Não é raro que, quando a mostra principal de Veneza é muito potente, as representações nacionais fiquem um tanto opacas. Sem dúvida, foi o que ocorreu agora em 2026. Pouco há para se falar das escolhas oficiais, mas, em compensação, exposições paralelas trouxeram artistas e pesquisas com muito diálogo com a curadoria de Em Tons Menores.
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Na Fundação Prada Arthur Jafa e Richard Prince no “Helter Skelter”
Em uma Bienal marcada pela força da mostra principal, pavilhões nacionais perdem fôlego, enquanto exposições paralelas em Veneza ampliam debates sobre raça, colonialidade, apropriação de imagens e disputas de memória.





