coletivo Silät, formado por mais de cem tecedeiras do povo Wichí, apresenta 25 obras feitas à mão, entrelaçadas pela técnica conhecida como ponto yica, a partir do chaguar, bromélia de fibras resistentes nativa do Gran Chaco, segundo maior bioma da América Latina. 

A mostra integra o recorte temático de 2026 do museu, dedicado às Histórias latino-americanas; em que a noção de latinidade, tão plural, torna-se o eixo de um ano inteiro de exposições, que culminam em uma grande coletiva homônima em setembro.

📌Para a edição #75 da @artebrasileiros, Lara Paiva (@lara.apv) percorre algumas dessas exposições. Leia o texto completo no site artebrasileiros.com.br (link na bio).
    BIENAL DE GWANGJU | Heloisa Hariadne é uma das cin BIENAL DE GWANGJU | Heloisa Hariadne é uma das cinco artistas selecionadas para produzir obras inéditas em residência na Embaixada do Brasil em Seul, como parte do primeiro Pavilhão Brasileiro na Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul, uma das cinco principais bienais do mundo, ao lado de Veneza, Documenta, Whitney Biennial e Manifesta.

A mostra do pavilhão do Brasil, “Devorações do Amanhã — Brasil em rebento”, com curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi, reúne 35 artistas de diferentes gerações e regiões do país.

Também participam da resiêndia os artistas Vinícius Gerheim, Patrícia Abbott, Isabella Ogêda e Manauara Clandestina. O pavilhão brasileiro fica em cartaz de 5 de setembro a 15 de novembro.
    BIENAL DE CURITIBA | Na 16ª Bienal de Curitiba, o BIENAL DE CURITIBA | Na 16ª Bienal de Curitiba, o trabalho do retablista peruano Mabilón Jiménez Quispe ocupa uma parede inteira do MON. O retablo é uma arte de origem medieval europeia que se desenvolveu no Peru, na região de Ayacucho. 

As peças lembram os oratórios, caixas de madeira com portas articuladas cujo interior revela cenas cotidianas executadas com detalhes minuciosos, em cenários como bares, mercearias e ateliês. 

As figuras são tradicionalmente modeladas em pasta de batata cozida e gesso, embora hoje se use também gesso industrial puro.

A 16ª Bienal de Curitiba acontece até 15 de novembro de 2026
    CURSOS | A FGV Arte abre inscrições para a formaçã CURSOS | A FGV Arte abre inscrições para a formação “Curadoria: história, teoria e prática”, que acontece no Rio de Janeiro entre agosto e novembro de 2026. 

Com coordenação de Pollyana Quintella, curadora da Pinacoteca de São Paulo, o curso percorre da institucionalização do campo curatorial às questões que o atravessam hoje — práticas decoloniais, repatriação, curadoria compartilhada, crítica institucional — e culmina em um laboratório de projetos autorais dos participantes. 

Entre os convidados confirmados estão Ana Magalhães (MAC USP), Marcelo Campos (MAR) e Victor Gorgulho (Inclusartiz). Serão 15 encontros presenciais, às quintas-feiras, das 18h às 20h. Pré-inscrição por formulário online.

Serviço
📅 13 de agosto a 19 de novembro de 2026
🕒 Quintas-feiras, das 18h às 20h | 30h de carga horária
💰 R$ 2.000 (com possibilidade de solicitar bolsa de estudos)
📍 Praia de Botafogo, 190, Rio de Janeiro
🔗 Pré-inscrição por formulário online (link na bio da @fgv.arte)
    LIVRO | Com a Odisseia de Nolan nos cinemas, você LIVRO | Com a Odisseia de Nolan nos cinemas, você pode aproveitar o embalo para se aprofundar na viagem homérica a partir da nova edição do poema pela Ubu Editora, traduzida pelo livre-docente Christian Werner e ilustrada pelo artista Odires Mlászho.

Segundo o poeta e tradutor Guilherme Gontijo Flores, em artigo para a Folha de S.Paulo, esta é a tradução brasileira que mais preserva a oralidade original do texto grego. 

A edição ainda traz apresentação do homerista americano Richard Martin, posfácio do escritor e professor de filosofia Luiz Alfredo Garcia-Roza, dois apêndices: “O silêncio das sereias”, de Franz Kafka, e o poema “Ítaca”, de Konstantínos Kaváfis, e um glossário de nomes próprios.
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