Canções de um passado esquecido Instituto Tomie Ohtake , Rua Coropé, 88 - Pinheiros, São Paulo
CANÇÕES DE UM PASSADO ESQUECIDO, parceria entre as quatro instituições, integra o projeto WE ARE HERE – uma série de programas de vídeos e videoinstalações de artistas britânicos com curadoria de Tendai John Mutambu para o British Council e LUX, em torno de temas como identidade nacional, marginalidade, gênero, futuro ambiental e arquivo. Inédita, CANÇÕES DE UM PASSADO ESQUECIDO coloca obras do Reino Unido, com curadoria de Mutambu, em diálogo com trabalhos de artistas brasileiros que fazem parte da coleção histórica da Associação Cultural Videobrasil, selecionados por Luise Malmaceda, do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake.
20:00 - 20:00
De 21 de janeiro de 2020
a 15 de março de 2020
Gego: a linha emancipada MASP - Museu de Arte de São Paulo , Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP
A partir de sexta-feira,13 de dezembro, Gertrud Goldschmidt (1912-1994), mais conhecida como Gego, recebe sua primeira exposição individual no Brasil no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Batizada de Gego: a linha emancipada, a mostra fica em cartaz até o dia 1o de março de 2020. A exposição é coorganizada pelo MASP com o Museo Jumex, da Cidade do México, o Museu d'Art Contemporani de Barcelona (MACBA), e o Tate Modern, de Londres. Organizada por Pablo León de la Barra com Tanya Barson e Julieta González, terá sua estreia em São Paulo e depois seguirá para Cidade do México (30 de abril a 20 de agosto de 2020), Barcelona (29 de abril a 28 de agosto de 2021) e Londres (29 de setembro a 9 de janeiro de 2022). A Fundación Gego, de Caracas, auxiliou na pesquisa curatorial, assim como na entrega de materiais de arquivo para o catálogo e a exposição, além de emprestar as principais obras exibidas.
20:00 - 22:00
De 12 de dezembro de 2019
a 1 de março de 2020
Iran do Espírito Santo: Reflexivos Oi Futuro , Rua Dois de Dezembro, 63 - Flamengo, Rio de Janeiro
O Centro Cultural Oi Futuro  recebe obras do paulista Iran do Espírito Santo, no dia 14 de dezembro de 2019, sábado, às 15h. “Reflexivos” tem curadoria de Alberto Saraiva e Flavia Corpas. A mostra é um recorte do últimos 20 anos da produção do artista. Além de desenhos inéditos, datados de 2019, há uma pintura site specific, feita sobre a parede de 69 metros quadrados, que dialoga com a arquitetura da sala. Iran do Espírito Santo é conhecido por esculturas de itens do cotidiano, abstraídos em formas geométricas simplificadas. Seus objetos sóbrios revisam princípios de ortodoxos do minimalismo. O artista cria um jogo sutil entre percepção e realidade, forma idealizada e objetos e materiais cotidianos. “Reflexivos” tem abrangência de temas, de ideias e dos materiais preferenciais do Iran: esculturas sempre sólidas de pequenos formatos, em pedra, cristal e aço inoxidável, a representação pelo uso de material e a reinterpretação com alteração do material, mas ainda como extrações do real. Para o curador Alberto Saraiva, “Iran ultrapassa o limite dos objetos cotidianos recriando sua carnalidade, cuja aparência revela antes a matéria que a forma, para se consolidar como uma tipologia nova de ser e de estar”. O artista comenta que “um dos aspectos do meu trabalho é o que lida com a luz, o reflexo, com a participação do espectador: ele se vê no trabalho e faz o processo mental da reflexão.”
