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Início Tags Ed50-p68

Tag: ed50-p68

Transversalidade de raiz

Nas Bordas
Centro Cultural Veras, em Florianópolis, começa a ser construído a partir de experiência que mistura arte e outros campos do conhecimento
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BIENAL DE VENEZA | Não é raro que, quando a mostra BIENAL DE VENEZA | Não é raro que, quando a mostra principal de Veneza é muito potente, as representações nacionais fiquem um tanto opacas. Sem dúvida, foi o que ocorreu agora em 2026. 

Nesse contexto, o Brasil acaba se sobressaindo pela curadoria de Diane Lima com Adriana Varejão e Rosana Paulino denominada Comigo ninguém pode. O pavilhão foi restaurado de maneira exemplar, com transparências que estavam muradas. Mesmo assim, há uma discrepância evidente. 

Enquanto Varejão faz uma certa cosmética nas questões decoloniais, que tanto agrada o mercado, mas já vem se repetindo há décadas, Paulino, com um imaginário a partir de memórias e histórias pessoais, apresenta um trabalho muito mais contundente, que merecia ocupar sozinha o espaço.
 
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Boa leitura!
BIENAL DE VENEZA | Estas cinco obras, dispostas em BIENAL DE VENEZA | Estas cinco obras, dispostas em três salas de um azul intenso, que ora parece o céu, ora o mar profundo, sintetizam o conceito da mostra Em tons menores, concebida pela curadora Koyo Kouoh (1967–2025), nascida em Camarões, primeira mulher africana a cuidar da Bienal de Veneza, que, contudo, não viu o resultado de seu trabalho, já que morreu praticamente um ano antes da abertura da mostra. 

Foi a equipe curatorial por ela escolhida, apelidada de Esquadra Koyo, composta por Gabe Beckhurst Feijoo, Marie Hélène Pereira, Rasha Salti, Siddhartha Mitter e Rory Tsapayi, que deu conta de colocar o projeto em pé com um resultado além de surpreendente.

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BIENAL DE VENEZA | As Bienais de Veneza das última BIENAL DE VENEZA | As Bienais de Veneza das últimas décadas foram baseadas em um equilíbrio um tanto forçado entre a mostra central, com curadoria escolhida pela sua organização, e dos pavilhões nacionais, selecionados por instituições de cada país como uma representação oficial, que ocupa um dos 34 edifícios no Giardini ou outros espaços, especialmente alguns novos no Arsenale ou em palácios ao redor de Veneza.

Ao longo de sua longa história — a Bienal de Veneza foi criada em 1895 —, polêmicas não deixaram de existir nesta equação, mas, desde o início da guerra da Rússia contra a Ucrânia, a temperatura começou a ferver. Em 2022, artistas e curadores do Pavilhão Russo retiraram-se voluntariamente da mostra poucos dias após a invasão da Ucrânia, declarando que “não há espaço para arte quando civis morrem sob mísseis”.

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A edição 75 da arte!brasileiros é uma homenagem à A edição 75 da arte!brasileiros é uma homenagem à curadora camaronesa Koyo Kouoh, que morreu em 2025 antes de ver concluída a 61ª Bienal de Veneza, da qual era a curadora oficial. A edição percorre a mostra italiana e se estende à Bienal de Curitiba, à nova Pinakotheke em São Paulo e às mostras latino-americanas do MASP.

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Obra de capa: da série Arturos, 1994, de Eustáquio Neves.
EXPOSIÇÃO | A Pinakotheke Fortaleza apresenta "Ent EXPOSIÇÃO | A Pinakotheke Fortaleza apresenta "Entre Espaços", mostra que reúne 54 obras de Marcius Galan e Raul Mourão sob curadoria de Diego Matos. É a primeira vez que um curador propõe um diálogo direto entre as produções dos dois artistas. 

O resultado ocupa os três ambientes da galeria e o jardim de esculturas, em um percurso que vai de peças históricas, com quase duas décadas, a trabalhos inéditos, como "Balanço Pina" (2026), de Mourão.

SERVIÇO
📍 Pinakotheke Fortaleza — Rua Barbosa de Freitas, 1727, Aldeota, Fortaleza
🗓️ Em cartaz até 22 de agosto de 2026
🕒 Segunda a sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 10h às 16h
🎟️ Entrada gratuita
EXPOSIÇÃO | A Gomide&Co apresenta "todo lo que vib EXPOSIÇÃO | A Gomide&Co apresenta "todo lo que vibra", primeira individual no Brasil de Sandra Vásquez de la Horra, com curadoria de Fernanda Morse. A exposição reúne desenhos produzidos nos últimos cinco anos pela artista chilena radicada em Berlim há mais de quinze anos. 

