Entre a estrela e a serpente Galeria Leme , Av. Valdemar Ferreira, 130 - Butantã, São Paulo - SP, 05501-000
Com curadoria de Galciani Neves, a exposição apresenta trabalhos de mais de vinte artistas brasileiros de diferentes gerações que se relacionam com o gênero "natureza-morta". A mostra nutre-se de distintas reflexões sobre o tempo e de obras contemporâneas que apresentam símbolos visuais associados a este gênero pictórico. A estrela e a serpente são, para Neves, agentes de contextualização temporal, que possibilitam aproximações entre os trabalhos expostos, enquanto simultaneamente os diferenciam em suas provocações.

Funcionamento normal: terça a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 17h
Início da mostra: 21 de maio
Fim da mostra: 16 de julho
Agostinho Batista de Freitas – Mestre das Ruas Galeria Estação , Rua Ferreira de Araújo, 625 – Pinheiros SP
Com curadoria do crítico e professor Agnaldo Farias, a mostra traz ao público uma seleção de cerca de 20 telas de Agostinho Batista de Freitas que integram o acervo da galerista Vilma Eid. Sobre a motivação desta nova mostra, Vilma afirma que desde a exposição no Masp (dezembro de 2016 a abril de 2017) nunca mais os quadros de Agostinho voltaram ao circuito de exibição de museus e galerias. “Por isso decidi realizar esta agora, trazendo ao público novamente algumas telas desse artista autodidata que de forma poética e com maestria na composição de perspectivas urbanas, na captura de cenas cotidianas e na utilização harmoniosa das cores reproduz os mais diferentes ângulos da cidade. Uma obra que permanece atual e nos surpreende pela singeleza de sua iconografia”, avalia.

Funcionamento normal: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados, das 11h às 15h
Início da mostra: 12 de maio
Fim da mostra: 11 de junho
Felipe Cohen – Sol que abre o céu Galeria Silvia Cintra + Box 4 , R. das Acácias, 104 - Gávea, Rio de Janeiro - RJ, 22451-060
Individual de Felipe Cohen reúne 3 séries de trabalhos que tratam a paisagem como um corpo físico, onde os elementos que os integram se relacionam de forma a remeter aos primeiros e últimos instantes do dia: oito pinturas da “Série Pálpebras”, quatrovitrines da “Série Poente” e três esculturas inéditas da série “Linha do tempo”. O título se dá pela presença do sol nas séries. Nas pinturas, pela luminosidade e pela forma; as áreas que representam o sol parecem ser aberturas de luz na superfície das telas. Nas peças tridimensionais, isso aparece com as inserções das formas em feltro claro que interagem com os outros materiais ora reflexivos, ora escuros e opacos. Nas vitrines, pelo contraste com as pedras polidas e a transparência dos vidros.

Funcionamento normal: segunda à sexta, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h
Início da mostra: 5 de maio
Fim da mostra: 4 de junho
Acervo Flutuante Galeria São Paulo Flutuante , Rua Brigadeiro Galvão, 130 - Barra Funda, São Paulo (SP)
Reunindo 39 trabalhos, a galeria propõe uma exposição histórica que traz uma parte significativa da produção de artes plásticas principalmente das décadas de 80/90, quando o circuito e o mercado eram distintos do cenário atual.  “As peças guardam histórias, daí meu interesse em preservá-las por tanto tempo”, diz a galerista Regina Boni. Fazem ainda parte da mostra, obras de Hélio Oiticica, Evandro Carlos Jardim, Wesley Duke Lee, Carlos Fajardo, Amelia Toledo, Anna Bella Geiger, Artur Barrio, Boi, Dudi Maia Rosa, Gregório Gruber, Ivaldo Granato, Marco Giannotti, Marcos Coelho Benjamim, Mestre Didi, Hilton Berredo, Yuasa Megumi, Lívio Abramo, Marcelo Nitsche e Maciej Antoni Babinski.

Funcionamento normal: terça a sábado, das 11h às 19h
Início da mostra: 14 de maio
Fim da mostra: 9 de julho
Rodrigo Torres | Livro de Quartzo A Gentil Carioca , Rua Gonçalves Lédo, 17 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, 20060-020
Intitulada "Livro de Quartzo", em referência à obra homônima realizada por Rodrigo Torres no ano passado, a mostra nos convida a ver de perto a mais recente produção do artista. Assim, busca revelar ao público um artista em estado convulsivo e catártico de criação. Nos últimos anos, Torres empenhou-se em expandir as múltiplas possibilidades de sua prática em cerâmica, experimentando diferentes processos de queima, modulação e pigmentação das peças reunidas na exposição. 