15:00 - 19:00
De 14 de dezembro de 2019
a 1 de março de 2020
I-D Galeria Luisa Strina , Rua Padre João Manuel 755 Cerqueira César
No dia de seu aniversário, a Galeria Luisa Strina inaugura I-D, coletiva que conta a história do período da consolidação de identidade do espaço Os anos 1990 são marcados, na arte brasileira, por uma operação de desconstrução e reconstrução das noções de concreto e construtivismo, notadamente por meio das obras “pop-popular” – para usar a expressão de um crítico do período – de nomes como Marepe, Alexandre da Cunha e Emmanuel Nassar. Sobre este, afirmou-se que “faz literalmente uma gambiarra do concreto para o popular ou vice-versa”. Dessa mesma matriz desconcretista e desconstrutivista, nascem também as poéticas mais minimalistas de Marcius Galan, Renata Lucas e Fernanda Gomes naquela década e nos anos 2000. Os anos 90 também são um momento de reconciliação com o belo, com a cor sendo reabilitada por artistas que não se identificam com a geração 1980, mas que praticam uma espécie de pintura conceitual, como é o caso de Caetano de Almeida, Monica Nador e Marina Saleme. Acerca de Saleme, se escreveu: “A alusão figurativa está firmemente ancorada pelo título; é uma paisagem, e, no entanto, é já uma pintura pós-conceito, pintura da pintura, figura que examina a viabilidade da pintura agora”. Finalmente, outra marca desse período histórico na arte é a emergência de uma subjetividade conflituosa em obras mais existenciais, como as de Leonilson, Dora Longo Bahia, Edgard de Souza e Cabelo.
19:00 - 22:00
De 17 de dezembro de 2019
a 15 de fevereiro de 2020
Ocupação Alceu Valença Itaú Cultural , Avenida Paulista, 149
Há quem queira parar o tempo, mas o tempo não tem parada. E é Alceu Valença, compositor e instrumentista pernambucano, quem mergulha, de maneira constante, na dimensão das horas, chave de entrada para seu universo frenético e brincante. Ao som de aboios e toadas, em São Bento do Una (PE), nasceu o quarto filho de Décio e Adelma em julho de 1946. Através do rádio, da feira e dos saraus promovidos por seu avô na fazenda Riachão, apurou a musicalidade. No baú de referências, juntam-se o cordel, o circo e a canção brasileira, cruzamentos que se ampliaram em suas andanças por Garanhuns, Recife e Olinda. Diante de grandes plateias, o cantor e compositor revelou-se nos festivais: na década de 1970 e dali à frente, como um para-raio ao luar, nunca abandonou sua essência – sertaneja, brincante, domadora de palcos e de corações bobos.  Dos versos às rimas, do baião ao frevo, do circo ao cinema, a vida e a obra do artista são celebradas na 48ª edição do programa Ocupação Itaú Cultural. Fotografias, depoimentos, objetos e produções literárias procuram desvendar os muitos mundos ocupados por Alceu Valença.
11:00 - 20:00
De 14 de dezembro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
Jorge Pardo: Flamboyant Pinacoteca , Praça da Luz. 2 11 3324-1000
A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, apresenta, de 7 de dezembro de 2019 a 2 de março de 2020, a exposição Jorge Pardo: Flamboyant, que ocupa o Octógono do edifício Pina Luz. Com curadoria de Jochen Volz, diretor-geral do museu, a mostra apresenta uma instalação interativa inédita composta de 14 peças que convida o público a experimentar um momento de fruição e de contemplação. Considerado um dos mais importantes artistas da atualidade, o cubano vem utilizando-se das linguagens do desenho e da escultura a fim de explorar os limites entre a arte, o design e os espaços de convivência.
11:00 - 00:00
De 7 de dezembro de 2019
a 2 de março de 2020
João Câmara: Trajetória e Obra de um Artista Brasileiro + outras exposições Museu Afro Brasil , AV. PEDRO ÁLVARES CABRAL | PARQUE IBIRAPUERA | PORTÃO 10
Arthur Bispo do Rosário, Walter Firmo, João Câmara, Castro Alves e jovens artistas contemporâneos da Bahia estão entre os destaques das aberturas que também celebram os 15 anos da instituição. Juntas, mostras reúnem mais de 300 obras.
