Com trabalhos “em que parece que o começo nunca inicia; ou ainda, que o começo é o meio e o fim”, Individual de Ilê Sartuzi traça ocupação dramatúrgica do auroras, onde fica em cartaz até 2 de outubro
Castiel Vitorino, Denilson Baniwa, Ilê Sartuzi, Marcela Bonfim e Ventura Profana são os cinco selecionados deste ano; vencedores da edição de 2020 expõem no Paço Imperial a partir de 9 de setembro
Em “Nhonhô”, trabalho apresentado no Videobrasil Online, Giselle Beiguelman e Ilê Sartuzi utilizam recursos tecnológicos e partem da história de palacete paulistano para discutir permanências do colonialismo, dos elitismos e estrangeirismos no Brasil