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Início Tags Complexo Cultural Dona Lindu

Tag: Complexo Cultural Dona Lindu

Nordeste Expandido

Nordestes

Arte
Exposição com 216 obras representando 107 artistas de nove estados inaugura, em Recife, itinerância da coleção do Banco do Nordeste
Leia mais
POLÍTICA | A economia da cultura e das indústrias POLÍTICA | A economia da cultura e das indústrias criativas representa 3,11% do PIB brasileiro e emprega cerca de 7,5 milhões de pessoas. 

Investir em cultura significa gerar trabalho e renda e fortalecer economias locais.

Confira as propostas dos candidatos à Presidência. 

#cultura #culturabrasileira #eleições2026 #lula #flaviobolsonaro
CULTURA | O que acontece com a cultura quando o Es CULTURA | O que acontece com a cultura quando o Estado reduz seu papel? A Argentina de Javier Milei teve cortes no fomento ao cinema, redução de recursos para instituições culturais e retirada de apoio a iniciativas como a Feira do Livro de Buenos Aires.

No Brasil, a recriação do Ministério da Cultura, a ampliação das políticas de incentivo e a permanência da Política Nacional Aldir Blanc reconhecem a cultura como parte das responsabilidades do poder público.

As escolhas de quem governa têm consequências para a produção artística, o acesso à cultura e a continuidade das instituições que preservam e difundem o conhecimento.

Neste segundo turno, discutir cultura é também discutir o papel do Estado e o país que queremos construir.
INSTITUIÇÃO | Caminhar pelo Inhotim é uma caça ao INSTITUIÇÃO | Caminhar pelo Inhotim é uma caça ao tesouro. Se os mapas físicos estão cada vez mais raros, o museu a céu aberto de Brumadinho é um dos espaços em que os visitantes ainda se agarram a eles com as duas mãos, traçam rotas com o dedo indicador, espremem os olhos, perguntam por direção. Ainda assim, é difícil ter dimensão do tamanho do parque e compreender a sua geografia.

Para a exposição A Céu Aberto, que inaugura em novembro como parte das celebrações dos 20 anos do Inhotim, uma grande maquete de 15 m² vai ajudar a vislumbrar a magnitude da instituição. Afinal, são 144 hectares, com lagos, caminhos tortuosos, galerias isoladas entre morros e jardins. Visto por satélite, o Inhotim é um mar verde, cujos caminhos e edificações se perdem em meio à vegetação. 

O designer e artista mineiro Daniel Herthel foi o responsável por produzir essa estrutura a partir de um levantamento feito por drone. “A gente partiu de um pressuposto quase científico de tentar ver esse todo”, diz o curador da mostra Lucas Menezes, “mas que passou por um olhar estético, é um design que está em harmonia com o que a gente produz. Não é uma maquete de empreendimento imobiliário.”

📌Leia o texto completo de Luiza Lorenzetti (@luiza.lorenzetti), que integra a edição #76 da revista, pelo site artebrasileiros.com.br (link na bio)

A publicação é exclusiva para colaboradores arte✱plus, que possuem acesso às nossas quatro revistas digitais e/ou físicas por ano, além de benefícios exclusivos. Apoie uma das plataformas de arte e cultura contemporânea mais reconhecidas no Brasil.
EXPOSIÇÃO | O Brasil é o único país batizado com o EXPOSIÇÃO | O Brasil é o único país batizado com o nome de uma árvore. Do cerne do pau-brasil se extrai a brasilina, substância que, em contato com o ar e a luz, se converte num pigmento vermelho intenso, cor de brasa. A mesma reação que produz o tom rubro denuncia, porém, o sofrimento da espécie submetida a podas drásticas e cortes violentos. 

É dessa ambivalência, em que riqueza e devastação nascem de um único gesto, que parte Brasilina: Poéticas de uma Nação Mátria, em cartaz na Galeria do Centro Cultural SESI, em Jardim da Penha, Vitória, até 31 de outubro.

Realizada pela Decoranea e pelo 1COMUM Coletivo, a exposição tem idealização de Isabela Castello e Fernando Caseira Nicolau, curadoria dividida entre Isabela e Isabel Portella e produção de Elaine Pinheiro. Os trabalhos, vindos de diferentes cidades e gerações, organizam-se em três eixos: Identidade, Natureza e Sociedade.

📌Leia o texto completo de Giuliano de Miranda (@giuliano.2803) pelo site artebrasileiros.com.br (link na bio)

Imagens:
1 e 2 Handerson Chic, sem título (Díptico/Nação Mátria) 3 Patrick Vasconcelos, Teimosia fez Surgir o Bairro da Penha, 2026 4 Marcelo Macaue, Série Quilombo Kalunga 5 Evna Série Fitotipias (retratos em folhas) 6 Marilene Nacaratti, Cosmógrafos, 2026

Fotos: Fabíola Fraga
CULTURA | O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, CULTURA | O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, anunciou que as bolsas por projeto concedidas a artistas individuais pelo Departamento de Assuntos Culturais da cidade passam de US$ 5 mil para US$ 10 mil, o primeiro aumento em quase vinte anos. 