11:00 - 19:00
De 20 de novembro de 2019
a 1 de setembro de 2020
Força Precisão Leveza – aço e criação artística Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) , Av. Infante Dom Henrique, 85 - Parque do Flamengo, Rio de Janeiro - RJ
15:00 - 19:03
De 9 de novembro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
Chiharu Shiota: Internal Line Japan House , Av. Paulista, 52 - Bela Vista, São Paulo - SP
A Japan House São Paulo recebe o trabalho sensível e singular da artista japonesa Chiharu Shiota, de 13 de novembro de 2019 a 02 de fevereiro 2020, no térreo do centro cultural. A obra inédita Linha Interna (Internal Line) segue temas universais como relações humanas, sentimentos, memórias, a vida e a morte, tópicos que se destacam ao longo da carreira da artista.
10:00 - 18:00
De 13 de novembro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
Gretta Sarfaty: Dos nossos espaços vazios internos Central Galeria , Rua Bento Freitas, 306, Vila Buarque
Disruptiva e multidisciplinar, a artista Gretta Sarfaty faz de seu corpo espaço para experimentação artística, política, campo de transformação. Em sua obra, o corpo feminino é território tanto para questionamentos internos quanto sociais. Expoente da Body Art no Brasil, a artista traz ao público séries de trabalhos emblemáticos na mostra Dos nossos espaços vazios internos, individual em cartaz de 21 de novembro a 02 de fevereiro, na Central Galeria.
19:00 - 19:00
De 21 de novembro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
 Cruz-Diez: a liberdade da cor Espaço Cultural Porto Seguro , Alameda Barão de Piracicaba, 610 - Campos Elíseos, São Paulo - SP, 01216-012
O Espaço Cultural Porto Seguro, em São Paulo, abre a mostra Cruz-Diez: a liberdade da cor, em 9 de novembro. A exposição é a última a ser apresentada em todo o mundo que teve a chancela do artista, que participou de todo o processo de concepção ao lado do curador Rodrigo Villela, diretor executivo e artístico da instituição paulistana. Três fisiocromias e uma transcromia integram a primeira sala da exposição. Em uma delas, uma pequena fisiocromia de 1965, o trabalho de Cruz-Diez ainda passava por um período pré-industrial, conta Villela. “Depois o trabalho dele vai se tornando muito industrial. Ele tinha essa procura de fazer com que o trabalho saísse da escala de artesão. Ele falou que não se dedicou à pintura porque a pintura tinha muito artesanato e ele queria algo que pudesse ter mais escala”, comenta o curador. O artista era muito assertivo naquilo que acreditava. Em texto de 1967, ao qual deu o título de Minhas ideias sobre a Cor, ele propõe o conceito de “cor autônoma”, na qual a cor não depende de forma, especificidade ou de suporte. E, desta forma, ele extrapola suportes e técnicas, utilizando vídeos, pinturas, instalações, fotografias e se apropriando de paredes, de ruas e até mesmo de jardins. No mezanino da instituição, o público encontra a obra Labirinto Transcromia. 1965/2017, pela primeira vez sendo exibida no Brasil. No subsolo, salas mostram Ambiente Cromointerferente, 1974/2019 e Cromossaturação, 1965/2004, além de duas obras efêmeras de parede com o mesmo princípio de combinação das cores. Encerrando a mostra, um núcleo mais documental abarca vinte fotografias em preto e branco tiradas por Cruz-Diez no início de sua carreira e ainda dois vídeos: um com fotografias de obras em espaços público e outra com depoimentos dele sobre seus trabalhos.
11:00 - 20:51
De 9 de novembro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
Hilal Sami Hilal: Tudo bem Galeria Marilia Razuk , R. Jerônimo da Veiga, 131 - Itaim Bibi, São Paulo - SP, 04536-000
A exposição "Tudo bem", do artista capixaba Hilal Sami Hilal, tem como fio condutor o trecho de uma música de Bob Dylan, que o artista sempre guardou em sua memória: "Tudo bem, meu filho? Tudo bem, mamãe (só estou sangrando)”
11:00 - 20:37
De 9 de novembro de 2019
a 30 de janeiro de 2020
Vestindo o tempo – 70 anos de moda italiana Instituto Tomie Ohtake , Rua Coropé, 88 - Pinheiros, São Paulo
A exposição Vestindo o Tempo – 70 Anos de Moda Italiana percorre as rotas que levaram a produção da Itália a ganhar identidade e notoriedade internacional. As 45 peças selecionadas pertencem aos colecionadores Enrico Quinto e Paolo Tinarelli, detentores de um arquivo com seis mil itens, entre vestimentas e acessórios, atualmente fonte de inspiração para numerosas casas de moda. “Nesse sentido, o arquivo está intimamente integrado a um sistema produtivo no qual o passado é vital”, afirma a dupla.
