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    MUNDO AFORA | A Tate Modern inaugurou a maior retr MUNDO AFORA | A Tate Modern inaugurou a maior retrospectiva de Ana Mendieta (1948–1985) já realizada no Reino Unido, com mais de 120 obras produzidas entre meados dos anos 1960 e 1985. Exilada de Cuba aos 13 anos durante o regime de Fidel Castro, Mendieta passou duas décadas tentando refazer o vínculo rompido com a terra.

Quando se mudou para Nova York e perdeu acesso a bosques e rios, passou a desenhar em folhas de árvore trazidas de viagens, com agulhas, tinta e as próprias unhas.

A artista morreu em 1985, aos 36 anos, ao cair do 34º andar do apartamento que dividia com o marido, o escultor minimalista Carl Andre, no Greenwich Village. Andre foi acusado e absolvido em 1988, em julgamento sem júri. A frase 'Where is Ana Mendieta?' tornou-se palavra de ordem de grupos feministas e ativistas da arte, que há décadas protestam contra a presença de obras de Andre em museus.

SERVIÇO
📍 Tate Modern, Londres — Blavatnik Building, Level 2
🗓️ Em cartaz até 17 de janeiro de 2027
    EXPOSIÇÃO | Paulo Pedro Leal foi um artista autodi EXPOSIÇÃO | Paulo Pedro Leal foi um artista autodidata que, apesar da importância de sua obra ao retratar as contradições da modernização do Rio de Janeiro, viveu às margens do circuito institucional das artes e caiu em relativo esquecimento após sua morte, como muitos artistas de origem negra e humilde da época.

É para reparar este erro que a Pinacoteca de São Paulo inaugurou “Trágico Subúrbio”, mostra dedicada a revisitar sua obra e apresentá-la a um público mais amplo. Com curadoria de Pollyana Quintella e Renato Menezes, a exposição reúne cerca de 50 pinturas que condensam sua diversidade.

📌A mostra segue em cartaz até 8 de novembro. Leia o texto completo de Lara Paiva (@lara.apv) pelo site artebrasileiros.com.br (link na bio)

#Pinacoteca #ArteBrasileira #Exposição
    EXPOSIÇÃO | No Sesc Pinheiros, a mostra "Delírio T EXPOSIÇÃO | No Sesc Pinheiros, a mostra "Delírio Tropical — Recanto" toma a imagem como ponto de partida para pensar o Brasil por meio de mais de 130 de todas as regiões do país. 

A exposição percorre diferentes linguagens e modos de circulação, da fotografia ao impresso cotidiano. Apresentada anteriormente na Pinacoteca do Ceará, a mostra chega a São Paulo com nova expografia e incorpora uma obra inédita de Keyla Sobral.

SERVIÇO
📍Sesc Pinheiros — Rua Paes Leme, 195, São Paulo
📆Em cartaz de 6 de maio a 13 de outubro de 2026
⏰Visitação: de terça a sábado, das 10h30 às 21h; domingos e feriados, das 10h30 às 18h
🎟Entrada gratuita

OBRAS:
1- Kuenan Mayu 
2- Hal Wildson 
3- Indigo Braga
4- Eder Oliveira
5- Danielle Fonseca
    CULTURA | A FLIP começa nesta quarta-feira em Para CULTURA | A FLIP começa nesta quarta-feira em Paraty. A 24ª edição, com curadoria de Rita Palmeira, homenageia a poeta Orides Fontela (1940–1998). Nascida em São João da Boa Vista, no interior de São Paulo, publicou “Alba” (Jabuti 1983) e “Teia” (APCA 1996), entre outros. A editora Hedra relança suas obras neste ano.

Cada uma das 21 mesas do programa principal leva no título um verso da autora, gesto que transforma a programação numa espécie de antologia dispersa pela cidade. Zadie Smith, Angela Davis, Kamel Daoud, Conceição Evaristo e Solano Benítez estão entre os nomes. Além do programa principal, são 46 casas parceiras com conversas que se estendem pelo centro histórico. Selecionamos as mesas em que estaremos de olho ao longo dos próximos dias. Deslize para ver nossas escolhas.
    EXPOSIÇÃO | Nenhum corpo permanece igual ao longo EXPOSIÇÃO | Nenhum corpo permanece igual ao longo da vida. A matéria também não. Ela retrai, oxida, rompe, endurece, acumula marcas e registra a passagem do tempo de maneiras que nem sempre podem ser previstas. Em escalas diferentes, corpo e matéria compartilham uma mesma condição: ambos são atravessados por transformações contínuas.