O orçamento do departamento para 2027 é o maior da história da cidade. “US$ 5 mil simplesmente não é dinheiro suficiente para completar um projeto. A última coisa que queremos é que artistas se endividem para terminar um trabalho por causa de uma bolsa”, disse Diya Vij, comissária de Assuntos Culturais, à ARTnews. 

Um relatório do Center for an Urban Future, de janeiro, apontou que a população de artistas residentes em Nova York caiu 4,4% desde 2019.

A medida integra uma série de ações. Passe os cards para o lado e saiba mais! 

#ny #arts #zohranmamdani
EXPOSIÇÃO | Para aprender a ver, a inteligência ar EXPOSIÇÃO | Para aprender a ver, a inteligência artificial precisa de olhos humanos. É essa contraposição, feita de trabalho, classificação, extração de recursos e vigilância, que “O Mundo Através da IA”, no Sesc 24 de Maio, traz ao foco.

Com cerca de 70 obras de 29 artistas de vários países, a exposição, organizada pelo Jeu de Paume, de Paris, com a curadoria do pesquisador Antonio Somaini, não pretende explicar o funcionamento técnico da inteligência artificial nem celebrar suas conquistas: ela olha para a IA como fenômeno histórico, político e cultural: uma forma contemporânea de organizar o mundo e decidir o que pode ser visto, reconhecido, classificado ou descartado.

📌Leia o texto completo de Leonor Amarante (@amaranteleonor), que integra a edição #76 da revista, pelo site artebrasileiros.com.br (link na bio)

A publicação é exclusiva para colaboradores arte✱plus, que possuem acesso às nossas quatro revistas digitais e/ou físicas por ano, além de benefícios exclusivos. Apoie uma das plataformas de arte e cultura contemporânea mais reconhecidas no Brasil.
BIENAL | Manauara Clandestina apresenta “A Cobra G BIENAL | Manauara Clandestina apresenta “A Cobra Grande” (2026) no Pavilhão do Brasil da 16ª Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul. A instalação têxtil, desenvolvida em colaboração com seu irmão Henrique de Farias, nasce de uma experiência de migração e reencontro entre os dois. 

Nascidos em Manaus e filhos de pastores missionários, os irmãos tiveram seus primeiros contatos com a arte nos cultos pentecostais da igreja — canto, dança, teatro. A peça foi concebida ao longo de um percurso que conecta a residência AiR 351 em Cascais, a residência Tropismo em Seul e o pavilhão em Gwangju, incorporando o próprio trânsito entre territórios como parte de sua linguagem. 

A exposição “Devorações do Amanhã — Brasil em rebento”, com curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi, reúne 35 artistas brasileiros de diferentes gerações e fica em cartaz até 15 de novembro no Gwangju History & Folk Museum.

SERVIÇO
📍Gwangju History & Folk Museum — Gwangju, Coreia do Sul
📆De 5 de setembro a 15 de novembro de 2026
Em 2025, durante a 23ª Flip, Marina Silva falou so Em 2025, durante a 23ª Flip, Marina Silva falou sobre persistência. Não se dizia otimista nem pessimista: dizia-se persistente.

Hoje, depois de uma eleição que redesenha o cenário político brasileiro, resgatamos essa fala: A arte é persistência. A vida é persistência. A política persistência.

Insistimos pela democracia e por futuros possíveis. 

A conversa, mediada por @alinemidlej, está disponível na íntegra no canal da @flip_se.
Qual é o Brasil que queremos construir? Para o psi Qual é o Brasil que queremos construir? Para o psicanalista Christian Dunker, a imagem do abismo surge espontaneamente quando pensamos no Brasil e na história de sua democracia, “como um índice da desigualdade, como fruto de uma colonização marcada por uma relação em abismo, uma relação em que a passagem de um lado para o outro se encontra interditada”. É preciso pensar estratégias de reparação para reinventar o país.

Em 2022, Dunker falou sobre isso na mesa “O Abismo e a Costura” do “Seminário Cultura, Democracia e Reparação”, promovido pela arte!brasileiros e pelo Sesc São Paulo. 

Resgatemos essa fala agora, depois da escolha de um Senado que nos afasta dos ideais democráticos que defendemos.

✚ Acesse artebrasileiros.com.br/vii-seminario 

#Psicologia #Psicanalise #Democracia #Cultura #SescSP
artebrasileiros
Seguindo a sólida linha editorial das revistas Brasileiros, CULTURA!Brasileiros e ARTE!Brasileiros, o portal ARTE!Brasileiros privilegia, em ambiente digital, análises, opiniões, reportagens, artigos e belíssimas imagens, mantendo, como sempre, o cuidado com o leitor, com espaço especial dedicado a vídeos. Você terá acesso a entrevistas com especialistas em arte contemporânea, comportamento, educação, literatura, filosofia, psicanálise, política e tecnologia.  

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