Desde o final dos anos 1990, Vásquez de la Horra finaliza suas obras com um mergulho em cera, um procedimento que intensifica a presença da linha, cria efeitos de profundidade e translucidez e abre caminho para as declinações escultóricas que desenvolve.

A trajetória internacional de Vásquez de la Horra inclui a retrospectiva "Soy Energía" na Haus der Kunst, em Munique (2025), exposição panorâmica no Denver Art Museum (2024) e participação na 59ª Bienal de Veneza (2022).

Serviço
📍Gomide&Co — Av. Paulista 2644 
📆Em cartaz até 18 de julho de 2026
⏰Segunda a sexta, das 10h às 18h | Sábado, das 10h às 17h
🎟Entrada gratuita
EXPOSIÇÃO | A Galeria Leme apresenta exposição ded EXPOSIÇÃO | A Galeria Leme apresenta exposição dedicada a um conjunto inédito de Germana Monte-Mór, com 21 pinturas sobre tecido e 15 desenhos sobre papel produzidos ao longo da década de 1990, todos com asfalto. 

O conjunto já motivou reflexões de críticos como Lorenzo Mammì, Rodrigo Naves, Paulo Sérgio Duarte e Nuno Ramos, e agora ganha leitura inédita de Diego Matos. 

SERVIÇO
📍 Galeria Leme — Av. Valdemar Ferreira, 130, São Paulo
🗓️ Em cartaz até 21 de agosto de 2026
🕒 Terça a sexta, das 10h às 19h | Sábado, das 10h às 17h
🎟️ Entrada gratuita
EXPOSIÇÃO | Você sabia que a Seleção Brasileira jo EXPOSIÇÃO | Você sabia que a Seleção Brasileira jogou de branco até 1950? A derrota para o Uruguai no Maracanã, na final daquele ano, foi o trauma que levou a CBD e o jornal Correio da Manhã a abrir um concurso nacional para substituir o uniforme. 

A proposta vencedora foi a de Aldyr Garcia Schlee, que sugeriu o amarelo ouro na camisa, verde na gola e punhos, azul cobalto no calção. O branco entrou nos meiões. 

É essa história que o Museu do Futebol conta em "Amarelinha", exposição que  reúne 18 camisas que estiveram em Copas entre 1958 e 2022 — a de Pelé na final de 1970 contra a Itália, a de Vinícius Jr. nas quartas de 2022, além de uniformes de Sócrates, Rivellino, Ronaldinho Gaúcho e Didi, entre outros. 

Alpem disso, com a Copa do Mundo em andamento, o museu transmite os jogos ao vivo em telão no foyer e no auditório.

SERVIÇO
📍 Museu do Futebol — Praça Charles Miller, s/nº, Pacaembu, São Paulo
🗓️ De 22 de maio a 7 de setembro de 2026
🕒 Terça a domingo, das 9h às 18h (entrada até 17h) | Primeira terça do mês até as 21h
🎟️ R$ 24 (inteira) | R$ 12 (meia) | Gratuito às terças e para crianças até 7 anos
EXPOSIÇÃO | O MAM São Paulo e o Sesc São Paulo apr EXPOSIÇÃO | O MAM São Paulo e o Sesc São Paulo apresentam, a partir de 30 de junho, a mostra "Mire Veja: MAM São Paulo visita Sesc Bom Retiro", com curadoria de Valquíria Prates e Mirela Estelles. 

A exposição reúne cerca de 50 obras dos dois acervos e ocupa toda a unidade do Sesc no Centro até 27 de setembro. A exposição integra o programa MAM em Movimento, que circula o acervo do museu enquanto sua sede no Ibirapuera segue em reforma — o retorno está previsto para o segundo semestre de 2026. 

SERVIÇO
📍 Sesc Bom Retiro — Alameda Nothmann, 185, Campos Elíseos, São Paulo
✨ Abertura: 30 de junho de 2026, às 19h
🗓️ Em cartaz até 27 de setembro de 2026
🕒 Terça a sexta, das 9h às 20h | Sábado, das 10h às 20h | Domingo e feriado, das 10h às 18h
🎟️ Entrada gratuita
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