Funcionamento normal: terça a sexta, 12h às 18h; sábado, 12h às 16h
Início da mostra: 30 de abril
Fim da mostra: 30 de julho
Antes que se apague: territórios flutuantes Fundação Iberê Camargo , Av. Padre Cacique, 2000 - Porto Alegre, RS
Com curadoria de Cauê Alves, a individual de Xadalu Tupã Jekupé reúne 19 obras - sendo 14 produzidas especialmente para a exposição - e aborda a questão do apagamento da cultura indígena na região oeste do Rio Grande do Sul, onde diversas etnias foram dizimadas. “O trabalho de Xadalu nos abre uma perspectiva da história a partir da visão dos que perderam as batalhas. Não apenas a Guerra Guaranítica, mas também as pequenas batalhas cotidianas, aquelas que silenciosamente vão sendo travadas e talvez nem sejam percebidas como uma batalha por quem venceu. Contribui para que outro modo de vida ganhe visibilidade e possa se tornar possível”, destaca Cauê.

Funcionamento normal: quinta a domingo, das 14h às 18h
Início da mostra: 14 de maio
Fim da mostra: 31 de julho 
Concerto para Cerejeira e Jardim de Bolso, de Laura Belém Casa de Cultura do Parque , Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1300 - Alto de Pinheiros, São Paulo - SP, 05461-010
Duas obras multissensoriais e inéditas da artista mineira Laura Belém são expostas no projeto No Deck. "Concerto para Cerejeira" é uma intervenção na parte gramada do jardim, onde há uma Cerejeira do Rio Grande. O trabalho é composto por estantes de partitura musical, e placas de cerâmica produzidas manualmente pela artista, que circundam a espécie vegetal. A obra, portanto, dialoga diretamente com o arbusto, ativando-o e incorporando-o, e desta forma suscita novas formas de percepção do local. "Jardim de Bolso" é uma instalação sonora originalmente criada para a exposição coletiva Blooming, no Toyota Municipal Museum of Art, Japão. Deslocada para o jardim da Casa do Parque, a obra propõe uma viagem sonora e temporal, conduzindo o espectador a um estado de reflexão e contemplação ativa do entorno.

Funcionamento normal: quarta a domingo, das 11h às 18
Início da mostra: 14 de maio
Fim da mostra: 31 de julho
Coleção MAR + Enciclopédia Negra Museu de Arte do Rio , Praça Mauá, 5, Centro - Rio de Janeiro
A mostra é um desdobramento da publicação Enciclopédia Negra, de autoria dos pesquisadores Flávio Gomes e Lilia M. Schwarcz e do artista Jaime Lauriano. No livro, estão reunidas as biografias de mais de 550 personalidades negras, muitos desses personagens tiveram as suas imagens e histórias de vida apagadas ou nunca registradas. Para interromper essa invisibilidade, 36 artistas contemporâneos foram convidados a produzir retratos dos biografados.

Início da mostra: 7 de maio 
Fim da mostra: 10 de junho
Alberto Pitta: eternidade soterrada Carmo Johnson Projects , Rua Silvio Portugal, 193 – Pacaembu, São Paulo (SP)
Artista multimídia, fundador do Cortejo Afro e consagrado pelas estampas que colorem os blocos-afro de Salvador, Alberto Pitta (Salvador, 1961) expõe pela primeira vez em São Paulo um conjunto expressivo de 24 pinturas que compõem a mostra eternidade soterrada. Com curadoria assinada pelo historiador da arte Renato Menezes, a mostra entra em cartaz no dia 07 de maio, na Carmo Johnson Projects, no Pacaembu.

Funcionamento normal: terça a sábado, das 12h às 17h
Início da mostra: 7 de maio, às 11h
Fim da mostra: 30 de junho Visita mediante agendamento: contact@carmojohnsonprojects.com
Insólitos Museu de Arte Contemporânea do Paraná , Rua Marechal Hermes, 999 - Centro Cívico, Curitiba - Paraná (Salas 8 e 9 do MON)
A mostra, que inaugura o "Clube de Colecionadores" do Museu de Arte Contemporânea do Paraná, traz obras que abordam o incomum, o anormal, o que não é habitual, o infrequente e o raro na visão de cinco artistas convidados: Daniel Acosta, Mano Penalva, Maya Weishof, Tony Camargo e Washington Silvera. Além das obras dos convidados, estão em exposição outras importantes obras históricas de António Manuel, Cybele Varela, Henrique Fuhro, Pietrina Checcacci, Vera Chaves Barcellos, Solange Escosteguy e Ubi Bava, produzidas nos anos 1960 e 1970 e que fazem parte do acervo.  Ana Rocha, Diretora do MAC-PR, explica que essa estratégia de remixar obras do acervo do museu com artistas convidados faz parte de mudar percepções. "Pegamos um conjunto original (a coleção) e incluímos outros elementos para proporcionar outros tipos de percepção sobre o acervo do museu", explica. 

