Atravessar um limiar é o primeiro gesto exigido pela 16ª Bienal de Curitiba. No olho do Museu Oscar Niemeyer (MON), a instalação da japonesa Chiharu Shiota envolve o visitante em uma densa trama de fios vermelhos, convertendo o espaço em uma experiência física de passagem. Mais do que apresentar o conceito da mostra, a obra sintetiza seu princípio: as fronteiras deixam de separar para se tornar lugares de encontro, tensão e transformação.