20:00 - 17:00
De 12 de novembro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
León Ferrari: Nós não sabíamos Pinacoteca , Praça da Luz. 2 11 3324-1000
A mostra reúne cinquenta obras pertencentes ao museu, de autoria do argentino, enfatizando o aspecto político que marcou a produção de Ferrari. Sua prática é carregada por uma crítica contundente às instituições de arte, aos sistemas políticos e à moral vigente nas décadas de 1960 e 1970. Esta é a primeira vez que o museu exibe duas séries completas de sua coleção, relacionadas ao artista falecido em 2013. 33 delas foram doadas por ele, em vida.
11:00 - 15:00
De 26 de outubro de 2019
a 16 de fevereiro de 2020
A presença dos nacionalismos para a compreensão das disputas que marcam o nosso tempo. É este o cenário sobre o qual se debruça a 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil | Comunidades Imaginadas, que ocorre de 9 de outubro de 2019 a 2 de fevereiro de 2020, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, reunindo mais de 60 obras e duas coleções, 55 artistas de 28 países, entre vídeos, pinturas, fotografia e instalação.
19:00 - 18:00
De 9 de outubro de 2019
a 2 de fevereiro de 2020
J. Carlos: originais + Harun Farocki: quem é responsável? Instituto Moreira Salles , Avenida Paulista, 2424 - São Paulo/SP
O IMS Paulista abre duas novas exposições: J. CARLOS: ORIGINAIS e HARUN FAROCKI: QUEM É RESPONSÁVEL?. A primeira apresenta a obra do ilustrador e cartunista J. Carlos (1884-1950), autor de uma das mais poderosas crônicas visuais do Brasil na primeira metade do século XX. A segunda, por sua vez, traz o trabalho do artista e cineasta alemão Harun Farocki (1944-2014), referência no campo da videoarte.
18:00 - 20:00
De 17 de setembro de 2019
a 26 de janeiro de 2020
Christian Cravo: Mariana Instituto Tomie Ohtake , Rua Coropé, 88 - Pinheiros, São Paulo
A exposição Mariana, homônima ao livro de Christian Cravo, com curadoria de Adriana Cravo, chega a São Paulo depois de passar por Salvador e Fortaleza, ambas na Caixa Cultural. Nesta segunda individual do fotógrafo baiano no Instituto Tomie Ohtake (a anterior foi Nos Jardins do Éden, em 2011), estão reunidas 26 fotografias impressas em fine art, que retratam as memórias humanas da maior tragédia ambiental do país: o rompimento da barragem de Fundão, que vitimou fatalmente 19 pessoas e desabrigou centenas de famílias em Mariana - Minas Gerais, em 2015. “A escolha das imagens, assim como o título que cada uma delas recebeu, teve a intenção de gerar empatia e aproximar o público do cotidiano roubado das pessoas que ali viviam até o momento da tragédia", explica a curadora.
19:00 - 18:00
De 18 de setembro de 2019
a 27 de setembro de 2020
A linha como direção Pinacoteca , Praça da Luz. 2 11 3324-1000
A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo apresenta, de 15 de junho de 2019 a 3 de fevereiro de 2020, a exposição A linha como direção, que ocupa o segundo andar da Pinacoteca Estação. Com curadoria do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do museu, a mostra apresenta 12 esculturas e relevos, pertencentes ao acervo da Pinacoteca, que tem em comum o fato de apoiarem-se no elemento geométrico da linha para criar sua espacialidade, retendo, de maneira direta ou indireta, alguns dos questionamentos propostos pelo construtivismo no início do século XX. A realização dessa exposição foi possível graças ao apoio da Lei de Incentivo à Cultura.
11:00 - 18:00
De 15 de junho de 2019
a 3 de fevereiro de 2020