Funcionamento normal: terça a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 15h
Início da mostra: 4 de maio
Fim da mostra: 31 de julho
Eu sabia que era desejo Edifício Vera , Rua Álvares Penteado, 87 - Centro - 1º andar - São Paulo (SP)
Com curadoria de Núria Vieira, a coletiva atualiza narrativas surrealistas a partir dos desenhos de Louise Bourgeois. Nos desenhos, pinturas, esculturas e instalações, os artistas materializam o sentimento por combinações entre símbolos, objetos e faturas que evocam o desejo no mais amplo sentido. São páginas de caderno, livros, escritos e manifestações de frases, que aparecem como citações que partem inicialmente dos desenhos de Louise Bourgeois. A exposição pretende abordar a atividade surrealista dialogando com intimidade e até, em um nível de pessoalidade com o desejo. São combinações potentes traduzidas em conjuntos de delicados desenhos, posicionados por ímãs contra a parede, em contraste com móveis antigos, pesados, que carregam história de casas e famílias, como herança, combinados à poesia visual, frases e leituras disponíveis para acesso imediato. Do lado de fora, para dentro da exposição.

Funcionamento normal: quinta e sexta, 13h às 17h; sábados, 11h às 17h
Início da mostra: 7 de maio
Fim da mostra: 3 de junho
FIRE just sparkles in the sky Carpintaria , Rua Jardim Botânico 971, Rio de Janeiro
Contemplando uma série de obras inéditas, individual de Janaina Tschäpe apresenta ao público brasileiro uma mudança recente na produção da artista que tem incorporado os bastões de óleo à sua prática, técnica que amplia as possibilidades gestuais e a própria cartela de cores usada na fatura dos trabalhos. "Tschäpe conjuga diferentes propriedades para construir um corpo pictórico singular que pende entre o etéreo e o palpável, o volátil e o imperativo: enquanto o óleo ostenta a capacidade de produzir tangibilidade sobre aquilo que inscreve, a caseína manifesta a transparência e o percurso dos gestos, além de tornar a experiência da cor mais diluída, de aspecto um tanto lavado", escreve Pollyana Quintela em ensaio crítico

Funcionamento normal: terça a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 18h
Início da mostra: 29 de abril
Fim da mostra: 18 de junho
De 22 a 72: Bardi e o Modernismo Brasileiro Casa de Vidro , R. Gen. Almério de Moura, 200 - Morumbi, São Paulo (SP)
Com curadoria de Renato Anelli e Eugênia Gorini, a mostra celebra os cinquenta anos da exposição "Semana de 22", idealizada por Pietro Maria Bardi no MASP para o primeiro cinquentenário da Semana de Arte Moderna. Realizada pelo Instituto Bardi, a mostra reúne fotos e documentos de seu acervo, destacando desenhos de Lina Bo Bardi para o Circo Piolin, além da arte gráfica de Willys de Castro para o cartaz e catálogo da exposição de 1972. 

Funcionamento normal: sextas e sábados, das 10h às 15h30
Início da mostra: 7 de maio
Fim da mostra: 2 de julho
BROTA Gruta , Rua Vitorino Carmilo, 449 - Santa Cecília, São Paulo (SP)
Carlos Dias transita há mais de duas décadas entre a música e a arte visual, com passagens por bandas de hardcore como Polara e Againe, e exposições em instituições como MASP e Memorial da América Latina. Enquanto antes suas telas em grandes dimensões traziam um universo de elementos com referência ao pop e ao punk, em seu novo momento, Carlos Dias traz ao público um conjunto de óleo sobre tela em pequenas dimensões, onde parte de formas geometricamente simples, como o círculo, para construir uma nova e complexa mitologia pessoal. Essas pinturas poderão ser vistas na individual em cartaz na Gruta. 

Funcionamento normal: quarta a sábado, das 13h às 18h
Início da mostra: 28 de abril, das 19h às 22h 
Fim da mostra: 28 de maio
Bando – Carmela Gross EAV Parque Lage , Rua Jardim Botânico, 414 Jardim Botânico – Rio de Janeiro, RJ
Uma seleção de 38 desenhos da série Bando, realizada em 2016 em grafite e aquarela, é exibida na Capelinha. São manchas verdes que evocam vultos de abelhas, abutres, aranhas, bagres, baratas, bisões, carrapatos, cupins, formigas, gralhas, hienas, iguanas, javalis, lacraias, morcegos, onças, percevejos, porcos, raposas, ratos, sapos, seriemas, taturanas e outros bichos que, agrupados de forma irregular nas paredes pintadas de azul royal, espreitam o visitante, com o intuito de pensar criticamente as coletividades e a urgência da vida contemporânea.

