João Machado, Sem título

INSTITUIÇÕES

João Machado, Sem título

O Sertão de João Machadoindividual na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, abertura em 09/09

A mostra apresenta recorte do trabalho com 40 registros do fotógrafo, que registrou a Bahia desde os meados dos anos 2000. O céu estrelado do sertão baiano, a terra de chão batido, os romeiros, etc,  são algumas das memórias das cidades de Bom Jesus da Lapa e Xique-Xique, onde nasceu Machado.


Seydou Keïta, Bamako (Mali), entre 1948 e 1963.

Seydou Keïta, individual no Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro, abertura 05/09

A mostra apresenta um recorte da produção fotográfica de Keïta, e inclui 48 tiragens vintage, ampliadas e comercializadas pelo artista em Bamako. Todas inéditas no  Brasil. Além disso, as demais 88 foram ampliadas na França, sob a supervisão de Keïta, ao longo da década de 1990, quando foi redescoberto no país e também nos Estados Unidos. Em formatos mais clássicos (40 x 50 cm e 50 x 60 cm) ou francamente murais, chegando a 1,80 x 1,30 m, sinalizam a entrada do seu trabalho num circuito internacional de galerias e museus.


GALERIAS

Willys de Castro, ‘Objeto Ativo’, 1959

Geometria em Síntese, coletiva na Simões de Assis Galeria de Arte,  São Paulo, até 27/10

Com curadoria de Felipe Scovino, exposição busca destacar não só o papel que o pensamento construtivo exerceu nas artes visuais brasileiras (e o seu prolongamento, com nuances e especificidades próprias, no contemporâneo), mas contrapor-se ao aspecto solar do projeto moderno brasileiro.  Scovino reúne trabalhos de artistas como Amalia Giacomini, Amilcar de Castro, Daniel Feingold, Eduardo Coimbra, Geraldo de Barros, German Lorca, Hélio Oiticica, José Oiticica Filho, Maria Laet, Mira Schendel, Paulo Roberto Leal, Ricardo Alcaide, Ruben Ludolf, Sergio Camargo, Wanda Pimentel, Willys de Castro e Hércules Barsotti.


Maria Adair, En Croissent Les Chemins Sur Les Champs-Elisées, 2017

Maria Adair: Oitenta, individual na Paulo Darzé Galeria, abertura em 13/09

“A vida é uma grande teia. Um cruzamento de caminhos na busca pela melhor direção. Cruzando caminhos, pontuando a vida, chego aos 80. É OITENTA então o título desta coletânea, o motivo desta exposição”. Maria Adair comemora oito décadas em 2018 e, para celebrar a artista e sua arte, trabalhos realizados nos anos de 2017/2018 especialmente para esta exposição são trazidos ao público.


Luiz Henrique Schwanke, Sem título, 1980, óleo sobre tela

Luiz Schwanke: Plasticamente outra coisa, individual na galeria SIM, até 27/09

Inédita em São Paulo, a exposição individual do artista apresenta obras da década de 1970 e 1980. Desenhos, pinturas, colagens e documentos que apresentam Schwanke para a capital paulista e contextualizam sua produção no circuito artístico da época, e sua importância para a cena atual.


Paulo Vivacqua, ‘Ohm’.

Paulo Vivacqua: Ohm, individual na 55SP, até 11/10

Vivacqua apresenta uma série de seus trabalhos recentes Ohm, múltiplo derivado de sua instalação “The Triple Ohm”, integrante da 30ª Bienal de São Paulo, em 2012.
Ohm é um múltiplo que é, a um só tempo, uma composição e um objeto. Uma presença posta plasticamente, efêmera e imersiva, com parte sonora. Com apelo sinestésico e cíclico no cruzamento de diferente sentidos, a sonoridade evoca o sentido meditativo do mantra hindu Ohm, a imersão sonora e temporal no cilindro de aço através dos impulsos elétricos conduzidos pelos fios.


Rodrigo Braga, série ‘Os olhos cheios de terra’

 

Os olhos cheios de terra, individual de Rodrigo Braga na Anita Schwartz Galeria, abertura em 12/09 

A primeira individual do artista na galeria conta com seleção de trabalhos feitos especialmente para a ocasião. A obra central é uma instalação que ocupará o grande salão térreo do edifício de três andares no Baixo Gávea, com desenhos, serigrafias, objetos, vídeo e fotografias. Partindo do contraponto de tons extremos como preto e branco, a grande instalação conterá pedras brutas de minérios como carvão mineral e vegetal, calcário e gipsita. A canção experimental “Trastevere”, composta por Ronaldo Bastos e Milton Nascimento em 1973, integra-se à obra. No segundo andar expositivo estarão fotografias resultantes de imersão do artista na galeria durante uma semana, em ações corporais registradas também em vídeo. depois de longo tempo ausente da produção de Rodrigo Braga, é um elemento fundamental nesta exposição, presente de maneira óbvia ou não, como  o uso, em desenhos, de seu próprio sangue, extraído apropriadamente por um enfermeiro.

 

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