É dessa percepção que parte “Eu é o outro“, exposição que reúne obras inéditas de Lando e Rosana Paste na Galeria Matias Brotas, em Vitória. Embora desenvolvam pesquisas independentes e utilizem materiais distintos, os dois artistas encontram um ponto de convergência na compreensão da criação artística como um processo permanente de investigação.

📌 Leia o texto completo de Giuliano de Miranda (@giuliano.2803) no site artebrasileiros.com.br (link na bio).
    ENTREVISTA | Às vésperas da abertura de “Peças Fri ENTREVISTA | Às vésperas da abertura de “Peças Frias — O Desenho”, individual de Iran do Espírito Santo na Fortes D’Aloia & Gabriel, o artista conversou com Lucia Koch. 

A mostra reúne desenhos e esculturas produzidos entre 2007 e 2025, entre eles o “Compasso” (2025), escultura com a altura de um corpo humano, e “Sem título (Alambrado)” (2007–2026), desenho de parede apresentado pela primeira vez no Brasil depois de ter estreado na Bienal de Veneza em 2007.

A conversa percorre os temas que sustentam a produção de Iran há décadas: a tensão entre precisão e falha, a dualidade entre o objeto funcional e sua forma geométrica, o que acontece quando um instrumento de desenho — compasso, régua, gabarito — se torna ele mesmo obra. 

📌Koch conduz a entrevista como artista que compartilha vocabulário e inquietações com o entrevistado, leia o texto completo no site artebrasileiros.com.br (link na bio).
    EXPOSIÇÃO | No MASP, Viver tecendo, exposição de C EXPOSIÇÃO | No MASP, Viver tecendo, exposição de Claudia Alarcón e do coletivo Silät, formado por mais de cem tecedeiras do povo Wichí, apresenta 25 obras feitas à mão, entrelaçadas pela técnica conhecida como ponto yica, a partir do chaguar, bromélia de fibras resistentes nativa do Gran Chaco, segundo maior bioma da América Latina. 

A mostra integra o recorte temático de 2026 do museu, dedicado às Histórias latino-americanas; em que a noção de latinidade, tão plural, torna-se o eixo de um ano inteiro de exposições, que culminam em uma grande coletiva homônima em setembro.

📌Para a edição #75 da @artebrasileiros, Lara Paiva (@lara.apv) percorre algumas dessas exposições. Leia o texto completo no site artebrasileiros.com.br (link na bio).
    BIENAL DE GWANGJU | Heloisa Hariadne é uma das cin BIENAL DE GWANGJU | Heloisa Hariadne é uma das cinco artistas selecionadas para produzir obras inéditas em residência na Embaixada do Brasil em Seul, como parte do primeiro Pavilhão Brasileiro na Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul, uma das cinco principais bienais do mundo, ao lado de Veneza, Documenta, Whitney Biennial e Manifesta.

A mostra do pavilhão do Brasil, “Devorações do Amanhã — Brasil em rebento”, com curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi, reúne 35 artistas de diferentes gerações e regiões do país.

Também participam da resiêndia os artistas Vinícius Gerheim, Patrícia Abbott, Isabella Ogêda e Manauara Clandestina. O pavilhão brasileiro fica em cartaz de 5 de setembro a 15 de novembro.
    BIENAL DE CURITIBA | Na 16ª Bienal de Curitiba, o BIENAL DE CURITIBA | Na 16ª Bienal de Curitiba, o trabalho do retablista peruano Mabilón Jiménez Quispe ocupa uma parede inteira do MON. O retablo é uma arte de origem medieval europeia que se desenvolveu no Peru, na região de Ayacucho. 

As peças lembram os oratórios, caixas de madeira com portas articuladas cujo interior revela cenas cotidianas executadas com detalhes minuciosos, em cenários como bares, mercearias e ateliês. 

As figuras são tradicionalmente modeladas em pasta de batata cozida e gesso, embora hoje se use também gesso industrial puro.

A 16ª Bienal de Curitiba acontece até 15 de novembro de 2026
    artebrasileiros
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