Funcionamento normal: das 9h às 17h 
Início da mostra: 28 de abril 
Fim da mostra: 19 de julho
Vírus – Antoine d’Agata EAV Parque Lage , Rua Jardim Botânico, 414 Jardim Botânico – Rio de Janeiro, RJ
Em março e abril de 2020, primeiros meses de confinamento em decorrência da pandemia de Covid-19, o fotógrafo francês Antoine d’Agata lançou seu olhar para a grande ameaça enfrentada pelo mundo naquele período. Fazendo uso de uma câmera térmica acoplada ao celular, ele documentou a dualidade que Paris vivia: a rotina nas ruas vazias e o caos dos hospitais lotados. O uso do dispositivo térmico permitiu a Antoine retratar o calor dos corpos e objetos, bem como os sinais de vida, e não a luz ou a superfície daquilo que está diante do sensor. Um ano e meio mais tarde, em novembro de 2021, Antoine veio ao Brasil para dar continuidade a este ensaio que gerou mais de 13 mil fotos..

Funcionamento normal: das 9h às 17h 
Início da mostra: 28 de abril 
Fim da mostra: 19 de julho
Simone Cupello: Sombras sem figura Central Galeria , Rua Bento Freitas, 306, Vila Buarque
Com curadoria de Marisa Flórido, a mostra reúne obras recentes – produzidas ao longo da pandemia e em parte influenciadas por ela – que refletem sobre o tempo e o estatuto da imagem. Como é recorrente na prática de Simone Cupello, um grande acervo de fotografias analógicas coletado ao longo de anos é empregado em trabalhos com características escultóricas e instalativas. Esse uso não convencional do material fotográfico aponta para temas basilares de sua poética, na qual a artista está mais interessada na imagem como prática humana do que enquanto mídia em si.

Funcionamento normal: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábado, das 11h às 17h
Início da mostra: 2 de abril
Fim da mostra: 21 de maio
Luiz Alphonsus – Ambiental Enigmático Galeria Jaqueline Martins , R. Dr. Cesário Mota Júnior, 443 - Vila Buarque, São Paulo
Luiz Alphonsus se dedicou à elaboração de uma teoria da arte conceitual nacional, no qual capturou o espírito brasileiro do avanço urbano e retrocesso político dos anos 60 e 70. Integrante de exposições pivôs na história da arte brasileira, como em "Do corpo à terra"(1970), a significativa obra de Alphonsus é revisitada pela Galeria Jaqueline Martins em individual que expõe os trabalhos do artista à luz das problemáticas atuais. Funcionamento normal: terça a sábado, 12h às 18h Início da mostra: 26 de março Fim da mostra: 25 de maio
A tensão Centro Cultural Banco do Brasil | São Paulo , Rua Álvares Penteado, 112 - Centro, São Paulo (SP)
Barco e elevador flutuantes, janelas para jardins imaginários e até uma piscina em que o visitante pode entrar de roupa e ficar submerso sem medo de se afogar fazem parte da nova mostra do argentino Leandro Erlich. O título  "A tensão" (e sonoramente ambíguo: quem não lê pode ouvir "atenção"), propõe um dos prováveis sentimentos diante das instalações do artista. Isso porque Erlich trabalha com referências que são, literalmente, "lugares-comuns", espaços que estamos acostumados a ver no dia a dia, mas deslocados da condição de normalidade.

Funcionamento normal: Quarta a segunda, 9h às 19h
Início da mostra: 13 de abril
Fim da mostra: 20 de junho
#CCBB, #Leandro Erlich
N de Nordeste RV Cultura e Arte , Av. Cardeal da Silva 158, Rio Vermelho - Salvador (BA)
Exposição individual de Isabela Seifarth dá continuidade à pesquisa da artista relacionada a cenas do Recôncavo Baiano, apresentando pinturas produzidas entre 2020 e 2022 que adotam como referência fotografias do Arquivo Público da cidade de São Félix, além de registros cotidianos. “A exposição apresenta um conjunto de pinturas que discute questões relacionadas ao território, lugar e o entorno, evidenciando o Recôncavo Baiano, nos trânsitos e deslocamentos da artista por essa singular região do Nordeste brasileiro”, analisa o curador Bitu Cassundé. A exposição ocorre simultaneamente na RV Cultura e Arte e no Mercado Municipal de São Félix.

Funcionamento normal: segunda a sexta, das 10h às 18h; sábados, das 10h às 14h
Início da mostra: 20 de abril
Fim da mostra: 28 de maio
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