Histórias das Mulheres, Histórias Feministas
19:00 22 de agosto de 2019 to 18:00 19 de outubro de 2019
MASP - Museu de Arte de São Paulo, Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP Como chegar
Com curadoria de Julia Bryan-Wilson, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea do MASP, Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias e narrativas, e Mariana Leme, curadora assistente do museu, Histórias das mulheres: artistas antes de 1900 busca reposicionar a obra de artistas que trabalharam até o final do século 19, ao discutir a diferença de valor entre o universo masculino e o feminino e também entre arte e artesanato. A mostra terá nomes como Sofonisba Anguissola (circa 1532-1625), Artemisia Gentileschi (1593-1653), Judith Leyster (1609-1660), Angelica Kauffmann (1741-1804), Elisabeth-Louise Vigée-Lebrun (1755-1842) e Eva Gonzalès (1849-1883), além de pioneiras latino-americanas como Magdalena Mira Mena (1859-1930), Abigail de Andrade (1864-1890) e Berthe Worms (1868-1937). Além de pinturas que fazem parte do cânone da história da arte ocidental, a exposição apresentará uma série de têxteis de autoria desconhecida, cujos registros permitem afirmar que foram feitos por uma mulher, ou por mulheres, coletivamente. São trabalhos produzidos na Inglaterra, nos Estados Unidos, nos Andes latino-americanos, na Índia, no antigo Império Otomano, em dois países da África Mediterrânea (Marrocos e Egito) e também na Ásia (Filipinas e atual Uzbequistão). Já Histórias Feministas: artistas depois dos anos 2000 tem curadoria de Isabella Rjeille, curadora assistente do MASP, é um contraponto à mostra Histórias das mulheres: artistas antes de 1900, que busca reposicionar a obra de artistas que trabalharam até o final do século 19, ao discutir a diferença de valor entre o universo masculino e o feminino e também entre arte e artesanato. Histórias feministas: artistas depois de 2000 é um desdobramento do ciclo de 2017, Histórias da sexualidade, e não se propõe a esgotar um assunto tão extenso e complexo como a relação entre arte e feminismo, mas incitar novos debates a partir da produção de artistas cujas produções emergiram no século 21.

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