Obra de Denise Milan na exposição Glasstress.

Estabelecida desde 2009 como um dos eventos que acontecem simultaneamente à Bienal de Veneza, a exposição GLASSTRESS chega a sua sexta edição este ano. A iniciativa é uma realização da Fondazione Berengo, em Murano, dirigida por Adriano Berengo, e fica em cartaz até o dia 24 de novembro. Edições esporádicas foram realizadas também em outras cidades do mundo, como Nova Iorque, Londres e Beirute.

GLASSTRESS é um projeto que visa valorizar a arte contemporânea produzida com vidro, especialmente pelo fato de que a ilha veneziana de Murano é conhecida por sua técnica ancestral da produção de cristais, artesanalmente e artisticamente. As mostras são sempre resultados de encontros de artistas com artesãos da região no Berengo Studio, com obras produzidas a partir dessa experiência. A edição de 2019 da mostra tem curadoria do belga Koen Vanmechelen e do brasileiro Vik Muniz, este último convidou os artistas a pensarem em “como o vidro redefine nossa percepção de espaço”.

Dentre dezenas de artistas participantes figuram nomes conhecidos como Ai Weiwei, Tony Cragg e Monica Bonvicini, e também de obras dos próprios curadores. Além de Muniz, a exposição deste ano traz uma série de artistas brasileiros que estreiam na coletiva, são eles: Denise Milan, Artur Lescher, Saint Clair Cemin e Valeska Soares. Além deles, a germano-brasileira Janaina Tschäpe.

Esta GLASSTRESS também convida os visitantes a assistirem mestres da artesania com vidro de Murano trabalhando em estúdio e entender os esforços da instituição em preservar essa arte dos antepassados.

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